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Bauru Basket, temporada 2013/2014: numeração definida!

Atualizado: Fábian Ramírez vai mesmo jogar com a 11, era o reforço que faltava confirmar. E, ao contrário do que imaginei – ponto negativo pra mim, que não chequei –, um jogador que já estava no elenco pediu pra trocar de camisa: Luquinha vai com a 23. O trecho abaixo, enter parênteses, fica como registro, mas pode ser ignorado… rs
(O provável fica por conta da camisa do argentino Fábian Ramírez. Não consegui contato com ele, que ainda não informou ao Bauru Basket que número pretende vestir. Mas, por dedução, deve ser a 11, que vestiu no Ciclista Olímpico, na última liga argentina, e na seleção de base de seu país.  A numeração dos demais reforços está confirmada. Alguma coisa diferente disso, somente se algum jogador que já estava no elenco quiser trocar de camisa, pois terá prioridade — o que não deve acontecer.)

Tischer vai usar sua habitual 99, que o acompanha há tempos. Murilo, grande reforço para a próxima temporada, também segue com seu número preferido. “Não largo, já faz parte da minha vida”, conta o camisa 21. Já o ala Scaglia, que usava a 8 no Palmeiras, pediu para vestir a 6. “Desde que eu comecei a jogar, sempre que tenho a oportunidade, jogo com a 6. Porque meu irmão, quando jogava, usava a 9. E o número 9 ao contrário é 6. Então, é meio que uma homenagem e pra mim um número da sorte”, conta o novo ala do Dragão, que ainda não foi anunciado oficialmente. O pivô Mathias (77 em Joinville) solicitou a camisa 12, entre outros motivos, pela influência cabalística desse número. “É carregado de vibrações”, resume o cincão.

Na temporada passada, havia camisas coringa para os meninos da base se revezarem no banco, durante o Campeonato Paulista. É esperado que Rafael e Radamés componham o elenco no início do estadual.

Por Fernando Beagá

Mineiro de Ituiutaba, bauruense de coração. Formado em Jornalismo e mestrando em Comunicação Midiática pela Unesp, atuou por 16 anos na Editora Alto Astral, onde foi editor-chefe e responsável pela implantação e edição das revistas esportivas. É produtor de conteúdo freelancer pelo coletivo Estúdio Teca. Resenhou 49 partidas da Copa do Mundo de 2018 para Placar/Veja. Criou o CANHOTA 10 em 2010, a princípio para cobrir o esporte local (ganhador do prêmio Top Blog 2013), e agora lança olhar sobre o futebol nacional e internacional.

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