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Coluna

Fundo Municipal de Desenvolvimento Esportivo de Bauru

Em 2010, após anos de discussão sobre o assunto, o Prefeito Rodrigo Agostinho sancionou a Lei nº 5868/10, que criou o Conselho Municipal de Esportes (CME) e o Fundo Municipal de Desenvolvimento Esportivo, destinados a dar apoio financeiro a programas e projetos de caráter esportivo.

À época, essa lei foi apelidada de Lei Rouanet Municipal, pelo objetivo de beneficiar os esportistas da cidade, cujos projetos são inscritos e avaliados para concorrerem aos recursos disponíveis.

Ano após ano, porém, o assunto volta à discussão quando o CME divulga qual o valor da verba a ser destinada às modalidades e associações inscritas.

Essa discussão, inclusive, ocorreu no final do mês de abril, quando foi divulgada a tabela de destinações, contendo, por exemplo, o valor anual de R$ 15 mil ao Noroeste, montante muito menor que o destinado a categorias com menor expressão.

Diante disso, muitos leitores indagaram: como é feita essa divisão e a classificação das entidades beneficiadas? Vamos tentar explicar.

Primeiramente, é importante esclarecer que os valores que compõem o Fundo são provenientes de várias fontes, como dotações da Lei Orçamentária, doações, cessão de espaço publicitário em espaços esportivos, patrocínios, etc.

Pela Lei, esses recursos devem privilegiar políticas e trabalhos governamentais, podendo ser destinados ao desporto profissional ou não, bem como ao paradesporto.

Todos os anos, o CME apura o valor disponível e determina, após criterioso estudo, quais as modalidades e entidades beneficiadas. Depois de apresentada a proposta, esta vai para aprovação da Câmara Municipal e, em seguida, à sanção do prefeito.

A ideia principal do legislador foi destinar o Fundo para o desenvolvimento das atividades que não contam com amplo apoio privado, visando, primeiramente, a representação da cidade em Jogos Regionais e, após, a revelação do atleta para o cenário nacional, sempre com o carimbo de origem bauruense.

Por esse motivo, algumas entidades mais conhecidas como o Noroeste, o Bauru Basket e o Vôlei Bauru acabam recebendo um valor pequeno perto do tamanho de suas necessidades, o que se dá pela possibilidade de obterem com maior facilidade receitas advindas do setor particular, dada a exposição que possuem nas mídias nacionais.

Em sentido inverso, as categorias menores sofrem com a falta de patrocínio e mantêm suas atividades praticamente apenas com a verba vinda do Fundo, motivo pelo qual recebem um maior aporte.

Como cidadão bauruense, é gratificante ver os trabalhos realizados por entidades que recebem esses repasses, como a Associação Nova Era de Tênis de Mesa e a ABDA, já reveladoras de enormes sucessos.

A nós cabe, portanto, fiscalizar de perto a divisão e o repasse dessas verbas para que o escopo da lei seja sempre respeitado.

De igual modo, batalhar para que o Fundo possa aumentar ano a ano, com a possibilidade de auxiliar um número maior de projetos e atletas, inclusive os de maior expressão, fazendo com que Bauru seja sempre reconhecida pelo desenvolvimeto de seu esporte.

 

CARLOS ALBERTO MARTINS JÚNIOR é advogado, especialista em direito desportivo e atua no Freitas Martinho Advogados

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Esporte de Bauru

Pra cobrar depois: o plano do prefeito eleito de Bauru, Gazzetta, para o esporte

Clodoaldo Gazzetta mal se refez da merecida ressaca da festa da vitória e já atua como prefeito eleito de Bauru. Nessa segunda (30/out), reuniu-se com o prefeito Rodrigo Agostinho para combinar como será feita a transição. Aliás, fui testemunha do primeiro abraço entre os amigos celebrando o resultado, nos estúdios da 94FM. Entrevistávamos o atual gestor da cidade quando o próximo chegou. Dava pra ver na cara de Rodrigo a satisfação de para quem estava passando o bastão.

Ao que compete a este Canhota 10 e seus leitores, temos que ficar ligados no que Gazzetta irá fazer pelo esporte da cidade, desde as atividades de lazer até o alto rendimento competitivo. Planejamento há, detalhado em seu Plano de Governo — clique aqui para ler todo o conteúdo.

Arena municipal ainda é só um sonho... Imagem: Divulgação
Arena municipal ainda é só um sonho…

De cara, o candidato eleito pelo PSD fala em esporte e lazer como “fatores determinantes de qualidade de vida, com espaços públicos acolhedores, de encontro e vivência coletiva”, avisando que o objetivo é alcançar resultados a médio prazo. Ao contrário de seu adversário, Raul, não prometeu novos estádios distritais ou outras praças esportivas, preferindo falar em aproveitar estruturas existentes. Para nossa tristeza, não cita a Arena Bauru (foto), projeto que já está no papel e não foi viabilizado pelo governo Rodrigo. Fala em construir um Centro Olímpico e um de iniciação ao esporte, mas não fica claro se seriam espaços integrados a um ginásio poliesportivo. Fica a esperança do trechinho que fala em aproveitar “oportunidades de captação de recursos”.

O plano ainda fala que os equipamentos esportivos serão geridos de forma compartilhada e autossustentável, isto é, ele conta com a própria comunidade para ajudar a cuidar. Cogita-se fortemente que o secretário de esportes será o demista Neto Ranieri, atual gestor do futsal da FIB.

A seguir, a lista de propostas de Gazzetta para a Semel, pra gente guardar e cobrar:

• Rever a estrutura de cargos da Semel.

• Mapear todos os equipamentos esportivos públicos e fazer um inventário de todos os equipamentos da Semel.

• Desenvolver atividades físicas para grupos de risco (obesos, cardiopatas, idosos, etc), acompanhados por profissionais contratados que atuarão em espaços públicos já existentes.

• Definir um Plano Municipal de Desenvolvimento do Esporte para otimizar recursos, após diálogo com setores públicos e privados ligados ao esporte.

• Intensificar parcerias com universidades e oferecer estágios para desenvolvimento de atividades nos bairros, nas estruturas já existentes.

• Promover integração mensal para trocas de experiências, equipamentos e serviços entre as secretarias de Esporte, Educação, Obras, Assistência Social e Cultura.

• Resgatar o Programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, em Bauru, que promove inclusão social a crianças a partir de 6 anos.

• Implementar em Bauru o PELC (Programa Esporte e Lazer da Cidade), do Ministério do Esporte.

• Fomentar parcerias público-privadas para garantir investimentos em equipamentos esportivos e melhorar a participação de Bauru nos Jogos Regionais e nos Jogos Abertos.

• Colocar Bauru sempre como alternativa para realização dos Jogos Regionais, fortalecendo a visão de Bauru como centro regional do esporte.

• Construir o Centro Olímpico de Bauru, que vai funcionar como uma “oficina de campeões” para desenvolver o potencial de atletas que se destacam em diferentes modalidades em clubes e escolas

• Construir o CIE (Centro de Iniciação ao Esporte), conveniado ao Ministério do Esporte.

• Recuperar e revitalizar estádios distritais, ginásios e quadras.

Capacitar ligas e associações esportivas para elaborarem projetos técnicos e acompanhá-los, para estimular a automonia dessas entidades — aqui um trecho que remete aos times de alto rendimento (Bauru Basket, Noroeste, Vôlei Bauru, FIB). O outro, logo abaixo:

• Promover estudo de viabilidade financeira pare rever e ampliar a lei que destina 5% de isenção do ISS.

• Implantar o projeto Desporto de Base nas escolas municipais, para crianças e jovens de 6 a 15 anos.

• Analisar juridicamente a possibilidade de transferência direta de verba para modalidades esportivas e do Bolsa Atleta.

• Implementar o Passe Atleta, visando menor desgaste dos meios de transporte próprios da Semel.

• Realizar Jogos Escolares municipais em parceria com associações e ligas, selecionando os destaques para o Jogos da Juventude e para competições organizadas pela secretaria estadual.

• Viabilizar, em parceria com instituições de nível superior, tratamento fisioterápico gratuito para atletas de alto rendimento da cidade, incluindo os exames necessários.

Gazzetta e Toninho: obrigação moral de olhar para o Norusca
Gazzetta e Toninho: obrigação moral de olhar para o Norusca

NOROESTE
Depois do recente perrengue para renovar o aluguel do ginásio Panela de Pressão, via Semel, espera-se que a relação Noroeste/Prefeitura seja mais harmoniosa e que as decisões não se arrastem. Por um motivo simples: o vice-prefeito eleito, Toninho Gimenez, diretamente envolvido na vida política do clube há quase duas décadas. Por isso, é praticamente uma obrigação moral da futura gestão municipal olhar com carinho para o Norusca. Sobretudo somando-se o fato de que o presidente alvirrubro, Estevan Pegoraro, apoiou publicamente a dupla Gazzetta/Toninho.

É sabido que as leis restringem muito a ajuda do poder público a um clube profissional, mas, pelo menos, que não causem transtorno ao time. A sempre comentada possibilidade de repassar o Complexo Damião Garcia à Prefeitura, por exemplo, só pode virar realidade com muita cautela e a garantia de que naquele espaço se perpetuará o maior patrimônio esportivo da cidade.

Bom trabalho a eles!

 

Fotos: Divulgação

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Esportes

Chutão 2012: faça suas apostas!

A brincadeira começou como um bolão na empresa, para ver quem acertava mais resultados nos principais eventos esportivos do ano. Uma graninha simbólica para estimular e pronto: o chutão virou tradição. Agora, ganhou a rede. Não há premiação, mas é diversão garantida. Trabalho caprichado dos amigos Thompson e Paulão.

Acesse o CHUTÃO 2012, cadastre-se e mostre se você é fera em palpite.

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Esportes

Quem é quem no futebol brasileiro: balanço dos pontos corridos

Por Arthur Sales

A era dos pontos corridos modificou a organização dos clubes no Brasil. Melhor planejamento e regularidade passaram a ser premiados e, enquanto antes da nova fórmula era muito difícil fazer prognósticos, agora podemos tentar escolher os cinco, seis candidatos sem dar um total tiro no escuro. No Brasil, existem no mínimo 12 grandes equipes (quatro paulistas, quatro cariocas, duas mineiras e duas gaúchas) que em uma fórmula de mata-mata podem crescer e faturar o caneco. Nos pontos corridos, a situação é outra e o que já se pode enxergar nesses oito anos de disputa (estamos prestes a conhecer o nono campeão dos pontos corridos) é que alguns desses grandes se consolidaram entre a real elite do futebol brasileiro:

Os seis melhores ano a ano desde os primeiros pontos corridos

2003200420052006
1º Cruzeiro SantosCorinthiansSão Paulo
2º SantosAtlético ParanaesnseInternacionalInternacional
3º São PauloSão PauloGoiásGrêmio
4º São CaetanoPalmeirasPalmeirasSantos
5º CoritibaCorinthiansFluminenseParaná
6º InternacionalGoiásAtlético ParanaenseVasco
2007200820092010
1º São PauloSão PauloFlamengoFluminense
2º SantosGrêmioInternacionalCruzeiro
3º FlamengoCruzeiroSão PauloCorinthians
4º FluminensePalmeirasCruzeiroGrêmio
5º CruzeiroFlamengoPalmeirasAtlético Paranaense
6º GrêmioInternacionalAvaíBotafogo

São Paulo, Internacional e Cruzeiro são os mais regulares desde 2003. O Tricolor tem seis aparições no top 6, ficou de fora em 2005 (ano do título da Libertadores) e no ano passado. Inter e Cruzeiro têm cinco aparições, ficaram apenas três vezes fora do top 6. Nesse período, além da regularidade no Brasileirão, o Inter trouxe duas Libertadores para casa.

No segundo pelotão do futebol brasileiro, na era dos pontos corridos, aparecem Santos, Grêmio e Palmeiras. Destaque para o Alvinegro praiano, que além de ter quatro presenças no topo da tabela, conquistou uma Copa do Brasil e uma Libertadores.

Flamengo, Corinthians e Fluminense estiveram entre os seis melhores em três ocasiões e foram campeões da Copa do Brasil. Outro que esteve três vezes na parte de cima da tabela foi o Atlético Paranaense.

O Goiás, que está na Segundona, apareceu em 2004 e em 2005, enquanto Paraná, Avaí, São Caetano e Coritiba tiveram seus 15 minutos de fama com uma aparição. Vasco e Botafogo que ressurgem de dois anos para cá, também chegaram no top 6 uma vez nos últimos oito Brasileiros.

Número de presenças no top 6:
6  São Paulo (+ 1 Libertadores)
5  Internacional  (+ 2 Libertadores) e Cruzeiro (+ 1 Copa do Brasil)
4  Santos (+ 1 Libertadores + 1 Copa do Brasil), Grêmio e Palmeiras
3  Fluminense (+ 1 Copa do Brasil), Flamengo  (+ 1 Copa do Brasil), Corinthians  (+ 1 Copa do Brasil), Atlético-PR
2  Goiás
1  Vasco (+ 1 Copa do Brasil), Botafogo,Paraná, Avaí,São Caetano e Coritiba

São Paulo, incontestável
O São Paulo é o grande clube brasileiro da era dos pontos corridos, quando não ganhou estava ali e, quando não esteve ali, é porque estava lá, em Yokohama, conquistando o mundo. Nunca terminou um Brasileiro, desde 2003, na metade de baixo da tabela.

Internacional, o segundo
O Inter segue a mesma linha do São Paulo, sempre com bons times, com um pequeno desvio de rota em 2007, quando foi o 11º. Lembrando que o Inter foi o único brasileiro duas vezes campeão da Libertadores nesse período.

Palmeiras e o jejum de títulos
Santos, Grêmio, Palmeiras, Corinthians, Flamengo e Fluminense são os outros grandes que fazem bem o seu papel, nem sempre estão por lá, o que é absolutamente normal em um cenário com muitos outros fortes adversários – a oscilação é inevitável. Se analisarmos que o Palmeiras esteve tantas vezes entre os seis melhores quanto Santos, mais do que Corinthians, Flamengo e Fluminense e MUITO mais do que o Vasco (esses todos já puderam gritar É CAMPEÃO de 2003 para cá), é de se estranhar que o Alviverde esteja tanto tempo sem ganhar nada. Estar entre os seis melhores do Brasil significa ter uma equipe de respeito que faz frente a qualquer outra do país e da América do Sul. Ou falta sorte e competência na hora de decidir ou o extracampo atrapalha muito os jogadores do Palestra. Se tiver que escolher uma, fico com a segunda.

A verdade sobre os Atléticos
O maior Clube Atlético do Brasil é o Paranaense, não o Mineiro. O Furacão vira e mexe esta aí, foi vice em 2004, chegou à final da Libertadores em 2005 e foi quinto colocado no brasileiro do ano passado. Tudo bem que briga diretamente com o Galo para não cair em 2011, mas isso não é nenhum absurdo, e diga-se de passagem já aconteceu com o Alvinegro em 2005. Além do rebaixamento em 2005, o Alético Mineiro não tem sequer uma presença entre os seis melhores do país desde que a era dos pontos corridos começou. É um time que se consolida ano a ano como não-força do futebol brasileiro, apesar da apaixonante torcida.

Arthur Sales é estudante de Jornalismo da Unesp/Bauru, colaborador da webrádio Jornada Esportiva e edita o blog Doente 91

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CANHOTA 10 completa um ano!

Site/blog esportivo bauruense já se estabeleceu como veículo de webjornalismo

Digo site/blog porque, na verdade, o Canhota 10 é um blog com páginas. Mas chamo várias vezes de site, pela relevância das informações que publica e por já ser considerado parte integrante da mídia bauruense.

Quantas madrugadas, quantos chutes a gol, quantos arremessos… Lá se vai um ano canhotando, interagindo com internautas, pautando colegas de imprensa, dando crédito a eles também. O Canhota 10 cumpriu com louvor sua proposta de fazer diferente – o Noroeste e o Bauru Basket como você nunca leu. Levar ao torcedor a fórmula OPINIÃO + INFORMAÇÃO.

Quase consegui publicar um post por dia. Foram 348 textos publicados em 365 dias, que geraram 2.297 comentários. O número expressivo de manifestações se deve ao Campeonato Paulista, quando o Canhota 10 figurou na primeira página do Google ao pesquisar tabela+paulistao+2011 – ficando entre Uol, Globo Esporte e Federação Paulista. Período em que o número de visitas era de aproximadamente 2.000 por dia, alcançando o pico de 3.992 no dia 6 de fevereiro.

Hoje, passado esse furacão, o Canhota 10 se estabiliza entre o público que realmente interessa: o torcedor dos times profissionais de Bauru, esteja onde estiver nesse planeta Terra. São aproximadamente 5.500 visitas mensais, com tendência de alta depois da novidade atual – e exclusiva! -, o diário do Alienígena-brasuca Larry Taylor em seu período na Seleção Brasileira.

Números do Canhota 10
Um resumo deste primeiro ano de vida:
• 174.457 visitas
• 250.411 visualizações de página
• 137.766 visitantes únicos
• visitas de 1.463 cidades, de 81 países
(fonte: Google Analytics)

Patrocinadores acreditaram no trabalho, em especial a Mariflex a e ST Corretora de Seguros. E até grana do Google Adsense rendeu…

Entre tanta coisa bacana que foi publicada ou repercutida, listo o que vem à mente como relevante ou diferente:

• citações, além do parceiro Bom Dia, em outros veículos de imprensa da cidade, como Jornal da Cidade e 94FM.

• a modificação do motivo das estrelas sobre o escudo do Noroeste, após questionamento do Canhota 10

• a descoberta da tentativa do Norusca em marcar amistoso comemorativo do centenário contra o Remo, do Pará

• os raios-X detalhando as carreiras dos atletas contratados pelo Alvirrubro para o Paulistão (como este, do zagueiro Da Silva)

• a seção Fala, universitário!, que dá espaço a estudantes de Jornalismo que gostam de escrever sobre esporte

• os recados do treinador do Bauru Basket, Guerrinha, via ferramenta de comentários do Canhota 10

• as nem tão misteriosas fotos do atacante Diego, do Noroeste, no Shakhtar Donetsk, que o site descobriu e foi repercutido em sites ucranianos

• análises debruçadas nas estatísticas para entender as boas campanhas do Bauru Basket

• entrevistas exclusivas com personalidades do basquete, como Lula Ferreira e Pacheco

• seção Na gaveta, que reúne textos e entrevistas marcantes da minha caminhada como jornalista

• cobertura in loco de várias partidas do Noroeste e do Bauru Basket

• republicação da coluna Papo de Futebol, no jornal Bom Dia todas as segundas-feiras

Até que é muita história pra um ano!

Agradeço a atenção, a audiência e que sejam muitos e muitos anos canhotando. Grande abraço!!!

Fernando BH
jornalista, editor do Canhota 10