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Bauru Basket faz vitória possível no Rio, sobre o Tijuca. Vem aí a impossível?

Guerrinha orienta guerreiros durante partida no Rio. Foto: Caio Casagrande/Bauru Basket

Convenhamos. Vencer um time da rabeira da classificação era esperado. Portanto, o objetivo da turnê carioca do Bauru Basket já foi contemplado, com a vitória de 79 a 71 sobre o Tijuca. Sábado, o desafio será contra o líder Flamengo, que perdeu apenas duas vezes até aqui. A expectativa é por uma daquelas atuações de raça, ainda mais com o elenco reduzido a nove jogadores — sendo dois deles Kesley e Nandão, ainda verdes, segundo Guerrinha. Quem sabe o fator TV (irá passar no Sportv, às 16h) não serve de combustível inflamar a chama do Dragão e, como azarão, ele queime o Urubu?

Antes disso, voltemos ao Tijuca. A melhor notícia da vitória, construída sem sobressaltos, foi a atuação de Andrezão. Depois de ser premiado como jogador mais eficiente da LDB (vencida por Bauru no último domingo), o pivô aproveitou a ausência de Jeff Agba, contundido, para mostrar seu valor. Fez 15 pontos e pegou seis rebotes. Melhor do que ele, só Larry, com seus 20 pontos e oito rebotes.

Depois do final de semana incrível de Gui, o ala foi discreto. Anotou nove pontos e exagerou nos chutes de três (fraco aproveitamento de 13%…). Mas está com crétido, o Batman. Coleman também merece citação, com duplo-duplo (11 pontos, 11 rebotes). Pilar também guardou 11 (e pegou oito rebotes) e Fischerzinho distribuiu seis assistências. Mosso anotou sete importantes pontos.

“A gente queria começar o jogo forte para não jogar atrás no placar”, comentou Larry a Chico José (Auri-Verde/Jornada Esportiva), sobre a importante parcial de 23 a 9 no primeiro quarto.

Sábado tem mais. Uma vitória seria histórica, heroica. Por que não? A maré está boa, pois Pinheiros e Franca, adversários diretos pela vaga no G-4, perderam na rodada. O Suzano, até então lanterna, venceu Franca. E Pinheiros tropeçou no São José.

Por Fernando Beagá

Mineiro de Ituiutaba, bauruense de coração. Formado em Jornalismo e mestrando em Comunicação Midiática pela Unesp, atuou por 16 anos na Editora Alto Astral, onde foi editor-chefe e responsável pela implantação e edição das revistas esportivas. É produtor de conteúdo freelancer pelo coletivo Estúdio Teca. Resenhou 49 partidas da Copa do Mundo de 2018 para Placar/Veja. Criou o CANHOTA 10 em 2010, a princípio para cobrir o esporte local (ganhador do prêmio Top Blog 2013), e agora lança olhar sobre o futebol nacional e internacional.

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