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Bauru Basket

Ao bater Paulistano, Bauru consegue terminar primeira fase em segundo

retranca-NBB(Direto da Panela) Mas pode chamar também de “Direto do Complexo Damião Garcia”, afinal, foi uma jornada dupla, um pé no estádio Alfredo de Castilho, outro no ginásio Panela de Pressão. Já vibrei quando ouvi que o início da partida pelo NBB estava atrasado por conta da transmissão da RedeTV! — pelas minhas contas, certamente pegaria um bom trecho do final. É que, desde as 16h, o Noroeste jogava sua vida na Série A3 — e respirou, vencendo o Fernandópolis por 4 a 0 — crônica do jogo aqui.

No intervalo do futebol, fui à Panela ver o finalzinho do primeiro quarto. Jogo amarrado, muito físico, lá e cá. Voltei com o último período começando, vantagem já construída depois de um terceiro quarto bom (fração de 18 a 12), que ajudou a aumentar a diferença depois de um primeiro tempo equilibrado (33 a 31). No último período, foi só administrar, o Paulistano entregue, nem a marra ao estilo Gustavinho estava afiada.

Do pouco que vi, fiquei animado com a disposição de Léo Meindl. Os aplausos da torcida e os cumprimentos dos colegas são o termômetro do quanto ele será importante nos playoffs, pois a saída de Ricardo acabou por transferir mais minutos para ele. Outro que se tornou vital foi Robert Day, o mais eficiente desta tarde, aliás. Jefferson já se parece com aquele ala-pivô que era decisivo em São José. E Alex é sempre Alex, não nega fogo.

Quanto aos que estão voltando de contusão, a partida foi importante, mesmo em poucos minutos. Hett respondeu bem quando exigido e Paulinho, apesar de uma chiadeira ou outra da torcida, ganhou um cumprimento especial de Demétrius ao final da partida. Como o próprio treinador disse (ouça abaixo), qualidade e repertório o camisa 3 tem. Basta ter confiança para colocar em prática.

BOLUDINHO
O armador argentino Stefano entrou faltando 1min31 para o fim da partida e, com a personalidade que já conhecemos, partiu para a cesta três vezes, sem medo de ser feliz. Em duas parou no aro, na terceira, foi engolido por Toyloy. Foi uma pena, ele fez tudo direitinho. No fim do jogo, tomou uma “bronca” de pai do capitão Alex.

ABRE ASPAS
Dê um play nas entrevistas pós-jogo que colhi na Panela.

Demétrius avaliou o desempenho do time e falou de Paulinho e dos playoffs:

 

Alex Garcia comentou sua ajuda ainda necessária na armação (eu disse numa pergunta sobre buscar o segundo lugar, mas já estava sacramentado; dá zero pra mim):

 

Paulinho Boracini falou de seu momento e de sua disposição para ir bem nos playoffs:

 

Falei também com o preparador físico Bruno Camargo, que deu um panorama de como o time chega para essa reta final da temporada:

 

NUMERALHA
Alex: 16 pontos, 7 rebotes, 3 assistências
Day: 16 pontos, 6 rebotes, 3 assistências
Jefferson: 15 pontos, 8 rebotes
Meindl: 12 pontos, 8 rebotes, 4 assistências, 4 roubos de bola
Murilo: 5 pontos, 4 rebotes, 2 assistências
Hettsheimeir: 5 pontos, 2 rebotes, 2 assistências
Wesley: 5 pontos, 2 rebotes
Paulinho: 4 pontos, 4 rebotes, 2 roubos de bola

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Noroeste

Com Marcão inspirado, Noroeste mata o jogo em meia hora e sai da zona da Série A3

retranca-ECN-A3(Direto do Alfredão) Respira, noroestino. Independentemente do que acontecer no domingo de Páscoa, o Noroeste termina a 17ª rodada da Série A4 fora da zona do rebaixamento. Ao vencer o Fernandópolis por 4 a 0, chegou aos 21 pontos e dormiu a noite de aleluia na 11ª posição, dois pontos acima da zona.

Eu cheguei a Alfredo de Castilho com dez minutos de jogo. Pasme, já estava 2 a 0, dois de Marcão. Não reclamei, apesar de odiar não ver bola na rede. Afinal, o Norusca estava precisando demais de sossego jogando em casa. Correr atrás de resultado nos minutos finais foi aquele sufoco até aqui. O primeiro ele completou após bate-rebate, o segundo foi outra fuzilada depois de tabelar com Rodrigo Menezes.

Rodrigo recuperou confiança na reta final da A3: outro bom jogo dele
Rodrigo recuperou confiança na reta final da A3: outro bom jogo dele

O terceiro e quarto gols eu vi. Belos tentos! Tuxa recebeu e velocidade e, da meia-lua, matou bonito no ângulo esquerdo do goleiro. Depois, Marcão foi lançado na ponta-esquerda, invadiu a área, cortou para o pé direito e bate de curva, no cantinho. Fosse domingo, pediria música. Alô, TV Tem, dá uma força pro nosso camisa 9!

Aos 32min de partida, fatura liquidada. Outras chances foram criadas, a ordem era não relaxar, não sofrer gols, não tomar cartão besta e melhorar o saldo de gols. Mas o segundo tempo acabou desacelerado. Tudo bem. Cumpriu a obrigação de chutar cachorro morto, o penúltimo colocado, e vai com confiança para a partida da sobrevivência, na próxima quarta (30/mar, 20h), contra o encrencado Primavera, 16º colocado.

ABRE ASPAS
Falei com o artilheiro do jogo, o bauruense Marcão:

E com o treinador Vitor Hugo, que estava com semblante aliviado, mas ainda vigilante:

 

O Alvirrubro goleou o Fefecê jogando com Roni; Guilherme, Marcão Vieira, Herick Samora e Hipólito; Maicon Douglas, Rodrigo (Octávio), Alemão e Tuxa (Ueslei); Everton (Cassiano) e Marcão.

Roni foi pouco exigido, mas trabalhou bem quando ameaçado
Roni foi pouco exigido, mas trabalhou bem quando ameaçado

PULINHO NA PANELA
No intervalo da partida, fui dar uma espiada em outro jogo decisivo. Paschoalotto Bauru e Paulistano decidiam quem ficaria com o segundo lugar da fase de classificação do NBB. Fui abordado por muita gente perguntando quanto estava o Norusca. Ao final da peleja da Série A3, peguei a reta final do basquete, com vitória dos bauruenses por 78 a 63.

 

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Noroeste

Noroeste cria pouco e não supera a catimba do Comercial

retranca-ECN-A3Depois de reencontrar a vitória, na última quarta-feira (3 a 2 sobre a Inter de Limeira), o Noroeste tinha uma dupla missão nesse sábado de forte calor: além de escapar do Z-6, voltar a vencer no Alfredão (jejum de quatro partidas). Não me recordo de ver o Norusca com uma sequência de aproveitamento tão baixo atuando em Bauru como agora. São apenas sete pontos conquistados em sete partidas na Vila Pacífico (aproveitamento de 33%). Os pontos perdidos da vez foram contra o Comercial de Ribeirão Preto, igualmente fugindo do fantasma. O placar não se mexeu… O Noroeste dorme em 13º, com 17 pontos, mas corre o risco de acordar na segunda na zona.

BOLA ROLANDO
Pra variar, o Noroeste teve mais volume de jogo, mais posse de bola, criou tramas ofensivas, mas pouco finalizou. Sem exagero: o goleiro comercialino não sujou o uniforme. No primeiro tempo, a zaga rebateu um cruzamento perigoso e Marcelo Santos chutou duas vezes sobre o travessão. Na segunda etapa, um chute de Marcão desviado pela zaga, um cruzamento rasteiro que atravessou a pequena área e novamente Marcão, no finalzinho, driblou o goleiro, mas perdeu o ângulo. Defesa do guapo, nenhuma. Já nosso Roni… Teve que trabalhar! Cara a cara com o ataque do Leão do Norte, fez duas defesas importantes na primeira metade do jogou e  outra na segunda.

Vitão e o ex-interino, Kami Mura: diálogo constante
Vitão e o ex-interino, Kami Mura: diálogo constante

AJUSTE E PROBLEMAS
O zagueiro Rafael Pontoli recebeu dois cartões amarelos ainda no primeiro tempo, deixando o Noroeste com um a menos. Não foi preciso repor imediatamente, pois o volante Maicon Douglas recuou para a quarta-zaga — já estava próximo dali mesmo, em marcação individual no atacante Negueba. Aos 19 do segundo tempo, foi a vez do outro camisa 3, Alemão, devolver equilíbrio numérico, também expulso com dois cartões.

Se ajustou a zaga facilmente, o técnico Vitor Hugo teve um desafio no ataque, leve demais. Toda hora é tranco em cima de Ueslei e Everton — além do baixinho Tuxa, a flecha que se aproxima deles. Difícil os moleques ganharem uma dividida em bola que vem quebrada da defesa. Os supergêmeos foram muito mal nesse jogo. Marcão entrou e deu mais presença ofensiva ao time, que pelo visto não pode jogar sem um legítimo camisa 9 para assumir umas trombadas lá na zona do agrião.

varlei-noroeste-comercialCATIMBA
Pô, um reencontro com Varlei de Carvalho, nome impregnado na história do clube e hoje no Comercial… Já estava bolando as perguntas, saber se há saudade, por que nunca mais voltou. Mas aí o treinador traz um time disposto tumultuar, fazer cera e ter até a capacidade de ignorar o fairplay, não devolvendo uma bola. E foi-se o encanto. Até expulso Varlei foi. Velhaco, demorou uma vida pra sair do campo. Andou devagar, parou na área técnica do pupilo Vitor Hugo e de lá passou umas instruções. Só com a insistência da polícia é que foi para o chuveiro mais cedo. Esse clima tenso da partida quase descambou para o arranca-rabo, mas a turma do deixa-disso apartou. Clima que começou fora do estádio, antes do jogo, em início de confronto entre noroestinos e comercialinos vindos de Ribeirão Preto. Sobrou gás de pimenta para os brigões.

Alemão foi um dos "menos piores" em campo
Alemão foi um dos “menos piores” em campo

ABRE ASPAS
“Faltou pontaria. O nosso ataque agrediu bastante a defesa do Comercial, tomamos alguns sustos, mas não podemos perder tantos gols dessa maneira. Agora é trabalhar novamente e buscar a vitória na quarta-feira”, disse o técnico Vitor Hugo, via assessoria, que avisou que neste domingo tem treino!

Falei com o lateral-esquerdo Hipólito

… e com o zagueiro Rafael Pontoli:

O Noroeste empatou mais uma em casa jogando com Roni; Guilherme, Rafael Pontoli, Herick Samora e Hipólito; Maicon Douglas, Alemão, Marcelo Santos (Rafael Olinto) e Tuxa (Marcão); Ueslei (Marinho) e Everton.

 

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Noroeste

Em mais um tropeço no Alfredão, Noroeste entra na zona da degola da Série A3

retranca-ECN-A3Se você é supersticioso, comemore. Quando o técnico Vitor Hugo foi contratado para tentar salvar o Noroeste na Série A3 de 2014, ele estreou com vitória no Alfredão (1 a 0 sobre o Novorizontino). Mas foi fogo de palha: desceu a ladeira depois e caiu para a Bezinha. Desta vez, novamente Vitão chega com a missão de salvador. Começou perdendo (2 a 0 para o Rio Preto) e, tomara, escreva uma história de ascensão a partir de agora.

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Como de costume, o Norusca criou chances, mas finalizou sem competência. E novamente assistiu ao ataque adversário balançar suas redes em vacilos de posicionamento da defesa. Vitor Hugo praticamente chegou e foi para o jogo, agora tem que intensificar os trabalhos para arrumar logo a casa, pois o Alvirrubro se encontra na zona do rebaixamento, com os empacados 13 pontos e agora bem longe do G-8 (oito pontos atrás), a apenas seis rodadas do fim.

O próximo desafio do Noroeste é um confronto direto de desesperados. Visita a Inter de Limeira, dia 16/qua, às 20h.

Marcelo voltou a atuar na lateral
Marcelo voltou a atuar na lateral

TENTATIVA
Chegando em cima da hora, com desfalques e querendo dar um choque de atitude no elenco, Vitor Hugo escalou o time num 3-5-2. Mas a derrota parcial ainda no primeiro tempo (gol de Márcio, aos 36min), fez o treinador mudar de ideia no intervalo, recolocando a equipe no 4-4-2. Guilherme entrou na direita e Marcelo Santos voltou a sua antiga posição, a lateral-esquerda. Tuxa entrou para dar velocidade ao ataque, depois Vitor Visa foi chamado para atuar ao lado de Marcão. Os três, aliás, tiveram chances cara a cara com o goleiro Juliano, mas falharam. O comandante tem pouco tempo para preparar o time até o próximo jogo. Vai ter que ser na base da conversa. Principalmente para orientar os defensores. O segundo gol, de Jonatas Obina (aos 15 da etapa final) foi de dar raiva: o rapaz estava livre na pequena área quando recebeu o cruzamento.

ABRE ASPAS
Na entrevista pós-jogo, ao repórter Jota Augusto (Auri-Verde/Jornada Esportiva), Vitor Hugo usou uma palavra importantíssima para o momento: tranquilidade. “Criamos oportunidades, mas infelizmente falhamos, no desespero de querer fazer o gol de qualquer jeito. Os jogadores estavam cansados da última viagem e sentiram o desgaste nos vinte minutos finais. Agora é ter tranquilidade. Vamos trabalhar. Quarta-feira é outra guerra. Até o final vai ser isso, mas temos que acreditar nos meninos. Só com trabalho poderemos sair dessa situação”, disse o técnico, que agendou treinamento para este domingo e avisou que, na segunda, o grupo treinará em dois períodos.

Vitão conversa com o time na parada técnica: haja conversa. Fotos: Bruno Freitas/EC Noroeste
Vitão conversa com o time na parada técnica: haja conversa. Fotos: Bruno Freitas/EC Noroeste

O Noroeste perdeu mais uma jogando com Roni; Marcão Vieira, Rafael Pontoli e Victor Matheus (Tuxa); Ueslei (Vitor Visa), Rafael Olinto, Alemão, Marcelo Santos e Octávio (Guilherme); Everton e Marcão.

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Bauru Basket

Paschoalotto Bauru, vice-campeão das Américas: com muito orgulho, com muita dor

rentranca-LDA2016Há dois tipos de frustração. Uma delas, aquela em que seu time é melhor, está melhor, mas negligencia, subestima e a vitória se derrete — essa foi a sensação amarga dos flamenguistas na semifinal. A outra frustração é a do merecimento, de quando o esforço desmedido e a superação não são recompensandos — esse é o sentimento dos bauruenses após perder a decisão da Liga das Américas para o Guaros de Lara (venezuelanos, donos da casa, donos da festa) por 84 a 79.

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Enquanto teve pernas, o Paschoalotto Bauru conduziu bem a partida, foi inteligente na vigilância do placar e justificou todo o temor do Guaros, que evitou o cruzamento com o Dragão na semifinal — e fica essa mancha na conquista venezuelana. Mas sem seus armadores titular e reserva, com Alex se desdobrando na posição e o menino Gui Santos tendo que amadurecer na marra , numa decisão continental — e fez o que pôde —, é compreensível que a equipe se desgastasse no decorrer da partida, ainda mais depois da carga mental e física da véspera.

Gui Santos: baita responsa e ele não comprometeu
Gui Santos: baita responsa e ele não comprometeu. Foto: José Jiménez-Tirado/Fiba Americas

Não há o que lamentar. Alguns não gostam da resignação, mas ela enobrece. Fortalece. A sensação de dever cumprido é fundamental para Bauru juntar os cacos para a reta final do NBB. Se já é certo que os guerreiros vão voltar ao solo brasileiro fisicamente arruinados, que aterrissem emocionalmente cicatrizados, já. E se faltar um pouquinho para fechar a ferida, que seja com o afago da Cidade Sem Limites. Pois merecem ser recebidos sob aplausos.

Quanto aos campeões, souberam minar as forças dos bauruenses. Forçaram o jogo interno e foram pendurando os titulares em faltas, o que cobrou um preço no último quarto, quando foi preciso afrouxar a marcação, sob pena de terminar a partida com os poucos reservas disponíveis. Suaram muito para bater o Dragão. O técnico Nestor Che García, na entrevista pós-festa ao site oficial da competição, chamou Bauru de “equipaço”, mostrando todo o respeito e mensurando o tamanho de sua vitória. O argentino, aliás, logo terá uma estátua na Venezuela… À frente da seleção, já ganhou um Sul-Americano, uma Copa América (com vaga na Olimpíada depois de 24 anos) e agora a inédita LDA para um clube do país. Um fenômeno, o seo Madruga.

A frustração está aqui, latente, mas resignada. Enquanto digito, revisito o jogo, tento encontrar onde foi que o time errou e não encontro. Ok, oito lances livres, chutes precipitados, mas tudo dentro de um roteiro que já tinha drama antes de a bola subir; que não teve final feliz, mas que emocionou. O que, no fim das contas, é o que vale.

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A melhor notícia deste Final Four: Murilo Becker voltou a atuar em alto nível. Foto, inclusive a do topo, que pode ir pra parede com orgulho: Caio Casagrande/13 Comunicação/Bauru Basket

ABRE ASPAS
dema“O time jogou no limite e mesmo assim não deixou de acreditar nenhum minuto. Isso mostra o comprometimento de cada um aqui dentro. Deixamos corpo e alma na quadra, tivemos muitos obstáculos para chegar até aqui, mas chegamos. Tivemos a chance de ganhar e são coisas de momentos de jogo. Temos que enaltecer a dedicação e esforço de cada um. Não desistimos em nenhum momento. Isso mostrou o coração que temos. Hoje jogamos com o coração”, disse o técnico Demétrius, via assessoria.

“O nosso time está de parabéns, lutamos até o final, cada jogador se doou até o último minuto. Não contamos com três jogadores muito importantes e os obstáculos foram aparecendo durante a partida. O time jogou no limite, lutamos até o fim chegamos muito longe. Isso só fortalece a equipe para o resto da temporada. Tenho muito orgulho em fazer parte dessa família”, comentou o ala-pivô Jefferson William.

NUMERALHA
Murilaço: 19 pontos, 4 rebotes, 2 assistências
Capitão América: 18 pontos, 9 rebotes, 6 assistências, 2 roubos
Léo Monstro: 15 pontos, 2 rebotes, 3 assistências, 1 toco
Jé: 12 pontos, 8 rebotes
Roberdei: 9 pontos, 4 rebotes
Wesley Joia do Brasil: 4 pontos, 4 rebotes
Gui Santos: 2 pontos, 3 rebotes, 2 assistências, 1 roubo e que batismo!