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Coluna da semana: Noroeste na simplicidade

Texto publicado na edição de 9 de janeiro de 2012 fala da nova realidade noroestina, do Bauru Basket e homenageia um grande colega

Norusca pés no chão

Simplicidade é a tônica do Noroeste para esta Série A-2. A fonte secou, os dias de luxo ficaram para trás. Nada de Águas de Lindóia: a pré-temporada alvirrubra será na vizinha Pederneiras. Os reforços também vieram na linha da modéstia, a ponto de chegar jogador da segunda divisão de Pernambuco – e abrir mão de peças caras, como o goleiro André Luis e o lateral Gleidson. A coluna deverá acompanhar o primeiro jogo-treino, contra o XV de Jaú, na próxima quarta, para avaliar melhor o time que se prepara para tentar voltar à elite. Expectativa positiva sobre o zagueiro De Lazzari, o volante Garroni e principalmente o meia Velicka, que poderão ser a espinha noroestina.

Papo de basquete
Estive ontem no Sesc, acompanhando evento muito bacana do Itabom/Bauru, que levou todo o elenco para interagir com o público. Eles ensinaram fundamentos e fizeram partidas de exibição com a molecada, o que rendeu muitas risadas e aplausos. Além do show que vêm dando no NBB, os guerreiros sabem como ninguém conviver com a comunidade. “Os jogadores fazem com prazer, interagem, curtem, brincam. É uma troca de energia muito grande. Nossa equipe é fantástica, tanto dentro quanto fora da quadra”, destacou o técnico Guerrinha.

A três partidas do fim do primeiro turno no NBB (contra Minas, Brasília e Liga Sorocabana), o treinador projeta duas vitórias para o Bauru Basket terminar no G-4 e garantir vaga no torneio Interligas (contra equipes da Argentina).

A coluna também falou com o ala Weliton, reforço que logo deverá estrear na equipe. “Espero a oportunidade do Guerrinha para dar meu máximo. Eu gosto muito de defender e no ataque meu ponto forte é o corte, infiltrar e dar assistência ou partir para a cesta”, apresentou-se.

Gratidão
Na última semana, como Cristina Camargo reportou com muita sensibilidade aqui no BOM DIA, foi-se embora o jornalista Celso Agostinho. Eu sou apenas mais um dos profissionais com quem ele compartilhou conhecimento, mostrou caminhos, incentivou. Na minha trajetória, entretanto, ele não é mais um. Foi uma grande referência, um apoiador, alicerce de degraus que já subi. Palmeirense de bom papo de bola, vai fazer muita falta. Obrigado por tudo, colega.


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Coluna da semana tem lista de desejos

Texto publicado na edição de 2 de janeiro de 2012 traz o que espero que Noroeste, Bauru Basket e poder público bauruense façam no esporte no novo ano. Boa leitura!

Desejos para 2012

Se o mundo acabar, que seja em festa nas arquibancadas. De preferência em praças esportivas bauruenses. Nesse clima de expectativa por um ótimo novo ano, listo a seguir meus desejos para o nosso esporte. Tomei o cuidado de não exagerar na meta, para não transformar sonho em utopia. Vejamos se daqui a 12 meses, num balanço do ano, quantos dos meus desejos – que coincidem com os de muitos torcedores – serão realizados.

Noroeste
A volta para a elite basta, não precisa ser campeão da Série A-2. Claro que seria uma excelente forma de ressurgir (de novo), mas a galera alvirrubra já provou em 2005 e em 2009 que o acesso já é suficiente para encher o Alfredão de gente feliz.
No âmbito político, espero que Norusca se encontre. Que seu Conselho Deliberativo saia da inércia e esteja preparado para escolher o sucessor de Damião Garcia. Reeleger em fevereiro o debilitado presidente seria um erro. Se a família Garcia quer continuar ajudando o clube, que seja via patrocínio da Kalunga ou que articulem um herdeiro para a vaga – o estatuto permite que um sócio honorário seja acolhido, o que o torna elegível. Seu jovem neto João Paulo, atual diretor financeiro do Noroeste, é o mais novo personagem da era Garcia. Mas esse desejo está cheio de interrogações – que, pelo menos, elas sejam desfeitas.

Bauru Basket
Toda meta tem que ter sua dose de ousadia. Por isso quero ver os guerreiros na semifinal do NBB4. É possível, observando o início hesitante de Brasília e Franca, por exemplo, e o perde-ganha do pessoal do pelotão intermediário. Nesse pacote basqueteiro, incluo ainda a vaga no Interligas (ficar entre os quatro ao final do primeiro turno) e uma participação marcante na Liga das Américas, sobretudo na fase que será disputada na reformada Panela de Pressão.
No segundo semestre, se o título paulista já foi um sonho bem palpável em 2011, não há como não desejar algo diferente do que o primeiro lugar. O projeto Bauru Basket precisa de um troféu para se solidificar e premiar tamanho esforço dos envolvidos. Mas, para isso, os jogadores precisam ter ciência de suas limitações para encararem playoffs decisivos. E a comissão técnica e a diretoria entenderem que será preciso pelo menos um jogador com currículo campeão para comandar os guerreiros.

Panela de Pressão
Que a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer saiba gerir esse espaço sem alimentar picuinhas entre as modalidades que utilizarão o espaço, nem querer aparecer mais do que os atletas em ano eleitoral.

Jogos Abertos
A cidade não passar vergonha já será lucro. Espero sinceramente que sejam decentes o Jogos Abertos em Bauru. O ano começa sem pista de atletismo, a principal modalidade. Não fossem os aparelhos esportivos privados e da Unesp, não haveria mínima estrutura… Quando Bauru ganhou o direito de sediar o evento, fez-se muito barulho com maquete digital de um centro esportivo, reforçou-se a candidatura como sub-sede da Copa de 2014, mas a ação mais concreta até o momento é a reforma da Panela de Pressão – depois de pressão da comunidade basqueteira.
Que prefeito e secretário não se iludam: esses Jogos Abertos do Interior terão pouco ou nenhum efeito positivo nas eleições. Entretanto, poderão refletir negativamente caso a corrida contra o relógio e o improviso coincidam com o período do pleito.

Com o leitor e ponto
Neste mês de janeiro completo um ano à frente da coluna Papo de Futebol – que inevitalmente muito falou do basquete também. Agradeço a companhia nesse ano em que comentei muitas histórias do esporte bauruense. Espero ter contribuído ao propor reflexão aos torcedores, convidando-os a sair da inércia do discurso pronto. Feliz 2012 para todos!

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Coluna da semana: o passeio do Barcelona sobre o Santos

Texto publicado na edição de 19 de dezembro de 2011 no jornal BOM DIA fala sobre como o Santos assistiu à final de dentro do campo

Geração videogame

De tudo o que vi e ouvi durante a transmissão da final do Mundial de Clubes, a informação que não saiu da minha cabeça foi a de que Neymar é fã do zagueiro Puyol. Não por sua qualidade como zagueiro no gramado, mas no videogame! E a partida entre Santos e Barcelona pareceu mesmo uma disputa virtual, no modo “hard” (difícil), quando você joga contra a máquina e não consegue tocar na bola… Pareceu também que os jogadores do Peixe estavam admirando, dentro de campo, aqueles que protagonizam sua diversão no quarto do hotel, os heróis do joystick. A verdade é que todos nós admiramos – e o menino Neymar mostrou maturidade ao reconhecer a aula de futebol que recebeu.

Assim que o Brasil perde uma partida de Copa do Mundo, começa o esforço coletivo para explicar a derrota. Para entender o vice santista, não é preciso tanto. O Barcelona é de outro planeta, de uma perfeição no trato com a bola jamais vista nas últimas décadas. Não vi a seleção holandesa de 1974, mas imagino que era algo próximo disso: uma dinâmica troca de posições e entrega em campo até o apito final. O Barça vence por 4 a 0 e continua marcando pressão, incomodando a saída do adversário. Messi é tão operário quanto o cascudo Mascherano, não para nunca.

Se faltou mais atitude ao Santos, foi nas poucas vezes em que esteve com a posse de bola. Porque roubá-la do Barcelona é mesmo missão quase impossível. A impressão é de que se fica zonzo com tamanha movimentação. Nada é previsível, não se sabe para onde correr, quem marcar. Os próprios jogadores alvinegros reconheceram em entrevistas pós-jogo o quanto se desdobraram em vão.

Há o que criticar? Claro que há. E não é na base da corneta, como muitos cronistas fizeram nas redes sociais. O Santos Futebol Clube, tricampeão da América, merece todo o respeito.

O equívoco do Muricy
O Santos entrou em campo com um esquema tático equivocado, com três zagueiros em linha. O segredo estava em pressionar lá na frente e não aguardar que o Barcelona chegasse, com toda sua qualidade, na cara do gol santista. Com isso, ficou com um meia a menos para tentar criar com a migalha de tempo de posse de bola que teve (29%). Quando Elano entro no lugar de Danilo, o esquema ficou torto e os zagueiros continuaram lá…

Vacilão
Durval foi de uma apatia irritante. Eu sempre defendi o zagueiro santista em conversas, pelo ótimo histórico no Sport Recife e pela temporada 2010 irretocável ao lado de Edu Dracena. Este ano, mesmo com alguns vacilos, fez uma honesta Libertadores. Ontem, entretanto, o camisa 6 santista parecia um poste. No primeiro gol, a bola desviou nele antes de chegar a Messi. Não houve reação, ele parou para admirar a conclusão do argentino. No segundo, o cruzamento de Daniel Alves passou por ele, que ficou caminhando enquanto Xavi concluía. Preferiu pedir impedimento (duas vezes!) no terceiro gol a tentar roubar a bola. O último golpe catalão também contou com a caminhada durvalina enquanto Messi arrancava sobre Rafael. Não que seja o vilão da derrota – há sim heróis grenás –, mas certamente foi o maior destaque negativo.

3-7-0
Sempre me irritaram as definições táticas fatiando o gramado em quatro setores, como o famoso 4-2-3-1 que a Espanha consagrou na última Copa do Mundo. Temos defesa, meio-campo e ataque, certo? Enquanto não inventarem um nomo para esse “quarto setor”, para mim a Fúria ganhou o Mundial no 4-5-1. Mas até na tática o Barcelona dá um nó nos analistas. Muricy falou em 3-7-0, mas como dizer que um time que faz quatro gols não tem atacantes? Na verdade, é uma espécie de 3-4-3, mas sem peças fixas. A cada ataque, são três jogadores diferentes na frente. E como botar no papel? Tem que escolher… Os que mais ficaram avançados foram Daniel Alves, Messi e Fàbregas.

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Coluna da semana: ao trabalho, Norusca!

Texto (publicado na edição de 12 de dezembro de 2011 no BOM DIA Bauru) também fala do Santos, do Bauru Basket e do meu novo desafio: a corrida

Agora é trabalhar

Pronto, acabaram as incertezas imediatas. O Noroeste não deve mais salários, há gerente de futebol, comissão técnica formada e até elenco! Remanescentes deste ano ruim aliados a garotos da base, é verdade, mas é possível fazer coletivo. Há promessa de pelo menos uma dúzia de reforços – dois já chegaram – que terão que correr contra o tempo para entrarem em forma e se entrosarem.

A partir do atual cenário noroestino, vamos devagar. O primeiro objetivo é não cair para a Série A-3. Claro que somente observando todos os clubes nas rodadas iniciais é que será possível projetar a caminhada do clube bauruense. Se chegar à fase final, aí a conversa muda. Entra zerado. Mas, um passo de cada vez.

Pronto nada! Segue a incerteza de fevereiro (eleições). Há pistas, entretanto, de que a família Garcia pode continuar: Beto Souza, agora consultor, segue como interlocutor Bauru-São Paulo; e João Paulo Garcia, neto de Damião, é o jovem gerente financeiro. Mas é preciso encontrar outro nome para presidir o Norusca.

É forçar muito a barra reeleger uma pessoa que encontra-se sem condições físicas de dirigir o clube – mesmo que ele tenha gente de confiança para agir por ele. Entretanto, sempre há uma saída. Se li direito o estatuto do clube, bastam dois terços do Conselho Deliberativo aprovarem alguém como sócio honorário e ele se torna automaticamente elegível para a presidência. Portanto, outra geração dos Garcia pode surgir. Se é algo diferente disso, ajude-me, leitor.

Vai, Peixe!
Quando todos esperavam o mexicano Monterrey como adversário do Santos na semifinal do Mundial de Clubes, chega o Kashiwa Reysol, de Nelsinho Batista, Jorge Wagner e Leandro Domingues. Depois do africano Mazembe, ano passado, é bom o Peixe descer do salto, pois a correria japonesa pode surpreender. Com paciência e sabedoria, Ganso e Neymar podem cadenciar o jogo e construir um placar folgado. Já o Barcelona deve passear sobre o Al-Sadd, do Catar. Tomara que a partida mais esperada do ano, o duelo Messi-Neymar, aconteça.

Papo de basquete
As primeiras partidas do Bauru Basket no Novo Basquete Brasil deixaram bem claro: o time precisa de um grande reforço na posição três se quiser sair do pelotão intermediário. E não é somente pela contusão de Pilar, pois o ideal é que ele seja sexto-homem. Gaúcho também pode contribuir com uns 15 minutos em quadra, Gui é importante na defesa, mas nenhum deles ainda convenceu como titular. Muito menos o empolgado e esforçado Nathan Thomas – será uma pena sua saída, é um cara do bem, caiu no gosto da torcida, mas não há tempo hábil para ele se adaptar, o campeonato está em andamento!

O ala Janis Porzingis, da Letônia, é o nome da vez. Se houver grana para trazê-lo, há chance de ser o homem que Guerrinha precisa: forte na defesa e atuante no ataque. Segundo o treinador relatou à coluna, é para chegar e jogar, pela experiência que tem no basquete italiano. Até porque não é nenhum garoto: tem 29 anos do alto de seus 2,02m.

Os números do ala letão na segunda divisão da Liga Italiana 2010/2011, pelo Tuscany Pistoia: médias de 10,3 pontos e quatro rebotes em 33 partidas. Aproveitamentos: 56,9% nos arremessos para dois pontos, 33,9% nos chutes de três e 71,7% nos lances livres.

Papo de corredor
O BOM DIA ganhou mais um representante nas corridas de rua – alô, Thiago Roque! Ontem completei minha primeira prova de 5km, em humildes (e honestos) 37 minutos… Foi na base do “trote constante”, não caminhei em nenhum momento e o importante foi inaugurar a estante de medalhas. Muitas corridas virão, em nome da boa saúde!

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Coluna da semana: Noroeste voltando aos trilhos?

Texto (publicado na edição de 5 de dezembro de 2011 no jornal BOM DIA BAURU) fala sobre o reinício dos trabalhos no Noroeste, mas questiona sobre a incerteza nas eleições que se aproximam. Também comenta o título corintiano e o momento do Bauru Basket. Boa leitura!

Fevereiro de 2012

Já não era sem tempo! O Noroeste, com bastante atraso, vai começar sua preparação para a Séria A-2 do ano que vem. E concretizou-se a desconfiança de que o diretor Beto Souza, que há pouco pediu para sair, retornaria. Entre aspas consultor, ele continuará dando as cartas no Alfredão, apenas baseado em São Paulo, enquanto João Gonçalves, novo gerente de futebol, encara o dia a dia por aqui, no melhor estilo vidraça. Se foi uma estratégia de Beto para melhorar sua imagem com a torcida, não funcionou ― mesmo tendo realmente melhorado a estrutura noroestina em alguns pontos, sobretudo as categorias de base, ele não agrada a galera alvirrubra.

A grande interrogação no Norusca, entretanto, segue viva. O que ocorrerá em fevereiro de 2012, quando haverá eleição? Damião se colocará à disposição para mais um mandato? Se isso acontecer, o Conselho Deliberativo elegerá apenas um nome e o que está por trás dele (seus filhos e seu dinheiro), pois é sabido que o mecenas alvirrubro não tem condições físicas de cumprir seu papel de presidente.

Nenhum filho de Damião cumpre os requisitos do estatudo do clube para se candidatar. Mas, se for desejo da família Garcia continuar apoiando o Norusca, pode fazer isso via Kalunga, a patrocinadora master. Afinal, é de lá quem vem toda a grana ― inclusive a recente remessa que acertou os salários atrasados dos funcionários. E assim abrem caminho para um novo nove no comando.

Está na hora de o Conselho Deliberativo sair da inércia e movimentar a política do clube, afinal, Damião não é eterno. A partir do que os interlocutores do presidente anunciarem a respeito de fevereiro, que os conselheiros se mexam.

Novo velho técnico
Nada como um dia após o outro, deve estar pensando Amauri Knevitz. Quando perdeu jogos seguidos na Série A-2 de 2010, foi malhado, como é todo treinador sem resultados consistentes pela torcida e pela crônica. Quando Luciano Dias caiu no desgosto de todos, colocaram na conta de Amauri a montagem do elenco do acesso para tirar os méritos daquele que terminou o trabalho ― na verdade, ambos foram importantes. De volta ao Alfredão, vejamos até quando vai a paciência com Knevitz, que tem o desafio de montar um time competitivo em menos de 50 dias.

Valeu, Bira
Nos últimos anos, os goleiros noroestinos sempre foram muito elogiados. Fabiano Paredão, Fernando Vizzoto, André Luis, Yuri e principalmente Nicolas, terceiro goleiro no Paulistão que foi muito bem na Copa Paulista: a lista de sucesso do preparador de goleiros Bira é grande. Demitido, ele não faz mais parte da comissão noroestina. “Só tenho a agradecer as demonstrações de carinho de todos e a solidariedade. Meu trabalho não foi levado em consideração, realmente não sei qual foi o motivo que levaram o Honda [supervisor de futebol] a me dispensar. Os números são incontestáveis nesses quase seis anos de clube, todos os goleiros com quem trabalhei se destacaram”, disse à coluna.

Timão campeão
O penta corintiano começou a ser desenhado na derrota para o Tolima, na pré-Libertadores. O Paulistão foi um treino de luxo e o time entrou tinindo no Brasileirão, acumulando pontos naquela sequência de vitórias incrível no início da competição. A gordura foi tanta que, mesmo jogando abaixo da crítica em boa parte do segundo turno, o Corinthians soube administrar sua caminhada para o título. Festeje, corintiano!

Papo de basquete
O Itabom/Bauru cumpriu seu objetivo no Rio de Janeiro ― trazer uma vitória (sobre o Tijuca) dos dois jogos lá. A meta só não foi contemplada com total êxito porque a diferença de pontos na derrota para o Flamengo (15) é grande para ser tirada no jogo do segundo turno, caso os dois empatem no fim da fase de classificação e seja preciso decidir no confronto direto. O ala Nathan Thomas teve fraco desempenho lá e tem apenas mais quatro jogos para convencer Guerrinha a continuar no time.