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NBB5: Jogo das Estrelas 2013. Monte seus times!

O Jogo das Estrelas desta edição do Novo Basquete Brasil irá acontecer no final de semana de 1 e 2 de março, em Brasília — encorpado pela final da Liga de Desenvolvimento. E as feras que estarão em quadra na partida festiva já começaram a ser escolhidas. Na primeira etapa, até o dia 3 de fevereiro, imprensa especializada, personalidades do esporte, capitães e treinadores apontam seus quintetos para os times NBB Brasil e NBB Mundo, além dos dois treinadores (não precisa ter um estrangeiro). A partir daí, a LNB publica dia 6 os 12 indicados de cada equipe e o público é quem escolherá os titulares.

Já enviei meus escolhidos à assessoria da Liga e faço breve justificativa de cada um deles.

NBB BRASIL
Paulinho Boracini (armador, Pinheiros): candidato a jogador que mais evoluiu nesta edição, vem tendo aproveitamento impressionante conduzindo o time da capital paulista.
Marquinhos (ala, Flamengo): dispensa comentários, está numa temporada incrível.
Guilherme Giovannoni (ala-pivô, Brasília): é o atleta mais regular do vice-líder e suas atuações mantêm o status de uma das estrelas do basquete nacional.
Jefferson (ala-pivô, São José): o versátil ala-pivô é destaque nas estatísticas e principal nome de São José até aqui.
Olivinha (pivô, Flamengo): fiquei na dúvida entre ele e Rafael Mineiro (Pinheiros), mas o sucesso do Flamengo no primeiro turno se deve muito a sua eficiência.

NBB MUNDO
Kojo (armador, Flamengo): encarou a responsabilidade de armar o elenco mais poderoso da liga e, principalmente, soube ser coadjuvante diante do protagonismo de Marquinhos e Benite.
Joe Smith (ala-armador, Pinheiros): o ala-armador encantou a crítica com sua habilidade, desde que substituiu o ídolo Shamell à altura no Paulista. Divide a responsabilidade da armação com Paulinho.
Robert Day (ala, Uberlândia): segue jogando o fino, com incrível aproveitamento nos chutes de três (49%) e lances livres (91%). Mas Holloway, da Liga Sorocabana, merece menção.
Toyloy (pivô, Paulistano): esse ganhou a vaga por exclusão, pois a maioria dos pivôs gringos não está com essa bola toda. Toyloy tem ajudado na boa campanha do Paulistano.
Jeff Agba (pivô, Bauru): disparado o melhor pivô estrangeiro do NBB há pelo menos três temporadas. Se não agrada a todos, seus números respondem por ele.

TÉCNICOS
Lula Ferreira (Franca): nem o francano mais otimista imaginaria que seu renovado elenco estaria brigando pelo G-4. Méritos para o experiente treinador.
José Neto (Flamengo): impossível ignorar a campanha invicta do Flamengo no primeiro turno. Neto conseguiu transformar uma constelação em equipe — o que nem sempre acontece. E já mostrou capacidade com o surpreendente Joinville da última temporada. Guerrinha merece menção, pela reação do Bauru Basket, mas ano passado ele tirou mais leite de pedra (tanto que foi um dos escolhidos).

Vale destacar que Larry Taylor deve ser votado como BRASILEIRO. Dessa vez não votei no Alienígena. Mas ele deve entrar entre os 12 e acho que a galera o coloca entre os titulares. E você, quais os seus times? Escale aí embaixo!

Por Fernando Beagá

Mineiro de Ituiutaba, bauruense de coração. Formado em Jornalismo e mestrando em Comunicação Midiática pela Unesp, atuou por 16 anos na Editora Alto Astral, onde foi editor-chefe e responsável pela implantação e edição das revistas esportivas. É produtor de conteúdo freelancer pelo coletivo Estúdio Teca. Resenhou 49 partidas da Copa do Mundo de 2018 para Placar/Veja. Criou o CANHOTA 10 em 2010, a princípio para cobrir o esporte local (ganhador do prêmio Top Blog 2013), e agora lança olhar sobre o futebol nacional e internacional.

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