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Superliga: Vôlei Bauru perde jogo e quarto lugar em estreia fora de casa

retranca-superligaEm confronto direto pela quarta posição da primeira fase da Superliga, o Concilig Vôlei Bauru fez sua primeira partida fora de casa e não se saiu bem: foi derrotado por 3 sets a 0 (parciais de 25 a 23, 25 a 19 e 25 a 17) para o Rio do Sul, em 1h33min de partida. As catarinenses chegaram a 11 pontos e ultrapassaram as bauruenses, que seguem com nove, em quinto — um ponto à frente do Minas, que perdeu nesta quinta para o Praia Clube, de Uberlândia, que assume provisoriamente a liderança.

As principais pontuadoras pelas gigantes foram a oposta Bruna Honório, com dez pontos, e a ponteira Nayara Félix (oito).

As meninas voltam a jogar casa na próxima terça-feira (1/dez), às 19h30, contra São Caetano (décimo colocado).

ABRE ASPAS
“Nossa recepção não funcionou hoje, sabíamos que elas viriam com um saque forte, bem colocado, mesmo assim não conseguimos neutralizar esse que é o ponto forte do Rio do Sul”, diagnosticou o técnico Chico dos Santos, via assessoria.

“Sabíamos da pressão que seria jogar aqui, a cidade joga com o time e apoia o tempo todo. Poderíamos ter tido um pouco mais de calma em alguns lances, para decidir melhor as bolas, mas agora já foi. Temos que analisar o que fizemos de errado para melhorar na próxima partida e voltar a vencer”, avaliou Nayara Félix.

 

Foto: Fábio Barbosa/Vôlei Bauru

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Vôlei Bauru fecha “primeira perna” da tabela da Superliga com louvor

retranca-superligaEu queria que o Canhota 10 fosse uma robusta corporação da comunicação bauruense para ser onipresente no nosso esporte. Mas eu sou só um e deixo passar muita coisa. Não repercuti as vitórias do Concilig Vôlei Bauru sobre Valinhos e São Bernardo – nos liks estão a cobertura dos parceiraços de conteúdo do Locomotiva Esportiva, essa molecada impressionante.

Mas vale celebrar a atual quarta posição das gigantes na Superliga, após os quatro primeiros jogos, todos atuando em casa. Podemos chamar de “primeira perna”, com 75% de aproveitamento (foram três vitórias). Dentro da “normalidade”, seriam duas, mas as meninas bateram o Rio de Janeiro, de Bernardinho.

Agora, começa o vaivém de jogos fora de casa e na Panela — nesta sexta, às 20h15, encara o Rio do Sul, nos Pampas, depois o São Caetano na Panela e assim por diante. Será assim até o fim do primeiro turno.

No segundo turno, a tabela é espelhada. Os quatro primeiros confrontos serão longe de Bauru, depois, alterna-se novamente.

É sabido que as comandadas de Chico dos Santos enfrentaram outras adversárias além das oponentes do outro lado da rede: a ansiedade, o nível da elite nacional, a busca pelo entrosamento com a capitã Ana Tiemi, que demorou a pegar ritmo de jogo e ainda luta pelo seu melhor condicionamento, inclusive técnico. Por isso o início é animador. Por isso o ginásio merece encher mais. E a gente precisa aplaudir mais um projeto esportivo que coloca Bauru no mapa do esporte.

 

Foto: Marina Beppu/Vôlei Bauru

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O quê??? Bauru ganhou do time do Bernardinho? Ganhou

retranca-superligaPois é. Todo mundo já sabe do feito, aliás, este blogueiro está atrasado. Porque estava na festa da Nina — uma graça, aliás, temático dos Detetives do Prédio Azul, quem é pai sabe e deve assistir também — e foi dormir sem saber o resultado. No outro dia, assunto da manhã e eu: o quê??? Incredulidade natural, sem desmerecer as meninas. Estavam em sua segunda partida na história da Superliga, contra as atuais tricampeãs. A exemplo do que ocorreu contra Osasco, seria normal perder, mesmo na Panela. Mas ganharam. E como ganharam!!!

Mesmo com atraso, vale o registro. Uma vitória que já escreve um primeiro belo capítulo do Concilig Vôlei Bauru em sua trajetória no nacional. O primeiro triunfo na Superliga logo em cima das comandadas do multicampeão Bernardinho. Com garra, com alternância de placar, com viradas. Logo no primeiro set, um adverso 16 a 22 virou 26 a 24. Depois da resposta categórica do Rexona/Ades/Rio de Janeiro no segundo, por 25 a 17, as meninas controlaram todo o galope do placar na terceira parcial, fechando em 25 a 22. E fecharam num emocionante quarto set (27 a 25), salvando set point das cariocas. Foram 2h15 de muita vibração na Panela.

Triunfo para dar moral e que pode pesar na classificação final, pois não é todo dia que alguém bate as campeãs brasileiras, mesmo em casa. E principalmente para atrair mais torcedores. Nessas duas primeiras partidas, é inegável que muita gente foi ver Camila Brait, Ivna, Bernardinho, Natália… Mas que acabou se contagiando pela garra das gigantes e viu que outros grandes jogos vêm pela frente.

“Só quem convive em nosso dia a dia sabe da dedicação e empenho dessas meninas. Após o jogo contra Osasco, nós viemos treinar no domingo e todas estavam focadas em melhorar para esse jogo de hoje. Elas são muito merecedoras por essa vitória, pois estão ralando muito nos treinamentos para jogar em alto nível como nesta noite”, celebrou o técnico Chico dos Santos, via assessoria.

“Temos que saber que foi apenas o segundo jogo de uma longa jornada, não podemos nos empolgar demais com esse ótimo resultado. Que ele sirva de inspiração para muitos outros”, disse a ponteira Mari Cassemiro, maior pontuadora da partida (19 pontos) e eleita melhor em quadra.

 

O próximo desafio do Vôlei Bauru é neste sábado, às 19h30, de novo na Panela, contra Valinhos.

 

Foto: Marina Beppu/Vôlei Bauru

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Vôlei Bauru perde para Osasco na estreia na Superliga

retranca-superligaPode-se dizer que o Concilig Vôlei Bauru quebrou o gelo. Estreou na elite, já com jogo duríssimo, mas importante para testar a força das meninas, animar a Panela de Pressão e acostumar a Cidade Sem Limites a mais um filé do esporte. Apesar da derrota por 3 sets a 0 (parciais de 25 a 18, 25 a 21 e 25 a 23), em 1h37 de partida, ficou a impressão de que, no pelotão intermediário, as gigantes vão dar trabalho. O famoso time encardido. Fosse essa peleja no meio da fase de classificação, dificilmente Osasco aplicaria esse pneu.

Em entrevista pós-jogo ao repórter Luiz Lanzoni (Auri-Verde 760AM/Jornada Esportiva), a levantadora Ana Tiemi fez um bom diagnóstico da noite de estreia. “A gente não fez uma boa estreia, pelo que treinamos durante a semana. E foram treinos bons. O primeiro set foi ruim, o segundo médio e o terceiro bom, então, fomos evoluindo. Hoje, por ser estreia, estava todo mundo nervoso. Não poderemos ter esse jogo como parâmetro. Contra o Rexona vai ser melhor”, disse a camisa 1.

De fato, o time bauruense cochilou no primeiro set, permitindo que Osasco abrisse diferença a partir do décimo ponto. No segundo, encostou no placar mais de uma vez, mas não conseguiu evitar a diferença de quatro pontos ao final. Na última parcial, saiu na frente (7 a 4), mas permitiu a virada; vigiou de perto o placar, encostou em 20 a 21, mas errou na hora crucial.

“Nós montamos algumas estratégias de bloqueio, mas no final dos sets não conseguimos fazer. É um começo de trabalho e elas vão crescer bastante. Mas temos que crescer mais 240 por cento!”, avaliou o treinador Chico dos Santos.

“Conseguimos jogar de igual para igual em boa parte da partida e isso nos motiva bastante a buscar resultados melhores daqui pra frente”, comemorou a líbero Andressa, via assessoria.

As principais pontuadoras do Vôlei Bauru foram a oposta Bruna Honório, com 11 pontos, e a ponteira Mari Cassemiro (10). A oposta Ivna, de Osasco, finalizou 14 vezes e foi eleita a craque do jogo.

O próximo desafio é outra pedreira, também na Panela: o Rio de Janeiro, de Bernardinho, dia 17/nov/ter, às 19h30.

 

Foto: Marina Beppu/Vôlei Bauru

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Chegou a hora! Vôlei Bauru estreia na Superliga feminina

retranca-superligaÉ nesta sexta-feira (13/nov), às 19h30, na Panela de Pressão, mais um capítulo importante do esporte bauruense. Mais uma equipe que leva o nome da cidade à elite nacional de uma modalidade. Neste caso, o Concilig Vôlei Bauru, que estreia na Superliga feminina — e início de gala, contra o Vôlei Nestlé Osasco, atual campeão paulista.

As gigantes bauruenses, atuais campeãs brasileiras da segunda divisão — além do terceiro lugar no Paulista 2015 — têm tudo para cumprir a meta de ficar entre as oito melhores equipes. Mas podem, por que não?, sonhar com uma semifinal. Considerando que Osasco e Rio de Janeiro deverão estar entre os quatro finalistas, a briga das meninas pelas duas vagas restantes será contra Sesi, Minas e Praia Clube (de Uberlândia).

CONFIANÇA
“A boa campanha que fizemos no Paulista faz com que os adversários nos respeitem mais, mas também cria uma expectativa maior em relação ao nosso time. A Superliga é diferente, é bem mais difícil, pois possui equipes mais fortes. Sabemos das dificuldades que teremos pela frente, mas temos como objetivo ficar entre os oito melhores e chegar aos playoffs. Aí é outra competição e podemos beliscar uma vaga na semifinal”, confirma o treinador Chico dos Santos, via assessoria.

INGRESSOS
Para a partida contra o Osasco, os ingressos estarão à venda até as 18h desta sexta  na Concilig (Getúlio Vargas, 3-03) e na bilheteria da Panela a partir das 18h30. Este jogo terá uma promoção: todos pagam meia-entrada! Cadeira a R$ 30 e arquibancada a R$ 15. Há ainda um pacotão para as quatro primeiras partidas: cadeira sai a R$ 100 (R$ 25 por jogo, portanto) e arquiba a R$ 50 (R$ 12,50 por jogo). Vale a pena, até porque o jogo 2 (17/nov) será contra o Rio de Janeiro de Bernardinho. Quer virar sócio-torcedor? Detalhes aqui.

GUIA DA SUPERLIGA 2015/2016
Se quiser saber como chegam todas as equipes que disputam o nacional das meninas, a turma fera do Locomotiva Esportiva fez um material muito bacana. Clique aqui para conferir.

 

Foto (Natiele, Chico dos Santos e Ana Tiemi, no evento de lançamento da Superliga 2015/2016): Divulgação/CBV