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Esporte de Bauru

Entrevista de Batata ao Jornada

Nessa terça-feira (1/3), o secretário de esportes e lazer de Bauru, Batata, esteve no programa Por Dentro do Esporte (diariamente, a partir das 20h30, aqui), da web rádio Jornada Esportiva, respondendo aos questionamentos dos colegas Rafael Antonio e Thiago Navarro e de seus internautas – sempre muito participativos.

Peguei o bonde andando e as perguntas que queria fazer já haviam sido respondidas. Solícito, o Rafa me contou detalhes do papo, que rendeu bastante. Resta-me abrir aspas e reproduzir as impressões do colega, repercutindo a entrevista do secretário.

CEDESP (complexo esportivo para abrigar os Jogos Abertos 2012)
“Existe o projeto da pista de atletismo no Edmundo Coube e das piscinas na região do Jardim Europa, onde o Baroninho chegou a construir alguns campos de futebol. Quanto ao ginásio, senti do secretário e do diretor de esportes [Roger Barude] que a Panela de Pressão será mesmo o grande palco de eventos nos Jogos Abertos.”

SUB-SEDE DA COPA 2014
“Questionei sobre o otimismo que ele demonstrou dia desses entrevistado na TV Tem. Apesar de eu não partilhar este otimismo dele, o Batata quis me convencer que o fato de Bauru possuir um aeroporto coloca a cidade como uma das favoritas. Aí, o questionei: ‘Mas precisamos terminar de verdade o nosso aeroporto’. Ele me respondeu que isso será feito. Não me convenceu muito, mas ele está na dele. Aí já é um ponto de vista meu: estamos muito atrás de outros candidatos.
Sobre os próximos passos, ele explicou que na verdade, o que tem que se fazer é atender os pré-requisitos do caderno de encargos da FIFA, que exige uma boa rede hoteleira e um estádio que atenda algumas exigências, como banheiras nos vestiários e melhores acomodações para a imprensa.”
• A exemplo do Rafa, também não compartilho desse otimismo todo…

BOAS PERSPECTIVAS
“Dois assuntos discutidos na entrevista me chamaram a atenção especialmente. O primeiro deles é que a possibilidade do Max implantar o vôlei masculino de alto rendimento em Bauru está muito próxima, principalmente depois da parceria com a Panela. Outro tema relevante é de que Bauru pode se tornar polo de desenvolvimento do basquete feminino, numa parceria entre a SEMEL e a Confederação Brasileira de Basquete. A princípio a parceria seria efetuada apenas nas categorias de base.”

Da parte que ouvi, achei engraçado Batata falar em ‘soltar foguete’ no dia da assinatura do contrato de locação. Realmente, será um alívio. Agradeço ao Rafa pelo e-mail e parabenizo pela iniciativa. Aliás, não me canso de repetir: ele sempre leva a bandeira de Bauru onde o esporte da cidade estiver.

Foto na homepage: Arquivo/Agência Bom Dia

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Noroeste

Adeus, Série D

Noroeste empata em casa como São Caetano e praticamente sai fora da briga de cima

Foi um domingo agitado. De jornada quádrula. A saber: jogo do Bauru Basket, show do Pato Fu, fechamento de poster do Flamengo campeão da Taça Guanabara e, por fim, o Noroeste… A pior parte do domingão… Como não vi a partida com a devida atenção – até porque o PFC tesourou o primeiro tempo para passar São Paulo x Palmeiras, atrasado por causa da chuva – não conseguiria descrever os lances. Se bem que o noroestino não quer mesmo lembrar como foi.

Melhor explica a situação do Norusca, o reflexo dessa péssima 17ª posição, o texto que está em todas as bancas de Bauru e região nesta segunda (28/2): a coluna Papo de Futebol do jornal Bom Dia Bauru.

Antes, a ficha da partida:

Adeus, Série D

Empatar com o também fraco São Caetano, em casa, foi a senha definitiva. As próximas nove rodadas serão de briga no rodapé da tabela e muito sofrimento para o torcedor noroestino. Muitos dirão que continuar na Série A1 será lucro. Para mim, o prejuízo já está quase liquidado: ficar de fora da Série D. Mais um ano sem competição nacional…
Enquanto o Noroeste não pensar grande, seguirá nessa vidinha de ioiô. É muito pouco concentrar o foco em pouco mais de quatro meses no ano – e depois jogar a Copa Paulista com desdém. É limitado apegar-se aos quase R$ 2 milhões de cota de TV e apostar nessa vitrine para promover jogador de empresário. Ainda mais se os manequins tiverem mesmo pernas de pau.
O Brasileiro da Série B é um ambiente de sonhos para o tamanho do Noroeste, nem precisa almejar a elite nacional. Está a três degraus, já esteve mais próximo em anos anteriores (2006 e 2007), mas não parece uma obsessão alvirrubra. Vez ou outra alguém da diretoria toca no assunto, mais para jogar pra galera do que, realmente, ambicionar esse feito.
Enquanto isso, os itinerantes da vida estão por lá. Grêmio Prudente, Americana e Boa (ex-Ituiutaba, agora em Varginha), com cerca de duas décadas de futebol profissional, estarão de maio a novembro televisionados em pay-per-view e, vez ou outra, na tela do Sportv ou da TV aberta, na RedeTV. Seus jogadores darão entrevistas, seus torcedores comprarão jornais, as rádios locais terão agenda cheia: todo mundo sai ganhando.
Matematicamente, ainda dá tempo de começar a subir essa escada, mas pareço até louco de afirmar isso, tamanho o buraco que aguarda novos tropeços. A Série D vai sumindo no horizonte, a Série A2 é logo ali.

Alheio
Sempre me causaram estranheza comentários de que Damião Garcia pouco se inteirava dos bastidores do clube. Entretanto, parece ser a mais pura verdade. Deve ser apenas o cara que assina o cheque. Como é que o presidente do clube só foi conhecer o novo treinador pessoalmente quase um mês depois de sua contratação? Na coletiva pós-jogo, Lori Sandri confidenciou que foi abraçar o patrão pela primeira vez. Com o líder Mirassol pela frente, pode ter sido também o último.

Nem com mágica
Na véspera da partida contra o São Caetano, o elenco alvirrubro contou com palestra da dupla motivacional Átila e Rosi, famosos ilusionistas. Com todo respeito aos profissionais, teria mais efeito no brio dos jogadores, na manhã de domingo, terem descido de seus confortáveis quartos do hotel Howard Johnson e atravessado a rua. Logo ali, no ginásio da Luso, os guerreiros do Bauru Basket – que derrotaram o poderoso time de Brasília (92 a 85) – deram uma aula de motivação, com sua garra habitual que inflama os torcedores. Um time que é aplaudido até quando perde.

Vale o ingresso
Aliás, nada contra o Noroeste, mas tudo a favor do Bauru Basket. Se você tiver grana para um evento só, não tenha dúvidas. Ver Larry Taylor jogar é comovente, vale cada centato. E a adrenalina do ginásio lava a alma.

Amargou
Registre-se: o Noroeste estragou meu domingo, até então perfeito. Vitória do basquete, show impecável do Pato Fu – no sempre organizado e elogiável Sesc – e golaço do Ronaldinho Gaúcho. Mas terminou com Otacílio Neto brigando com a torcida alvirrubra. Foi o fim da picada.

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Coluna

Complicou, Norusca!

Coluna desta semana no Bom Dia acende a luz vermelha no Alfredão

Complicou

Resultados desconstroem argumentos. Sempre afirmei que o Noroeste não cai, por ser um time que criava no ataque e só precisava arrumar a zaga. Criava. Após sua pior partida no campeonato – nem na derrota por 5 a 1 em casa, para o Americana, fora tão apático – o Alvirrubro volta à zona de rebaixamento. Se continuar com essa bolinha, minha previsão vira fumaça. Previsão essa não motivada por otimismo, sério. Ainda dá, mas o tal fantasma do rebaixamento já está puxando um dos pés.
O atacante Danielzinho, do São Bernardo, em entrevista no intervalo da partida, definiu bem o que foi o time do ABC no primeiro tempo: agressivo. Partiu pra cima de um Noroeste acanhado, inofensivo, que obrigou o goleiro adversário a fazer uma única defesa, aos 36 minutos! Registre-se, entretanto, o escandaloso pênalti marcado a favor dos aurinegros. Renderá uma nova carta lamentosa da Federação Paulista, que não muda nada na classificação…
O treinador Lori Sandri teve que abandonar o 3-6-1 ainda no primeiro tempo, colocando Diego. Mas não precisava tirar Halisson, o melhor zagueiro do time! O técnico foi ainda mais infeliz no segundo tempo, ao colocar o meia Altair. Lento, muito lento, destruidor de contra-ataques. O segundo tempo, aliás, foi desacelerado e o Bernô apenas administrou sua vantagem.

Conta contra degola
Seguindo o raciocínio dos salvadores 21 pontos, seguem faltando 13, agora com 30 a disputar. O Alvirrubro precisa ter um aproveitamento de 43% para chegar lá. E a vaga para a Série D está bem longe.

Previsão furada
O diretor executivo do Noroeste, Beto Souza, afirmou a mim e aos colegas do Jornada Esportiva, ainda em 2010, que o time marcaria nove pontos nas três primeiras rodadas do campeonato: venceria Santo André em casa, o Botafogo fora e um Corinthians vindo de curta pré-temporada, no Pacaembu. Como se sabe, passadas nove rodadas, essa pontuação ainda não foi alcançada.

Desafio

O questionamento de semana passada nesta coluna refletiu no Complexo Damião Garcia. A diretoria baixou o ingresso para R$ 30 e lançou um desafio aos torcedores: só manterá o preço para as próximas partidas se o público pagante contra o São Caetano alcançar 5 mil. Difícil, pois a arquibancada é reflexo do time em campo.
O Noroeste justificou ainda que não baixa mais o preço – o que é permitido pela Federação, como comprovado aqui – por não ter apoio do empresariado local para subsidiar tal ação, o que acontece em outras cidades, segundo o marketing do clube.
Por fim, o Norusca tentou ser coerente ao anunciar que qualquer promoção daqui pra frente não poderá ter preço do ingresso mais baixo do que aquele já adquirido com antecedência pelo torcedor “Primeira Pele”. Escorregou. Quem comprou o pacote entre o final de novembro e o início de janeiro pagou R$ 325 pelos nove jogos, o que resulta em pouco mais de R$ 36 por partida. Valor maior do que os R$ 30 atuais, evidentemente…

Timão mordido
Se ainda não convenceu, o Corinthians ao menos tem entrado com motivação extra em clássicos. As piadas dos rivais pela queda na Libertadores viraram elixir para o Timão, que fez convincente 3 a 1 sobre o Santos. O Alvinegro ainda descobriu que Fábio Santos é bom na bola parada.

Lucas, o cara
O moleque que arrebentou no Sul-Americano sub-20 já retornou ao Morumbi gastando a bola. No São Paulo, virou referência técnica, acima de Rivaldo. Finalmente cai do pé mais um fruto de Cotia.

Texto publicado na coluna Papo de Futebol, do jornal Bom Dia Bauru de 21 de fevereiro de 2011

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Coluna

Noroeste precisa de mais 13 pontos para não cair

Calculadora na mão

Dito e feito. O Noroeste perdeu para o Santos na Vila Belmiro – uma partida que não entrava na conta alvirrubra. Valia, como escrito na semana passada, como termômetro do time bauruense para o restante do campeonato, que segue produzindo ofensivamente – mas não pode desperdiçar pênalti, Zé! –, pois obrigou o goleiro Rafael a trabalhar duramente duas vezes.

Entretanto, a zaga ainda merece atenção. Ou melhor, o posicionamento defensivo. O primeiro gol do Peixe saiu de contra-ataque, após escanteio noroestino. Júlio César ficou na cobertura, marcando Zé Eduardo, e perdeu na corrida para ele. E o lado direito da zaga, com Cris, sofreu com as investidas de Diogo, que pedalou e driblou por ali como quis… O grande nome da retaguarda é Halisson.

Com isso, constata-se que melhor seria ter contratado um zagueiro experiente do que um meia. Victor Júnior, o novo reforço, é uma incógnita, mas com carimbo do treinador. Lori Sandri o treinou no Marítimo, de Portugal, na temporada 2008/2009. Além disso, o jogador é formado no futebol paranaense, base do trabalho do técnico alvirrubro.

Contas contra degola
Nas últimas seis edições do Paulistão, quem fez 21 pontos não caiu. Esse número, portanto, é uma boa referência para o Noroeste. Hoje com oito, faltam 13 para escapar. Com 33 por disputar, o Norusca precisa de um aproveitamento de 40%. Simplificando: vencer São Caetano, Ponte Preta e Grêmio Prudente no Alfredão (nove pontos) e conseguir mais quatro fora (uma vitória e um empate em seis jogos). Não incluí Palmeiras e São Paulo na conta, mesmo em casa. Pontuar contra esses grandes, então, tornará a tarefa melhor. Vendo assim, não parece difícil. Basta jogar bola direito.

Preço do ingresso
Quando anunciou os preços dos ingressos para este Paulistão, o Noroeste justificou os R$ 40 de arquibancada pela necessidade de cobrir custos da adaptação do estádio Alfredo de Castilho ao Estatuto do Torcedor – incluindo o sistema de monitoramento por vídeo. Ok. Nos últimos tempos, entretanto, a diretoria já se justificou baseada no preço mínimo estipulado pela Federação Paulista de Futebol, R$ 30. A coluna entrou em contato com a FPF e é possível, sim, praticar preços menores, como vêm fazendo vários clubes. Abre aspas para a resposta da entidade: “A FPF tem o poder, pelo Regulamento Geral de Competições, de estipular o valor dos ingressos para os campeonatos que ela organiza, mas dá autonomia ao clubes para colocarem seus preços, seja para mais ou menos de R$30,00. Para isto, o clube precisa comunicar a FPF via ofício”. A diretoria alvirrubra poderia ter mantido o argumento anterior…

É caro mesmo
As despesas (arbitragem e outras tantas taxas) a cada mando de campo estão na casa dos R$ 20mil. O Noroeste teve prejuízo em três de seus quatro jogos no Alfredão. Mesmo assim, tem uma receita líquida de bilheteria, até agora, de R$ 20.967,30 – a partida de estreia salvou os cofres. A média de público do clube é de 1.142 pagantes por partida. A sabedoria popular diz que os preços são majorados porque a maioria paga metade. Faz sentido: 83% dos ingressos vendidos pelo Norusca foram de meia-entrada.

Pacotes
Outra questão respondida pela Federação foi a respeito dos borderôs. Segunda a FPF, os ingressos comprados por pacote promocional estão incluídos nos boletins financeiros – apesar de não especificados. A coluna indagou o Noroeste sobre a quantidade de pacotes vendidos para os nove jogos e aguarda resposta.

Valeu, Ronaldo!
Hora de deixar o papo de gordo de lado e aplaudir o fechar das cortinas da brilhante carreira do Fenômeno. O maior ícone do futebol mundial nos últimos 15 anos.

Texto publicado na coluna PAPO DE FUTEBOL, do jornal BOM DIA BAURU, no dia 14 de fevereiro de 2011

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Noroeste

Noroeste perde para o Santos, mas com postura

Marcelinho disputa com Felipe Anderson, autor do segundo gol. Foto de Ricardo Saibun/Santos FC (inclusive home)

3-6-1 funcionou na Vila; time ainda perdeu pênalti, com Zé Carlos

Foi como se esperava: dificilmente o Santos perderia para o Noroeste na reabertura da Vila Belmiro. Confirmou seu favoritismo e assumiu provisoriamente a liderança do Paulistão ao vencer por 2 a 0 nesta sexta (11/2). A partida, entretanto, não foi fácil. Mesmo escalado de forma cautelosa, o Norusca criou boas chances e mostrou que tem, sim, condições de se manter na Série A1.

O Alvirrubro obrigou o goleiro Rafael a se esticar em duas difíceis defesas e ainda desperdiçou um pênalti, com Zé Carlos. Minutos depois, foi a vez de Elano desperdiçar penalidade máxima pelo Peixe. Ao final da oitava rodada, o Noroeste poderá voltar à zona de rebaixamento. O time volta a jogar no domingo (20), às 18h30, contra o São Bernardo, fora de casa. O lateral-esquerdo Gleidson, que recebeu o terceiro cartão amarelo, não joga.

Ao jogo, pois:

Primeiro tempo
Os minutos iniciais sãode tentativas do Santos de furar o bloqueio noroestino. Até que, aos oito minutos, Marcelinho serve Zé Carlos, que faz pivô e ajeita de peito para Ricardinho chutar no canto – Rafael defende. No minuto seguinte, o contra-ataque implacável: Diogo lança Zé Eduardo em velocidade, ela ganha de Matheus e escolhe o canto. 1 a 0.
Atualizado: quem perdeu na corrida foi o Júlio César, que estava marcando o Zé. O Matheus deu um pique impressionante para tentar consertar.
Ao contrário do que muitos poderiam pensar, o Norusca não deixa a porteira abrir. Chega ao ataque com Ricardinho, aos 16 (dividindo bola com o goleiro) e Marcelinho, aos 18 (chute fraco de longe). Mais Trem-Bala: aos 22, Gleidson faz boa jogada pela esquerda da área e cruza – Zé Carlos quase alcança.
Em jogada semelhante, aos 24, Diogo cruza e ninguém completa. Dois minutos depois, o Alvirrubro quase empata em linda jogada: Júlio César cruza da direita e encontra Zé na entrada da área; o camisa 9 domina no peito, solta a bomba no canto e Rafael pega com a ponta dos dedos.
O último lance relevante ocorre aos 29, quando Diogo dá elástico no zagueiro e cruza com perigo – a bola passa à frente da meta de André Luis, pedindo para ser chutada. No primeiro tempo, o camisa 1 noroestino não suja o uniforme.
Segundo tempo
A partida recomeça quente. E boa para o Noroeste. Aos 3, Giovanni invade a área e é atropelado por Edu Dracena. Zé Carlso, dois gols de pênalti no campeonato, encara o catimbeiro Rafael e perde, chutando rasteiro no canto esquerdo para fora.
Aos 7, é a vez de o Santos desperdiçar. Marcelinho derruba Diogo e Elano, artilheiro do Paulistão, chuta ao melhor estilo Roberto Baggio. A partida segue 1 a o.
E não poderia faltar o susto de Matheus… Aos 16, ele completa cruzamento na área, em belo cabeceio contra o próprio gol! A bola sai por cima.
Aleílson entra disposto e, aos 17, tabela com Ricardinho, mas é travado por Rafael. O Peixe responde aos 21, com Zé Eduardo chutando pra fora, com perigo. Cinco minutos depois, a única grande defesa de André Luis: ele espalma, à queima-roupa, chute de Zé Love.
O golpe final vem aos 24, em chute do jovem Felipe Anderson. Ele acerta o ângulo esquerdo. A partir daí, o Norusca perde força, mas também não passa sustos. Como foi dito no Canhota 10, importava saber como o Noroeste iria perder. E perdeu jogando bem, contra um time que estreará na Libertadores.
Série D? Está virando sonho. Rebaixamento? Um pesadelo possível, apesar de o time estar engrenando – devagar, mas engrenando. Provavelmente, o Noroeste estará na Série A1 em 2012.

Confira os melhores momentos da partida: