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Itabom/Bauru, único invicto do NBB4!!!

É um grande feito, sem dúvida. Ainda mais vencendo São José, adversário que já virou rival pelos duelos recentes.

O time vacilou em alguns momentos, mas seguiu a tradição de deslanchar no quarto período.

Desta vez, entretando, o badalado reforço Nathan Thomas ficou devendo. Foi bem na defesa, pegou rebotes, mas passou zerado no ataque – ainda fica inseguro em definir lances, se eu fosse ele, com tamanho vigor físico, bateria pra dentro sem medo… rs

Confira minha matéria sobre a vitória bauruense lá no Basketeria.

Já é tarde, envio detalhes no domingão, com fotos da partida… Abraço!

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Bauru encara São José na rodada 4 do NBB

Quarta rodada, mas terceiro jogo dos guerreiros, que folgaram na primeira jornada.

Confira o texto pré-jogo que assino para o Basketeria.

Por aqui, deixo uma fala do ala Gui. Pense num menino bom. É o Guilherme Deodato. Já ouvi histórias em off da determinação desse moleque, da vontade de acertar, vencer no basquete e, consequentemente, na vida.

Pois perguntei para ele, juro, sem querer polemizar, o que achou das declarações do treinador Guerrinha, de que os jovens do time não estão fazendo o revezamento render. Veja o que ele respondeu:

“Assimilei a bronca. Ele [Guerrinha] não estava errado… Estou me sentindo bem faz tempo, só não estão acontencendo algumas coisas para mim. Logo mais entra nos eixos. Estou pronto!”

Só posso desejar muito sucesso para esse jovem guerreiro.

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Bauru vence Joinville e segue invicto

Dois jogos, duas vitórias. Ainda não está aquela maravilha, mas pelo menos o fator casa está prevalecendo. Nota para o estreante Nathan Thomas, que tem um vigor físico impressionante! Ainda é afobado, mas tem potencial. Já começou com uma rebodunk!

Confira a crônica do jogo lá no Basketeria, conteúdo parceiro do Canhota 10, para quem fiz cobertura presencial.

Abaixo, alguns cliques do jogo, feitos por mim mesmo!

Larry aperta a marcação: Alienígena completou 100 jogos pelo NBB
Nathan Thomas e Pilar deverão disputar a titularidade da posição 3 durante o NBB4
Bastidores: os treinadores Guerrinha e Neto trocam ideias. À direita, mão na massa: o gerente da Liga, Sergio Domenici, cola pessoalmente adesivos do NBB na tabela, ao lado do diretor do Bauru, Vitinho Jacob
Estratégia: Guerrinha e Neto orientam seus jogadores
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Hoje tem Bauru Basket!

Depois da estreia decepcionante contra Vila Velha (vitória que não empolgou), o Itabom/Bauru recebe adversário mais difícil hoje (24/11), no ginásio da Luso.

Confira mais detalhes do confronto na reportagem que assinei com Luís Araújo para o Basketeria, aqui.

A grande dúvida é se Nathan Thomas vai para o jogo, por problemas burocráticos.

Aliás, hoje farei cobertura presencial para o maior portal brasileiro de basquete. Acompanhe em tempo real no twitter @basketeria e confira a matéria pós-jogo, mais tarde, lá no Basketeria.

Abraço!

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Itabom/Bauru vence na estreia do NBB 4 sem empolgar

Direto da Luso

O placar até que foi folgado (91 a 77), mas o time não jogou bem contra Vila Velha – a ponto de irritar tanto o técnico Guerrinha que ele deu uma baita bronca no vestiário após a partida.

Por enquanto, digo que foi frustrante não poder ver a estreia de Nathan Thomas, que teve problemas na documentação. Que Larry anotou um triplo-duplo (dez pontos, dez rebotes, 12 assistências).

Outra nota bacana do jogo foi a volta de Thyago Aleo, recuperado de lesão no púbis. “Senti a falta de ritmo de jogo e não podia perder aquela bola sozinha. Mas tudo isso é vontade, treinei a semana inteira e queria mostrar alguma coisa nesses cinco minutos. Acho que fui bem, fui para cima e quero melhorar”, disse o camisa 5.

A seguir, entrevista com Guerrinha sobre a estreia:

Apesar da vitória tranquila, o time não empolgou…
“A vitória não acrescentou nada. Não gostei do jogo e conversei com os jogadores. Dificilmente entro em vestiário após jogo… Se a gente quer algo mais no campeonato, temos que mudar muita coisa. Melhorar a parte defensiva, principalmente os pivôs, o revezamento está muito fraco. Apenas Larry, Fischer e Douglas jogaram bem, os demais ficaram devendo. O Alex mostrou qualidade, mas entrou como décimo-primeiro homem… E alguns até ‘mamaram’ em cima do time. O placar mostrou um time sem força, sem pegada. Esse não é o nosso time. Tudo bem, é uma estreia, mas só pode errar como o Thyaguinho errou, por excesso, mas não por falta.”

Não se pode falar em falta de ritmo do time, com exceção do Aleo, por causa da saída do Paulista. Estão sobrando fisicamente…
“Sim… Falta atitude! É jogador que acha que já é jogador, que olha para o outro time e acha que pode ganhar quando quiser. Quem paga o ingresso e vem aqui quer ver o máximo. O torcedor tem razão de não gostar. Eu saio frustrado daqui hoje. Falei para eles: se tiver que elogiar alguém, é o o time de Vila Velha,. montado há um mês. O importante foi a vitória e vamos ver se a gente aprende com esse jogo.”

Com o início do campeonato, podemos considerar que Brasília e Flamengo estão acima, Pinheiros forte também, e Bauru num miolo de forças médias?
“Isso tudo na teoria. Ano passado o Flamengo estava melhor e Franca fez a final; Brasília foi campeão, mas terminou a classificação em quarto. Acho que, na prática, muita coisa vai mudar. Não existe zebra no basquete, mas existe jogador machudado, time que se encaixa… Nós mesmo sempre crescemos na virada do primeiro para o segundo turno. As equipes se prepararam e nosso time é modesto. Ano passado ficamos em quinto na superação. Ficamos em terceiro no Paulista, com gostinho de ir à final, mas também na base da superação. Na realidade, era para termos ficado em quinto ou sexto lugar. Mas a gente sempre se supera e surpreende.”

Ficou a frustração de não ver o Nathan Thomas, mas também não podemos criar muitas expectativas sobre ele, certo?
“De forma alguma. Ele não tem a capacidade do Larry ou o arremesso do Fischer. Mas é um jogador voluntarioso e disciplinado, que pode acrescentar muito. Mas não é um Shamell, um Marquinhos… Pode fazer outras coisas boas, pra motivar o time, mas… Se perguntar porque trouxemos, digo que é o que temos. Estamos trocando seis por meia dúzia devido a nossas dificuldades, de vender o almoço pra comprar o jantar.”