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Abre aspas: Bauru 67 x 62 Pinheiros

A seguir, declarações pós-jogo da importante vitória bauruense.

“É muito emocionante estar aqui pela primeira vez. Vê-lo jogar… Larry está mesmo feliz com minha presença. Ficarei sete dias na cidade”, contou a mãe do Alienígena, IRIS TAYLOR.

“Com a mãe aqui, tinha que jogar bem para ela! Chegou hoje, três da tarde, e disse que ela teve sorte, que veria um bom jogo. Ela me deu inspiração”, comemorou LARRY. “A gente sabe que teve dificuldades em jogos decisivos. Mas acho que, nesse campeonato, mudamos totalmente. Estamos sabendo jogar contra times difíceis. Ganhamos do Flamengo lá no Rio… Estamos fazendo o caminho certo. Hoje foi importante, porque precisávamos dessa vitória”, finalizou o camisa 4.

“O campeonato agora está mais difícil. Parece que escorregamos contra o Palmeiras, mas é um time que se acertou. Todos os times estão assim, uma hora perdem. Com exceção do Brasília, que encaixou uma sequência grande”, comentou PILAR, que avaliou a vitória sobre o Pinheiros: “Esse jogo foi de placar baixo, com muitos erros, mas erros porque as defesas pressionaram. Conseguimos a vitória num jogo decisivo”. O Cavalo também falou da reviravolta do time na temporada. “Estamos trabalhando forte para chegar no G-4. A gente vem amadurecendo desde a derrota no Paulista. Foi um aprendizado e o time cresceu muito”, concluiu.

Já o técnico GUERRINHA deu muita bronca no time durante a partida. E explicou por que: “Eu estava cobrando, porque senti a equipe cansada. Contamos com poucos jogadores, que estão sentindo”. O treinador disse estar tentando recuperar Jeff Agba, que, recuperado fisicamente, vive mal momento técnico. “O Jeff tem que voltar no nível que ele é. Mas não dá para colocar ele no fim do jogo, em momento decisivo… Tem que dar uma minutagem no primeiro tempo, se for bem, volta. Quem determina o tempo de quadra é o jogador. Ele está tentando”, contou. Sobre “descansar” alguns dias se ficar no G-4, Guerra pondera. “No sentido de recuperar fisicamente, é positivo ficar no G-4. Mas a gente perde um pouco de ritmo. O mais importante agora não é nem ficar entre os quatro, mas chegar forte no playoff. E não estamos prontos ainda. Se jogarmos com essa equipe hoje, vai ser difícil passar à semifinal. A gente está preocupado em ganhar os jogos e melhorar o time. Hoje, mesmo não jogando bem, valeu pela defesa e pelo espírito”, comentou, com sua sinceridade habitual.

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Foto 10: Bauru 67 x 62 Pinheiros

Fazia tempo que eu não postava cliques. Fazia tempo que eu não tirava fotos boas… Vamos lá:

Jeff Agba faz corta-luz para Ricardo avançar. Apesar desse lance…

 

… o gringo segue abatido, sem conseguir desenvolver seu melhor jogo
Bronca de Mortari: Pinheiros não esteve numa boa noite
Guerrinha orienta Coleman, Ricardo e Larry: trio foi responsável por 86% dos pontos do time
Era desejo do presidente Joaquim Figueiredo receber Mrs. Iris Taylor em Bauru. Ela recebeu uma bela homenagem
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G-4! Para a alegria da mãe de Larry, Bauru vence Pinheiros

Direto da Panela de Pressão
(eu sempre esqueço de colocar isso…  mas quando a foto é minha, é porque fui)

Há jogos em que um time tem que mostrar o tamanho de sua ambição. Bauru e Pinheiros fizeram confronto direto por vaga no G-4. E lutando contra a limitação numérica do elenco, contra um adversário qualificado, o Dragão mostrou sua força. E conquistou vitória fundamental para suas pretensões nesse NBB5, batendo a equipe de Shamell por 67 a 62.

Os dois primeiros quartos do jogo pareceram aqueles clássicos decisivos de futebol, amarrados no zero a zero — afinal, 30 a 30 para 20 minutos de jogo é muito pouco. No primeiro, Bauru começou bem, mas não conseguiu esticar a diferença (parcial de 20 a 15). No segundo, o time cochilou no início, mas conseguiu tirar um pouco do prejuízo no fim do período de placar magro (10 a 15). Larry fechou a metade inicial do jogo como cestinha bauruense, com 16 pontos.

No intervalo, o gringo-brasuca teve a felicidade de ver sua mãe, Iris Taylor, que está visitando Bauru, receber homenagem na quadra. As lágrimas de mãe e filho correram fácil — e uma história de superação e saudade deve ter pautado os segundos daquele abraço.

Reiniciada a partida, o ritmo aumentou. Foi de tirar o fôlego. O Dragão esticou diferença de nove pontos, Pinheiros foi buscar o empate, os donos da casa aceleraram de novo, fechando em 49 a 43.

Na derradeira fração do jogo, era questão de administrar o placar. Não foi fácil, aliás, foi um sufoco no fim. Mas com o Alienígena inspirado pela presença materna (e todo o tempo em quadra), o triunfo não poderia escapar. De quebra, vitória em confronto direto pelo G-4, graças aos 27 pontos e nove rebotes de Larry. Também aos 21 pontos de Ricardo Fischer e aos 13 rebotes de Coleman — Jeff Agba, mais uma vez, esteve discreto. A pontuação de Gui também fez falta, foram apenas dois pontos na redinha. E nunca se pode esquecer da garra de Pilar.

Que noite, Bauru! Uma segundona que merece happy hour para celebrar tão importante conquista.

(Meu agradecimento pela gentileza da diretoria do Bauru Basket em divulgar o lançamento de meu livro — Anuário Canhota 10 – PAIXÕES DE BAURU — pela voz do locutor Gilmar Barros, durante o jogo.

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Sob o olhar de Magnano, Bauru Basket perde para o Palmeiras

O Palmeiras conduziu a dianteira do placar durante toda a partida e fez valer sua boa fase nessa reta final de NBB, vencendo por 89 a 83. Ao mesmo tempo em que o Alviverde chegou a sua sétima vitória seguida jogando em casa, interrompeu a série de seis vitórias do Bauru Basket.

Justo na noite em que o técnico da Seleção Brasileira, Rubén Magnano, esteve in loco assistindo uma partida dos guerreiros, os selecionáveis Larry Taylor, Ricardo Fischer e Gui não estiveram naquele nível de excelência de partidas anteriores. Mesmo assim, o Ligeirinho contribuiu com 10 pontos e oito assistências (compensando atuação discreta de Larry) e Gui fechou com 12 pontos.

O destaque bauruense, disparado, foi o pivô DeAndre Coleman, com 31 pontos, 15 rebotes e quatro assistências (eficiência 49!). Com seu futuro em xeque para a próxima temporada, o gringo tem aproveitado bem essa fase de protagonismo no garrafão, enquanto Jeff Agba não volta à forma física ideal — aqui vale o curioso relato do repórter João Paulo Benini, do Jornada Esportiva, que durante um pedido de tempo ouviu o pivô dizer “Eu quero jogar, mano”.

Apesar da tentativa de reação nos momentos finais, a vitória palmeirense foi incontestável. Mas vale destacar a entrega de Bauru na busca pela vitória. É que o adversário foi superior, ponto. De candidato ao rebaixamento para aspirante a vaga no G-12, o Verdão se reinventou no NBB5.

A única ameaça imediata de tirar o Dragão do G-4 é o Pinheiros, se vencer seus jogos a menos. Como será adversário direto na próxima segunda, na Panela de Pressão, a situação do time na busca pelo quarto lugar ainda é “confortável”.

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Bauru firme no G-4, mas vitória certa sobre Suzano quase escapou

Fischerzinho na bandeja: ele infiltra sem medo. Foto: Thiago Fidelix/GloboEsporte.com

Não era para ser tão difícil, ainda mais que Suzano nem joga em casa, manda suas partidas no gigante (e vazio) ginásio municipal de Mogi das Cruzes. Mas a vitória veio (87 a 82) e o Bauru Basket segue firme na quarta posição do NBB. Chego a imaginar que o reduzido elenco se poupou para o desafio de sábado, contra o Palmeiras — que vem evoluindo –, mas não, foi difícil mesmo.

Os guerreiros só dominaram o placar pra valer na metade final do último quarto, com importante contribuição de Coleman (qu terminou com 16 pontos e sete rebotes) e bola decisiva de Pilar (14 pontos).

O trio Larry, Ricardo e Gui, de contrato novo, mais uma vez mostrou serviço. O Alienígena fechou a partida com 13 pontos e seis rebotes; Fischerzinho anotou 15, também capturou seis bolas e deu sete assistências; Gui Deodato foi o cestinha bauruense, com 18.

Se não estava em uma noite inspirada, pelo menos o Dragão não perdeu Suzano de vista no placar. Terminou o terceiro quarto perdendo (65 a 69), vantagem tranquila para o sprint que foi dado no último período (parcial de 22 a 13). Foi como se Usain Bolt largasse maroto, controlasse o ritmo e, no final, desse um pique para vencer os 100m rasos.

Analogia à parte, se jogar essa bola no sábado, talvez não traga vitória do Parque Antarctica.

Aspas
“Foi um jogo difícil. Tem que ter tranquilidade para fechar o jogo. Aprendemos como ganhar no fim e isso ajudou hoje”, comentou Larry Taylor ao Jornada Esportiva.

“A gente sabe da situação de Suzano, complicada, mas estão de parabéns pelo comprometimento. Foi um jogo difícil e superamos as adversidades. Acho que nosso tempo de trabalho nos recolocou no jogo e para sairmos vencedores. Nosso salário está em dia e temos que ter nosso compromisso de jogador profissional. Não interessa se o ginásio está vazio ou se a quadra está escorregadia, temos que dar o máximo”, discursou o guerreiro Gui.

Em resposta a pertinente questão do repórter Chico José, o diretor técnico Vitinho Jacob  afirmou que a renovação antecipada de Larry, Ricardo e Gui foi bastante conversada com o elenco. Os que ainda não renovaram ou estão em negociação, ou sabem que têm que render mais para continuar. E reforçou que a confiança no trio é tamanha, que sabe que não vão relaxar.