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12 gigantes do futebol brasileiro: na história, não no presente

É questão de almanaque: todo mundo sabe de cor os 12 gigantes do futebol brasileiro. Esse seleto grupo tem lugar cativo na primeira prateleira da história, mas as forças mudaram. Há grandes diminuindo e novos clubes com mais poder (econômico e competitivo). Confira a reflexão de Fernando Beagá:

O que significa a negociação do Real Madrid por Reinier? Assista!

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Luxemburgo no Palmeiras pode dar certo?

Depois do vídeo de apresentação, o primeiro vídeo, de fato, do seu novo canal sobre futebol no YouTube. Comento a chegada de Vanderlei Luxemburgo no Palmeiras, sobre o que pesa a favor dele nesta quinta passagem no clube alviverde — e o que pesa contra. Também falo da movimentação de outros times e seus novos treinadores. Assista:

Já sabe: estou começando do zero e preciso de seguidores, muitos seguidores. Curta, compartilhe, inscreva-se e ative o sininho! Até o próximo vídeo!

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Tabela da Copa Libertadores da América 2016

Confira as partidas da fase de grupos da Libertadores 2016

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Noroeste

Noroeste cogita trazer atacante Chico, do Palmeiras

Durante a goleada do Noroeste sobre o José Bonifácio, conversei com o presidente Emilio Brumati que, quando perguntado se viriam mais reforços, foi rápido: “Tá bom, né?” Ele se referia ao zagueiro Marcelinho, ao lateral-esquerdo Sávio e ao atacante Edson Negão, já regularizados para estrear na segunda fase e que de fato irão encorpar um elenco que já vem dando boa resposta. Mas deixou uma possibilidade no ar: “Podemos tentar trazer o Chico, sem custos, com o Palmeiras pagando os salários.”

Fotos: Cesar Greco/Fotoarena/Agência Palmeiras
Fotos: Cesar Greco/Fotoarena/Agência Palmeiras

Os trunfos para esse contato pelo atacante Chico, de 22 anos, são o fato de ele ser bauruense (filho de Sergio Clavero, ex-atacante do Norusca nos anos 1990 e treinador na base alvirrubra entre 2010 e 2013) e estar em fase final de recuperação de uma fratura no pé. Isto é: estar em casa e ter a oportunidade de voltar a atuar, já que no Palmeiras dificilmente terá espaço neste restante de temporada. Se arrebentar por aqui, entretanto, pode sensibilizar o técnico Marcelo Oliveira para 2016.

PROMISSOR
Chico começou no sub-15 do Noroeste, passou por Santo André (disputou a Copa SP júnior de 2011, um gol), Desportivo Brasil (seis gols na Copinha de 2012) até chegar ao Palmeiras (três gols na edição de 2013). Foi emprestado ao Santo André ainda em 2013, voltou ao Verdão no ano seguinte e entrou em campo duas vezes no Brasileirão. Aí, foi emprestando ao Joinville e compôs o grupo campeão da Série B 2014. Por fim, disputou o último Paulistão pelo São Bento (dez partidas, nenhum gol), quando fraturou o pé. Baixinho, veloz e bom finalizador, iria agregar bastante por aqui. Tomara que o negócio se concretize.

Abaixo, alguns lances do garoto:

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Coluna

Memória da Bola: o primeiro e grande Dudu, do Palmeiras

Por João Francisco Tidei de Lima

 

O OUTRO DUDU
O Palmeiras, como se viu, peitou São Paulo e Corinthians e ganhou a parada para trazer um tal de Dudu, com passagens pela Ucrânia, Grêmio de Porto Alegre, etc. Se esse cara jogar pelo menos a metade do que jogava o outro Dudu, cerca de  50 anos atrás, o Verdão terá fechado um grande negócio.

Olegário Toloi de Oliveira, apelido de Dudu, saiu de Araraquara para  desembarcar no Parque Antarctica, aos 25 anos, em 1964. Escalado como volante, formou dupla com o meia Ademir da Guia durante dez anos. Como aparece na foto acima, em pé, a partir da esquerda, Eurico, Leão, Luís Pereira, Alfredo, Dudu e Zeca; agachados, Edu, Leivinha, César, Ademir da Guia e Ney. Formação de 1973.

Colecionou títulos regionais e nacionais, além de representar, com o seu Palmeiras, a Seleção Brasileira na inauguração do Mineirão em 1965, vitória de 3 a 0 contra o velho rival, o Uruguai.

INÍCIO NA FERROVIÁRIA
Aquele Dudu, do imortal Palmeiras começou a carreira na inigualada Ferroviária, de Araraquara. Cidade-sede da saudosa Estrada de Ferro Araraquarense. Seguindo o exemplo dos colegas de Bauru, Campinas, Sorocaba, Botucatu e Assis, os ferroviários de Araraquara, à altura de 1950, resolveram fundar um clube de futebol, a Associação Ferroviária de Esportes. Hoje, nas divisões de baixo, como o E.C. Noroeste, a Ferroviária chegou à Primeirona em 1955, logo impôs respeito revelando jogadores e desafiando os grandes na classificação geral.

Conquistou um honroso terceiro lugar no Paulistão de 1959, vencido pelo Palmeiras. Quando também enfrentou o Corinthians, diante do maior público da história do extinto Parque São Jorge. Os 32.419 pagantes  presenciaram  a vitória – 2 a 0 – do Alvinegro, com lances como o da foto abaixo: defesa do goleiro Rosan, assediado pelo corintiano  Joaquinzinho e protegido pelo médio Dudu. Apitou o jogo Stephan Walter Glanz, da Federação Paulista de Futebol.

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joao-francisco-tideiJoão Francisco Tidei de Lima é historiador e professor universitário aposentado — passou pelos campi da Unesp de Assis e Bauru e pela USC. Possui especialização no Institut Européen des Hautes Études Internationales, da Universidade de Nice, na França. Organizou o arquivo do Museu Ferroviário de Bauru. Com experiência como  radialista, é autor do livro ‘Alô, Alô, ouvintes: uma história do rádio em Bauru’.