Categorias
Bauru Basket

Sem moleza dessa vez, Paschoalotto Bauru vence o Palmeiras

Paschoalotto Bauru chega à quinta vitória seguida, vence o Palmeiras pela primeira vez em 2014 e reassume vice-liderança. Confira no CANHOTA 10

Em sua última partida no ginásio Panela de Pressão, o Paschoalotto Bauru voltou a ter um jogo difícil em casa. Depois dos passeios recentes, veio o Palmeiras, que ainda não havia sido vencido pelo Dragão em 2014, e engrossou, como esperado — abriu vantagem no primeiro quarto. Mas, prevaleceu a força do elenco sem limites, que buscou o placar fechou a partida, num sprint no período derradeiro, por 85 a 77. Antes das festas de fim de ano, os guerreiros têm clássico em Franca, no domingo (21/dez), ao meio-dia, com transmissão do Sportv.

O JOGO
O palmeirense Fabrício estava com a mão quentíssima no início da partida. Com 14 pontos do ala e bom trabalho interno de Toyloy, o Verdão conseguiu abrir vantagem. Bauru não conseguia se impor nos rebotes e, não fossem a as cinco bolas de três pontos, a diferença seria maior. Placar de 21 a 29 para o Palmeiras e alerta do lado bauruense. No segundo quarto, reação com melhor rendimento no garrafão. Mathias entrou bem, Hettsheimeir seguiu pontuando e as bolas de fora, como sempre, caíram. Fração de 21 a 16 e prejuízo diminuído antes do descanso: 42 a 47.

Voltando com Ricardo inspirado e Hett inspiradíssimo, o Dragão construiu sua melhor parcial no jogo (25 a 18), por mais que o armador Neto tenha tentado compensar com seus chutes. Dessa forma, o Paschoalotto conseguiu a virada para decidir no último quarto: 67 a 65. Com mais quatro bolas precisas de fora — a de Larry, especialmente, abrindo a vantagem de vez –, a vitória veio, também pela força da defesa, que não deixou o Palmeiras encostar nos instantes finais. Fração de 18 a 14 para fechar em 85 a 77.

FALA, GUERRINHA
“Hoje foi um jogo normal. Eles têm armadores que têm controle do jogo e defenderam em zona o tempo inteiro. O objetivo hoje era a vitória e o revezamento para o jogo de domingo. O importante é usar as armas. Não entramos com intensidade física, somos seres humanos, o inconsciente fala mais alta, mas não deve. Depois, recuperamos. Se o tempo pede pra chamar o brio dos jogadores, preciso fazer. O técnico, quando menos aparecer, menor”, disse o técnica Guerrinha, que hoje teve mais trabalho, ao repórter do Jornada Esportiva/Auri-Verde, o piadista Luiz Lanzoni.

NUMERALHA
Rafael Hettsheimeir: 24 pontos, 7 rebotes
Larry Taylor: 15 pontos, 5 rebotes, 2 bolas roubadas
Ricardo Fischer: 12 pontos, 4 rebotes, 8 assistências
Jefferson William: 11 pontos, 5 assistências
Alex Garcia: 7 pontos, 5 rebotes, 4 assistências
Murilo Becker: 7 pontos, 5 rebotes

 

Foto: Sergio Domingues/HDR Photo

Por Fernando Beagá

Mineiro de Ituiutaba, bauruense de coração. Formado em Jornalismo e mestrando em Comunicação Midiática pela Unesp, atuou por 16 anos na Editora Alto Astral, onde foi editor-chefe e responsável pela implantação e edição das revistas esportivas. É produtor de conteúdo freelancer pelo coletivo Estúdio Teca. Resenhou 49 partidas da Copa do Mundo de 2018 para Placar/Veja. Criou o CANHOTA 10 em 2010, a princípio para cobrir o esporte local (ganhador do prêmio Top Blog 2013), e agora lança olhar sobre o futebol nacional e internacional.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *