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Noroeste joga bem, mas perde pênalti e só empata com o Flamengo de Guarulhos

retranca-ECN-A3(Direto do Alfredão) Pênalti. Esse aí de cima. Quarenta minutos do segundo tempo. Seria o gol da vitória, que seria muito merecida e colocaria o time na quinta colocação. Não foi gol e tome décima posição… O Noroeste apenas empatou em 1 a 1 com o Flamengo e chegou a nove pontos em seis jogos. Pra ficar atento: apenas três pontos acima da zona do rebaixamento.

ANÁLISE
O Norusca jogou bem, dominou a partida. Encurralou a encardida equipe de Guarulhos, que começou a rodada dividindo a liderança com Atibaia e São Carlos. Talvez tenha até abusado desse volume de jogo, trocando muitos passes ou tentanto dribles à frente da área. Poderia ter chutado mais de longe ou dado uma chuveiradas para ver o que aconteceria na famosa zona do agrião.

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O técnico interino Diego Kami Mura optou por repetir a escalação do empate com a Matonense, praticamente um 4-3-3, com a diferença, em relação à formação de Lela, de que os pontas recompõem para marcar. O meio jogou em triângulo, com Rafael Olinto na base, protegendo a defesa — bom cão de guarda —, Maicon Douglas (melhor em campo!) na direita e Marcelo Santos na esquerda; meias recuados, entregando a bola aos gêmeos, antes da intermediária, para que a levassem rumo ao gol.

SUBSTITUIÇÕES
Rafael Pontoli, joia da base e titular na Bezinha ano passado, fez sua estreia, mas nitidamente ainda não está inteiro fisicamente — ele entrou no lugar de Herick Samora, que saiu sentindo o pé direito. Marinho entrou bem no lugar de Ueslei: é canhoteiro, driblador — até um pouco fominha. O estreante Alemão substituiu o cansado Marcelo Santos e mostrou que tem bom passe e chegada. Deverá ser titular contra o São José no lugar de Ueslei — para fechar mais o meio atuando fora de casa.

noroeste-flamengo-golLANCES CAPITAIS
No primeiro tempo, apesar da superioridade, o Noroeste chegou apenas duas vezes com perigo. Aos 21min, quando Marcelo Santos foi lançado e chutou forte e Wagner espalmou; aos 40, abriu o placar: Hipólito lançou, o zagueirão Brumati furou de bicicleta e a bola sobrou para Vitor Visa escolher o canto (foto). O goleiro Roni assistiu à partida de dentro do campo.

Na segunda etapa, logo de cara Vitor Visa teve oportunidade dentro da área, mas isolou… O castigo veio aos sete, quando Rafael Pontoli não rifou e cedeu lateral, que foi cobrado em direção à área e Esquerdinha aproveitou o corta-luz de seu colega de ataque para chutar cruzado e empatar.

E o Flamengo quase virou, não fosse um milagre operado por Roni. Pressão, pressão, mas difícil encaixar o último passe. Até que Everton achou um pênalti, Visa pegou a bola (“agora eu se consagro”) e bateu muito mal… Acontece, falamos disso na entrevista, ele é garoto, mas, convenhamos: aos 40 do segundo tempo, não pode!

noroeste-flamengo-edsonBATE-BOCA
Uma cena curiosa durante o primeiro tempo. Turma do picolé, da tribuna, dizendo gentilezas ao técnico Edson Vieira. Ele volta-se com o dedo em riste: “Me respeitem. Eu já joguei aqui, vesti a camisa 10 do Noroeste. E joguei pra caralho. Me respeitem!”. Chamado de Maradoninha, Edson era meia e fez sucesso no futebol paranaense. Passou pelo Botafogo do Rio no final dos anos 1980 e defendeu o Norusca na Série A2 de 1997.

ABRE ASPAS
Visa, artilheiro do time (três gols), comentou a partida e seu erro:

 

O goleiro Roni falou de seu desempenho no jogo e da vontade de se firmar em Bauru:

 

O técnico interino Diego Kami Mura avaliou o desempenho do time:

 

 O Noroeste empatou jogando com Roni; Thiaguinho, Herick Samora (Rafael Pontoli), Victor Matheus e Hipólito; Rafael Olinto, Maicon Douglas e Marcelo Santos; Ueslei, Vitor Visa e Everton.

O próximo desafio será domigo (21/fev), às 16h, contra o São José, fora de casa. Maicon Douglas e Herick Samora pendurados.

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Bauru Basket

Antes da Liga das Américas, Paschoalotto Bauru bate Rio Claro pelo NBB

retranca-NBBPode-se dizer que foi um aperitivo antes do grupo E da Liga das Américas, um dos grupos semifinais da competição, que será disputado em Bauru a partir do próximo dia 19. Melhor ainda: foi uma partida difícil contra o Rio Claro, apesar de o placar (82 a 69) sugerir o contrário. Ótima oportunidade para reativar o ritmo de jogo do Dragão, que não atuava há dez dias e terá três pedreiras pela frente na #LDA2016.

A partida também marcou o reencontro do ala Gui Deodato com a torcida bauruense. O camisa 9, que disputou as sete primeiras edições do NBB pelo Bauru, foi homenageado e confessou que sentiu o golpe da emoção — até porque o “até breve” da reverência mostra que essa bela história ainda não terminou.

Com 17 vitórias em 21 partidas na oitava edição do NBB, os guerreiros seguem na cola do líder Flamengo. Agora, pausa para a “Libertadores do basquete”. Que a Panela esteja lotada.

BOLA QUICANDO
Rio Claro fechou o primeiro quarto na frente (20 a 27), principalmente, por conta de uma atuação quase perfeita do armador Eric Tatu (14 pontos no período, sendo quatro triplos). O Dragão conseguiu ajustar a defesa e conter a euforia do Leão, mas continuou produzindo pouco no atacando, fazendo uma magra fração (15 a 14) e indo em desvantagem para o vestiário (35 a 41).

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A partir do terceiro período, a reação. Hettsheimeir assumiu o protagonismo — ultrapassou a marca de 1.000 pontos no NBB — e foi o principal pontuador na parcial de 22 a 15. Com Ricardo Fischer fora (duas faltas técnicas) e sem Paulinho (contundido), o técnico Demétrius teve que apostar no menino Stefano, depois na experiência de Alex Garcia, que assumiu a armação (distribuiu cinco assistências no quarto final). O Rio Claro chegou a encostar no placar (apenas três pontos atrás a 2min53 do fim), mas acabou sucumbindo à artilharia bauruense.

ABRE ASPAS
Entrevistas ao repórter Luiz Lanzoni (Auri-Verde 760AM/Jornada Esportiva)

“Eu saí porque tomei um arranhão do outro olho. O pessoal pede para eu jogar de óculos, mas não dá, embaça muito. Foi só um susto, está tudo certo. Eu estou me dedicando, lutando e fiquei feliz demais pela condição física, aguentei mais de dez minutos seguidos. Estou bem, tenho muito a melhorar, mas estou ajudando”, comemorou o pivô Murilo Becker.

“Foram duas etapas bem distintas. Fomos muito desconcentrados no primeiro e segundo quartos, depois voltamos a ter o domínio. Temos que levar de lição este jogo, ter uma constância maior para não deixar o adversário crescer na partida. Estamos tentando adaptar a equipe ao máximo à ausência do Paulinho. Isso não é rápido e, por isso, essa vitória foi do time. Assim, a gente se torna mais forte”, avaliou o técnico Demétrius Ferracciú.

“Eles conseguiram me desequilibrar emocionalmente. Fiquei extremamente emocionado, segurei para não chorar. Nunca vou conseguir agradecer pelo que fizeram por mim”, disse o ala Gui Deodato, que foi homenageado pelo Bauru Basket.

NUMERALHA
Mil vezes, Hett: 19 pontos, 6 rebotes, 2 roubos de bola
Day: 15 pontos, 5 rebotes, 2 assitências, 2 roubos
Meindl: 13 pontos, 5 rebotes, 3 assistências, 4 roubos
Jefferson: 12 pontos, 4 rebotes
Murilo: 10 pontos, 8 rebotes
Ricardo: 6 pontos, 5 rebotes
Alex: 6 pontos, 3 rebotes, 6 assistências
Wesley: 2 pontos, 2 rebotes
Stefano: 2 rebotes
Eltink: 1 rebote

 

Foto: Caio Casagrande/Bauru Basket

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Noroeste

Noroeste traz pontinho precioso de Matão

retranca-ECN-A3Debaixo de um belo sol, a Matonense cansou, mas o aguerrido Noroeste seguiu correndo até o fim. Perseguiu o empate e conseguiu aos 42min do segundo tempo! O placar de 1 a 1, pelas circunstâncias, tem que ser comemorado. Também porque arrancar pontos fora de casa é sempre um diferencial na sobrevivência da Série A3. Assim, o Norusca chega a oito pontos, mas só saberemos se termina a quinta rodada no G-8 depois que todas as partidas se realizarem.

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Claro que a Matonense é mais fraca, que o resultado poderia ter sido a vitória, que no gol do time da casa a zaga alvirrubra assistiu à jogada de forma passiva — aos 40 primeiro tempo, quando Ademir, livre, empurrou para o gol após troca de passes. Mas a metade cheia do copo mostra que os jogadores sabem se adaptar a mudanças táticas — mais uma vez Marcelo Santos recuou para a volância (como diz Alê Oliveira). E o banco de reservas entra para decidir, mostrando a força do plantel. O herói da vez foi o estreante Marinho, meia-atacante cujo potencial gerou expectativa na torcida. Ele se aproveitou de um forte lateral cobrado por Hipólito na área e chegou fuzilando de canhota — imagem da celebração do gol, acima, pela lente de Cris Simão, do Jornada Esportiva.

Em sua jogada característica, Marcão protege a bola. Foto: Gustavão Lopes/Avante, Rubro!
Em sua jogada característica, Marcão protege a bola. Foto: Gustavão Lopes/Avante, Rubro!

COISAS DO FUTEBOL
Como é o nosso esporte favorito… O gol noroestino teve a assistência do lateral-esquerdo Hipólito, que vem jogando bem, e a definição de Marinho. Ambos chegaram como enormes interrogações. Hipólito, criado no América mineiro, passou pela terceira divisão espanhola e no último semestre estava no futebol amador de Belo Horizonte. Já Marinho, que teve sucesso na carreira universitária nos Estados Unidos (49 gols em três temporadas), estava na quarta liga ianque, que é semiprofissional. Ambos precisavam de uma chance, uma vitrine, e começaram bem no Noroeste.

PENDURADOS
Com os cartões amarelos recebidos, Herick Samora e Hipólito se juntam a Maicon Douglas com dois cartões acumulados na competição.

ABRE ASPAS
“Deu tudo certo como a gente combinou: entrei e pude fazer o gol. O empate fora de casa é bom. Não foi nosso melhor futebol, mas vamos melhorar para quarta-feira”, comentou o meia-atacante Marinho à repórter Fabiana Mingoni, da Rede Vida.

“A derrota não seria justa. Tivemos volume de jogo. A molecada foi heroica e tem mostrado poder de superação. Estão realizando o que acredito como conceito de futebol: marcar no campo do adversário”, comemorou o técnico interino Diego Kami Mura, em entrevista ao Jota Augusto (Auri-Verde 760AM/Jornada Esportiva).

O Noroeste empatou em Matão jogando com Roni; Thiaguinho Félix, Herick Samora, Victor Matheus e Hipólito; Rafael Olinto (Marinho), Maicon Douglas, Marcelo Santos e Ueslei (Tuxa); Everton e Marcão (Vitor Visa).

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Noroeste

Noroeste vence Sertãozinho de virada, ganha moral e entra no G-8 da Série A3

retranca-ECN-A3A chuva que caiu forte em Bauru minutos depois da vitória do Noroeste sobre o Sertãozinho, por 2 a 1, foi muito simbólica: lavou a alma alvirrubra. Desenhava-se uma derrota para se lamentar, quando se via o time mais arrumado e brigando em campo. Até que o menino Everton, que havia protagonizado todas as chances de gol do time, resolveu a parada. Assim, o Norusca chegou a sete pontos em quatro partidas, alcançou a oitava posição na Série A3 (dentro da zona de classificação para a segunda fase) e acalmou o coração da torcida.

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Na crônica da vitória sobre o Grêmio Barueri, comentei que o Touro dos Canaviais seria um adversário capaz de mensurar melhor o potencial do time — já que o time da Grande São Paulo era só um rascunho. Pois bem. A equipe, comandada interinamente por Diego Kami Mura após a demissão de Lela, ficou menos vulnerável defensivamente (atuou no 4-4-2) e teme mais variações ofensivas, sobretudo com a incansável movimentação de Everton e as boas opções que vieram do banco.

BOLA ROLANDO
É verdade que houve falha no gol do Sertãozinho, marcado pelo zagueiro Fred aos 30 do primeiro tempo. Vacilo na bola parada, pois ele cabeceou livre no meio do mar vermelho. E foi só. O goleiro Roni pouco trabalhou na partida. Do lado noroestino, Everton fez o goleiro Ronaldo trabalhar logo a 2min e aos 43, quando recebeu belo passe de Marcão, após o camisa 9 girar como pivô, sua característica.

noroeste-everton
Everton comemora seu gol com Kami Mura

No segundo tempo, Kami Mura não demorou para tirar o volante Rodrigo, que mais uma vez não foi bem — dessa vez atuando um pouco mais adiantado. Ueslei, o irmão gêmeo de Everton, botou velocidade na ligação, caiu pelas beiradas, agitou a partida. Vale destacar que Marcelo Santos carimbou todas as bolas na transição, com seu passe de qualidade. E acalmou o time quando recuou para segundo volante — Tuxa entrou no lugar do camia 2 Guilherme e o volante Rafael Olinto foi para a lateral. Outro que entrou (no lugar de Marcão) foi Vitor Visa e novamente decisivo, como fora contra o Grêmio Osasco. No lugar certo na hora certa, completou de cabeça o cruzamento de Everton, aos 36. Três minutos antes, o ligeiro camisa 11 que veio do Palmeiras havia empatado — ele que já tinha exigido defesa do goleiro aos 31.

Depois da virada, o Sertãozinho, que vinha cozinhando o jogo, resolveu pressionar, mas a zaga alvirrubra soube abafar. Uma catimba aqui, uma demora do gandula ali e pronto: veio a vitória, o alívio de não pertencer ao fundão da tabela e a esperança de chegar longe. Se não é o elenco dos sonhos, parece raçudo e disposto. Avante!

Marcelo Santos foi maestro: cabeça erguida e cadência
Marcelo Santos foi maestro: cabeça erguida e cadência

NOVO TÉCNICO?
Sim, vai ter. Falei com o vice-presidente Rafael Padilha e ele foi taxativo: não quer queimar Kami Mura, um excelente funcionário do clube, que tem moral com o grupo e, em sua função, seguirá ajudando e muito a equipe. A diretoria segue trabalhando em busca desse novo nome.

PAIXÃO SEM LIMITES
No setor das tribunas, estavam nomes ligados ao Paschoalotto Bauru Basket (o diretor Vitinho Jacob), ao Vôlei Bauru (os irmão Mandaliti, da patrocinadora Concilig) e ao futsal da FIB (o técnico Elton Carvalho). O Noroeste é uma cachaça mesmo. Todos torcendo, discutindo jogadas, cumprimentando o estafe alvirrubro. Muito bom ver esse clima. Aliás, os quase 1.200 pagantes surpreenderam positivamente. Que venham mais!

PENDURADO
O volante Maicon Douglas recebeu seu segundo cartão amarelo na competição. Samora, Hipólito, Sigmar, Marcão e Vitor Visa têm um.

ABRE ASPAS
Conversa com o técnico interino Diego Kami Mura, que avaliou a vitória:

 

Papo com os irmãos palmeirenses Everton e Ueslei, destaques da vitória, intermediado pelo Canhota e pelo colega Alexandre Azank, da TV Tem:

 

O Norusca venceu de forma empolgante jogando com Roni; Guilherme (Tuxa), Herick Samora, Victor Matheus e Hipólito; Rafael Olinto, Maicon Douglas, Rodrigo (Ueslei) e Marcelo Santos; Everton e Marcão (Vitor Visa).

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Noroeste

Noroeste vence a primeira na A3, mas segue sob desconfiança

retranca-ECN-A3É como dizem os pais da Damires, não fez mais do que a obrigação. Se o Noroeste não ganhasse do Grêmio Barueri, não ganharia de ninguém. Não foi convincente — e isso preocupa –, mas trouxe os três pontos com a vitória por 2 a 0. Também não foi uma negação, pois colocou bola na trave e fez o goleiro adversário trabalhar. Enfim, mais uma rodada, mais uma convivência no vestiário, mais elementos para discutir e tentar melhorar.

Na próxima quarta (10/fev), no Alfredão, às 20h, o Sertãozinho será um adversário importante para finalmente medirmos a ambição dessa equipe. O Touro dos Canaviais montou um elenco para subir, mas ainda não se encontrou — perdeu em casa para o São José genérico — e virá a Bauru disposto a melhorar sua pontuação.

Em Barueri, o Norusca enfrentou uma equipe capenga, que colocou o goleiro reserva na linha. Quem esteve em campo deu o máximo, jogou com dignidade, mas era um rascunho de time, por isso a obrigação alvirrubra. Para se ter uma ideia do perrengue, a fala do zagueiro Dênis, bauruense que ano passado jogou no amador, pelo Oriente, eleito o melhor de sua posição. Tentando a sorte mais uma vez entre profissionais, está com a esposa grávida e disse ao repórter Jota Augusto: “Quero pedir paciência pra minha família, que as coisas vão melhorar. Não tem Carnaval, a situação está difícil e temos que trabalhar”.

Outro personagem da partida também é bauruense: o centroavante Marcão, autor dos dois gols (aos 13 e aos 22min). Importantíssimo para um camisa 9 desencantar e pegar confiança. Que tenha sido o abrir da porteira.

Avante, Norusca. Vejamos se ainda há o que desencantar nesse time. O técnico Lela segue sob desconfiança, a torcida pede mudanças na escalação. Mas pede, sobretudo, motivos para ter esperança no acesso.

ABRE ASPAS
“A gente sabia que não poderia falhar. Mas ainda temos que fazer um jogo convincente diante da nossa torcida”, resumiu o zagueiro Herick Samora à transmissão da Auri-Verde 760AM/Jornada Esportiva.

“Pude ajudar a equipe a voltar para Bauru com os três pontos. Se sobrar, tem que botar pra dentro, sem quem for o adversário”, comemorou o atacante Marcão.

O Noroeste venceu jogando com Roni; Guilherme, Herick Samora, Victor Matheus e Hipólito; Sigmar (Maicon Douglas), Rodrigo e Marcelo Santos; Cassiano (Vitor Visa), Marcão e Everton (Ueslei)

 

Fotos: Gustavão Lopes/Avante, Rubro!