
Na segunda partida sob o comando do novo técnico, Marcos Kwiek, as gigantes deram trabalho no primeiro set, deixando a turma de Bernardinho desgarrar quando o placar marcava 20 a 18 — em 30min, fecharam em 25 a 19. O segundo set foi disputadíssimo, com real chance de triunfo para Bauru, mas o Rio acabou jogando um balde de água fria ao final de 33min, com 25 a 23. Aí vem a tal história de dar o máximo. Parece que, depois de tanto esforço em vão, acabou o gás. No terceiro set, quando o placar marcava 10 a 10, a ‘rexonense’ Carol castigou as meninas sem limites no saque, fazendo uma passagem de oito pontos. Aí, foi só administrar e fechar em 25 a 16 em 27min.

Além do saque de Carol, outro fator preponderante para a vitória carioca foi o bloqueio: 14 pontos contra apenas cinco das bauruenses. A derrota estacionou o time na nona posição, com 19 pontos, fora da zona de classificação.
A oposta Bruna Honório foi a maior pontuadora do Concilig, com dez pontos, seguida da ponteira Mari Helen, com oito. Erika, visivelmente ainda buscando a melhor forma, participou pouco da partida.
ABRE ASPAS
“Evoluiu muito nesse segundo turno e fizemos um jogo bom. Bobeamos no terceiro set, mas estamos crescendo. Estamos muito focadas, treinando muito forte e certamente estaremos melhores na próxima partida”, disse Bruna Honório à reportagem do canal Sportv.
PRÓXIMA PARTIDA
Na próxima terça, 2fev, às 20h, o Vôlei Bauru visita o São Caetano.
Atualizado: por pedido do Sportv, que transmitirá a partida, foi reagendada para 1/fev, às 18h30.
Foto: Ricardo Haleck

Dois jogos e duas vitórias. Esse é o retrospecto do Bauru Basket sobre o Quimsa, da Argentina, na Liga das Américas. Se em 2012 o Dragão fez valer o fator casa, nesta noite de 2016 venceu no ginásio dos argentinos: 

Não vai ser fácil. O adversário da estreia vem no estilo venezuelano de sempre: aposta na experiência. O Marinos de Anzoátegui tem média de idade de 31 anos (Bauru tem 27). Atual bicampeão venezuelano, lidera a Conferência Oriental da temporada 2015/2016, com sete vitórias em dez jogos. Será o jogo-chave para o avanço de Bauru. O escolta Jose Vargas é o cestinha do time na liga, com 13,5 pontos por jogo.
Num primeiro olhar, não há nenhuma baba. O Toros del Norte seria essa carta branca, mas com a chegada do pivô croata Bruno Sundov, o time da Nicarágua já ganha, pelo menos, status de zebra. Sundov tem 35 anos, 2m21 e foi o número 35 no draft de 1998 da NBA. Jogou por Maveriks, Pacers, Celtics, Cavaliers e Knicks e passou por nada menos do que 13 países até desembarcar no elenco que também se reforçou com os porto-riquenhos Gabriel Colón e Giovanni Jiménez — de escautes beeem discretos…
Na terceira rodada, o Dragão reencontra o Quimsa, adversário daquela