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Com defesa forte, Paschoalotto Bauru vence Caxias no NBB

retranca-NBBApesar de o placar sugerir um passeio, não foi uma noite de gala do Paschoalotto Bauru, de ataque pouco inspirado. Foi a defesa, que não deixou o Caxias do Sul respirar, que garantiu a vitória por 78 a 51, a quarta em cinco jogos no NBB 8.

Os percentuais de acerto das duas equipes no ataque foi bem parecido, a diferença é que os gaúchos chutaram bem menos bolas (94 tiros dos bauruenses contra 54). Mérito da marcação sem cochilos dos guerreiros, depois de permitirem o passeio do Pinheiros dois dias antes.

Mais uma vez, o destaque bauruense foi Robert Day. O gringo está a fim de deixar um belo recado em seu último ano de contrato e garantir sua permanência. É o cestinha e o jogador mais eficiente do time até aqui. Além de sua especialidade (46,8% nos chutes de três), acrescentou ao jogo o rebote e a assistência, que antes beiravam o traço. Contra o Caxias, pegou nove sobras!

Destaque também para os primeiros dois pontos de Labbate com a camisa do Dragão, um ganchinho que levantou a galera. Mas o rapaz precisa treinar mais lances livres… Outro que sentiu o gostinho da primeira cesta foi o armador Stefano, a joia da base bauruense. O Boludinho guardou uma três!

O próximo compromisso do Paschoalotto Bauru é contra Brasília, dia 27/nov/sex, às 20h, na Capital Federal.

stefano-bauru-nbb
O argentino Stefano mostrou personalidade

BOLA QUICANDO
O galope da contagem é tímido no primeiro tempo. O quarto inicial, sobretudo (12 a 12), quando Bauru chuta oito bolas de três e não acerta nenhuma. No segundo período, finalmente o Dragão abre vantagem (parcial de 21 a 10) e só converte seu primeiro chute de fora no estouro do cronômetro, com o Especialista: 33 a 22.

No segundo tempo, o time da casa administra o placar. Se foram 1/14 nos triplos na etapa inicial, o aproveitamento melhora para 4/10 na metade final. Mas, somando o desempenho das duas equipes, o aro vai precisar de uns ajustes… Sem sobressaltos, o Paschoalotto vence as duas frações (24 a 18 e 21 a 11) e fecha sua quarta vitória no NBB.

ABRE ASPAS
Entrevistas ao repórter agudense Luiz Lanzoni (Auri-Verde/Jornada Esportiva)

“Estou muito feliz com a vitória do time. Ainda posso render muito mais e estou trabalhando pra isso. O time está me ajudando e com certeza vou melhorar junto com eles”, celebrou o pivô Labbate.

“Foi uma vitória muito importante, com o placar à frente o jogo inteiro. As bolas de três não caíram, mas buscamos outras formas de atacar, principalmente no poste baixo”, comentou o pivô Wesley Sena.

“Não tenho muito o que falar, não tenho palavras para descrever o que é jogar no adulto. Quando peguei a bola, só pensei em chutar. Por que não? Treino pra isso! Estou muito feliz, é uma sensação incrível e agradeço à torcida”, comemorou o armador Stefano.

“Ganhar é sempre importante. Nosso ataque ganhou consistência a partir do terceiro quarto, depois que garantimos a vitória nos dois primeiros na defesa”, avaliou o técnico Demétrius Ferracciú.

Meindl: números consistentes
Meindl: números consistentes

NUMERALHA
Roberdei: 17 pontos, 9 rebotes, 2 roubos de bola
Léo Monstro: 16 pontos, 6 rebotes, 3 roubos
Wesley Sena do Brasil: 13 pontos, 2 rebotes
Brabo: 13 pontos, 5 rebotes, 4 roubos
Canelaimeir: 8 pontos, 3 rebotes
Ligeirinho: 4 pontos, 3 rebotes, 5 assistências
Boludinho: 3 pontos
Labbate: 2 pontos, 3 rebotes
Eltink: 2 pontos
Magic Paulo: 2 rebotes, 6 assistências

 

Fotos: Caio Casagrande/Bauru Basket

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O quê??? Bauru perdeu do Pinheiros em casa? Perdeu

retranca-NBB

Pois é. Todo mundo já sabe do feito, aliás, este blogueiro está atrasado. Porque estava em São Paulo, na entrega do Prêmio Malu Super Mulher — uma das revistas que chefio na Editora Alto Astral. Vigiei pelo tempo real, no celular, e a colega Luly Zonta, notória amante do Dragão, veio me perguntar o resultado. “O quê??? Perdeu?” Incredulidade natural, sem desmerecer a molecada do Pinheiros. Mas ganharam. E como ganharam!!!

Mesmo com atraso, vale o registro. A primeira derrota (por 79 a 71) nesta oitava edição do NBB 8. E logo dentro de casa, com o adversário dominando o placar durante quase todo o tempo. Os gringos Holloway e Bennett desmontaram a defesa bauruense. A fase ainda é de ajustes táticos e vai ser com o bonde andando que o Paschoalotto Bauru encontrará seu melhor jogo.

Derrota para mexer com o moral do time. Pode até pesar na classificação final, por não estar na conta, mas este NBB está um perde-ganha tamanho que outros grandes deverão tropeçar — como Brasília perder para o Vitória, mesmo em Salvador. Mas foi um revés num momento ruim, em que o time precisa atrair mais torcedores. A diretoria agiu rápido: para a partida desta (20/11), às 20h, contra o Caxias do Sul, meia entrada (R$ 15) pra todo mundo!

“Nada deu certo hoje, tudo que programamos não cumprimos e não aconteceu, faltou intensidade e paciência. O erro foi nosso, temos que refletir e reverter esse resultado na sequência da competição”, avaliou o armador Ricardo Fischer, via assessoria.

No basquete é sempre importante ter o controle da partida e hoje isso não aconteceu com a gente. Acho que o primeiro passo após uma derrota é reconhecer os erros, assumir as nossas falhas e retomar o trabalho para encaixar novamente no jogo seguinte”, disse o técnico Demétrius Ferracciú.

NUMERALHA
Rafael: 17 pontos, 3 rebotes
Robert: 14 pontos, 5 rebotes, 4 assistências
Leonardo: 10 pontos, 5 rebotes
Alex: 9 pontos, 5 rebotes, 6 assistências, 2 roubos de bola
Ricardo: 8 pontos, 4 rebotes, 4 assistências
Jefferson: 7 pontos, 6 rebotes, 3 assistências
Wesley: 4 pontos, 1 rebotinho
Paulo: 2 pontinhos, 1 assistência…

MELHORES MOMENTOS

Foto: Caio Casagrande/Bauru Basket

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Paschoalotto Bauru constrói vitória tranquila sobre o Minas no NBB

retranca-NBBJogando em casa, a molecada do Minas bem que tentou correr atrás do prejuízo depois do intervalo, mas o consistente primeiro tempo do Paschoalotto Bauru na defesa garantiu a terceira vitória em três jogos no NBB 8, por 83 a 67. O bom público na Arena Minas, aconchegante ginásio na rua da Bahia, no charmoso bairro de Lourdes na capital mineira, reviu o técnico Demétrius Ferracciú, comandante do título mineiro de 2015 e agora do outro lado. O próximo desafio do Dragão é contra o Pinheiros, dia 18/nov/qua, na Panela, com transmissão web da LNB!

BOLA QUICANDO
O primeiro quarto decide a partida, com o passeio de 25 a 12 comandado por Day, o Especialistas (100% em três triplos) e por Jefferson William, também com nove pontos marcados. Já o segundo período é amarrado, uma parcial baixíssima (10 a 8 para o Dragão) e de intensa briga no garrafão, com dez rebotes para cada lado — o esforçado Labbate atua 4min e sai de escaute zerado, mas com duas violações.

No segundo tempo, o Paschoalotto administra vantagem construída. Perde a fração por dois pontos (24 a 26), comandado por Alex Garcia, que marca todos os seus 12 tentos no terceiro quarto — e Roberdei, o nome da noite mineira, guarda mais seis. Na parcial derradeira, Paulinho Boracini e Wesley Sena atuam todo o tempo e comandam os 23 a 22, fechando a partida em 83 a 67. Vale destacar que, na segunda etapa, o Dragão chuta APENAS sete bolas de fora e converte cinco (57% de aproveitamento).

No total, são 19 tentativas de triplos, com 42% de acerto. O time força o jogo embaixo, conquistando 25 pontos de lances livres e outros 34 no perímetro interno.

ABRE ASPAS
Aspas colhidas pelo colega Rafael Antônio (Auri-Verde 760AM/Jornada Esportiva)

“As oportunidades vão aparecendo aos poucos e eu ajudo como eu posso”, celebrou o pivô Wesley Sena, cada vez melhor.

“A cada jogo, a cada treino, a gente vai melhorando, assimilando o trabalho do Demétrius. A defesa melhorou, foi uma grande vitória, pois alguns times vão perder aqui. O time vai evoluindo”, disse o armador Ricardo Fischer.

“Eu estou me sentindo melhor do que no ano passado. Meu joelho doía bastante e fiz um trabalho de recuperação. Estou melhor fisicamente e isso está refletindo no meu jogo. A vitória foi positiva, mas não foi do jeito que queremos. Temos que melhorar nosso foco, manter a intensidade o jogo inteiro”,  analisou o nome do jogo, Robert Day.

“A equipe se comportou muito bem. Tivemos o domínio durante 36 minutos do jogo e ditamos o ritmo. Isso é o mais importante: estamos crescendo, defendendo bem e ganhar conjunto ofensivo e defensivo para crescer no campeonato. Soubemos variar opções, o time está amadurecendo e sabendo explorar a deficiência do adversário. O ponto-chave foi ter o controle do jogo e é normal oscilar nesse começo de trabalho”, avaliou o treinador Demétrius Ferracciú.

NUMERALHA
Roberdei, o Lenhador: 17 pontos, 5 rebotes, 3 assistências
Brabo: 12 pontos, 3 assistências
Jé: 11 pontos, 4 rebotes, 3 assistências
Magic Paulo: 11 pontos, 2 roubos de bola
Léo Monstro: 10 pontos, 8 rebotes
Crava, Sena: 9 pontos, 6 rebotes, 3 enterradas
Ligeirinho: 7 pontos, 8 rebotes, 3 assistências
Canelaimeir: 6 pontinhos…

GUIA DO NBB 8
Não leu ainda??? Está no link gigantesco aí do lado, com a imagem da capa. Vale a pena conferir.

 

Foto: Caio Casagrande/Bauru Basket

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Buscando ajustes, Paschoalotto Bauru supera Macaé

retranca-NBBQue o adversário não amedrontava e a vitória estava na conta, ok. Mesmo em um reinício de trabalho, seria um senhor tropeço perder para o esforçado Macaé. A vitória veio (88 a 64), mas o time não ficou satisfeito. Afinal, o momento é de ajustes e o entendimento com o novo pacote tático é com a bola em jogo. Erros e acertos vão surgindo, às custas de muita conversa, alguns pitos, mas tudo isso para forjar uma equipe que pretende terminar o NBB 8 com a taça. Como diria Faustão, “quem sabe faz ao vivo”. A turma está se virando nos 30 — digo, nos 24 segundos.

Com duas vitórias em dois jogos, o próximo desafio do Paschoalotto Bauru será contra o Minas, em Belo Horizonte, dia 12/nov/qui, às 19h30.

BOLA QUICANDO
O Dragão começa a partida bem no ataque, com bom aproveitamento, mas vacila na defesa. Não necessariamente no garrafão, onde permite apenas um rebote ofensivo dos fluminenses, mas nos chutes de longa distância — só o norte-americano Caleb Brown guarda três assim. Parcial do primeiro quarto: um apertado 22 a 21.

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No segundo período, aquela deslanchada necessária. Paulinho Boracini e Léo Meindl entram bem e puxam a pontuação dos guerreiros — em seis chutes triplos da dupla, quatro caem. Pressionado, o Macaé não consegue fluir seus ataques, desperdiçando chutes precipitados e sem conseguir encaixar uma assistência sequer. Assim, a fração é tranquila (24 a 12) e o descanso é merecido: — intervalo com 46 a 33.

O relaxamento, entretanto, adentra o terceiro quarto: não é que o vice-campeão carioca leva a melhor no período? Além de Caleb Brown, aparecem os experientes Márcio Dornelles e Eddy. Pelo lado bauruense, seria injusto dizer que Hettsheimeir jogou sozinho, afinal, a equipe trabalhou para que a bola chegasse nele, para mais uma etapa de seu “intensivão do jogo interno” — oito pontos fugindo da linha dos três. Mas é pouco para evitar a parcial de 16 a 21 para o Macaé (62 a 54).

Para não dar sustos na torcida, o Paschoalotto trata de matar o jogo antes de o cronômetro pressionar. Alex faz aquele trabalho físico de mano a mano lá embaixo, Day mostra porque ainda pode ser chamado de Especialista (dois triplos) e Wesley Sena também mostra seu repertório ofensivo. Já o Macaé consegue anotar apenas dez pontinhos (26 a 10) e despede-se de Bauru com uma derrota por 88 a 64.

ABRE ASPAS
Entrevistas pós-jogo ao Rafael Placce (Auri-Verde 760AM/Jornada Esportiva), hoje à beira da quadra:

“Parece besteira falar isso, porque a gente ganhou por 24 pontos, mas foi ruim demais. Jogamos mal, entramos moles. Temos que entrar todos os jogos como entramos contra o Flamengo”, disparou o armador Ricardo Fischer.

“Estou me sentindo em casa. Minha adaptação foi rápida por causa dos meus companheiros e estou jogando tranquilo, solto”, disse Léo Meindl, que também falou de seus minutos em quadra. “Tudo na vida são escolhas. Vim sem saber como ia ser, mas pra ser campeão. E coloquei na cabeça que os minutos que eu fosse jogar seriam os minutos da minha vida. E é isso que estou fazendo”. Falou bonito.

“Tem que estar focado o jogo inteiro, não importa o adversário. Pra não deixar ninguém insatisfeito, tem que jogar duro do início ao fim e, se o tornar o jogo fácil, dá pra colocar o pessoal que joga menos e assim a gente vai descansando para os próximos jogos. Eu sou da seguinte opinião: independentemente do que acontecer no ataque, a gente tem que marcar forte, tem que garantir nossa vitória na defesa. Se lá atrás a gente for forte, consistente, aqui na frente as coisas vão acontecer naturalmente. Não adianta querer ganhar no ataque e deixar o outro time jogar. Se puser um pré-mirim aqui e deixar jogar, a molecada mete bola! Tem que marcar firme do início ao fim para tirar a confiança do adversário e a gente crescer no nosso”, ensinou Alex Garcia, com a propriedade de ser o melhor defensor de todas as edições do NBB.

“Eu avalio o jogo positivamente, porque marcamos dois quartos muito bem. Na média, conseguimos o objetivo de tomar no máximo 65 pontos. O Macaé é uma equipe muito bem treinada e soube explorar o poder ofensivo jogando com cinco abertos e a gente teve que se adaptar durante o jogo. O mais importante é que tivemos um ataque que fluiu”, comentou o técnico Demétrius.

NUMERALHA
Rafa: 18 pontos, 5 rebotes
Alex: 15 pontos, 3 rebotes, 3 assistências
Léo 1: 13 pontos, 5 rebotes, 2 assistências
Day: 12 pontos, 2 rebotes, 3 assistências
Jé: 10 pontos, 7 assistências
Paulo: 10 pontos, 2 rebotes, 3 assistências
Sena: 6 pontos, 2 rebotes
Fischer: 3 pontos, 4 rebotes, 5 assistências
Léo 2: 1 ponto, 1 rebote
Lá, bate: 1 rebote, 1 toco

 

Foto: Caio Casagrande/Bauru Basket

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Paschoalotto Bauru bate o Flamengo na estreia do NBB 8

retranca-NBB(Direto da Panela) Sempre acho válido escrever isso: sem essa de revanche. O Flamengo continua campeão do NBB 7. A importância do vitória do Paschoalotto Bauru sobre o time carioca (77 a 73) tem outras implicações, de olho no futuro. Foram poucos dias de trabalho com o novo treinador, Demétrius Ferracciú, e mesmo assim a vitória veio — contra uma equipe que também está se acertando, é verdade. Melhor ainda: se são os dois favoritos a fechar a fase de classificação em primeiro, o Dragão já pula na frente num eventual desempate no confronto direto.

A comemorar, também, o fato de a Cidade Sem Limites ter inaugurado a competição. Coquetel no meio da tarde, Panela de Pressão cheia de recursos (telão, câmera do beijo, publicidade em LED, transmissão ao vivo, etc) e cheia de gente, mais de 2 mil pagantes.

Claro que havia no ar aquela interrogação de “como será sem Guerrinha?”, a torcida Fúria levou uma faixa para homenagear o “eterno paizão do projeto”, o nome dele foi gritado. Justo. Mas, como teria que ser, Demétrius foi bem acolhido, percebe-se que o grupo está animado com a mudança, bola pra frente.

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DESAJUSTE
Tenho dito isso em rodas de conversa e publico aqui: o empecilho do penta nacional do Flamengo está na armação. Rafa Luz ainda está se adaptando ao basquete brasileiro, percebe-se que está irritadiço. Tanto que Marquinhos teve que se desdobrar em quadra (distribuiu oito assistências!) para compensar a baixa produção ofensiva do colega — e de Gegê, que ficou 24min em quadra e saiu zerado em pontos e passes decisivos. Vejamos se no próximo duelo Ricardo x Luz, no segundo turno, as forças se equiparam. Por enquanto, o Ligeirinho sobra.

AS TAIS BOLAS DE TRÊS…
Elas nunca sairão do repertório dos atiradores de elite de Bauru. E vai demorar para equilibrar tentativas e acertos. Ainda foram muitos os chutes de fora (31), com um aproveitamento mediano (32%), muito por conta de exageros de Jefferson (1/8) e Alex (1/6), em noite descalibrada. Ainda bem que Ricardo (4/5) e Day (3/5) compensaram.

NO GRITO
O time tem muito pouco tempo de treinos táticos, com um cardápio completamente novo de jogadas. Por isso, os atletas têm que conversar muito durante as partidas. E se exaltar também. Ricardo e Hett discutiram no primeiro tempo. O Brabo deu uma sonora bronca no menino Sena. Todos tentando acertar.

SPARRING
O reforço Thiago Labbate ficou apenas 1min54 em quadra, pegou um rebote e levou um toco de cinema. Nos bastidores, o que se diz é que a principal função do pivô será exigir fisicamente de Hettsheimeir nos treinamentos, para tirá-lo da zona de conforto. O que vier a mais, é lucro. Mas ele é dedicado e vivencia a chance da carreira.

ABRE ASPAS

Roberdei, com visual lenhador, analisou a mudança do time:

 

Ricardo Fischer, cada dia melhor:

 

Demétrius avalia a estreia:

 

NUMERALHA
Ligeirinho: 18 pontos, 6 assistências
Canelaimer: 15 pontos, 4 rebotes
Brabo: 11 pontos, 6 rebotes, 7 assistências, 3 roubos de bola, 1 bronca
Léo Monstro: 11 pontos, 4 rebotes
O Especialista: 9 pontos
Jé: 8 pontos, 8 rebotes
Wesley Sena do Brasil: 5 pontos, 3 rebotes (e uma senhora cravada!)