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Liga das Américas, Diário do Larry (1): descanso, treino e passeio

Alienígena envia relatos exclusivossobre o dia a dia em Tunja, na Colômbia, onde o Paschoalotto Bauru disputa 1ª fase da Liga das Américas

Quem acompanha o Canhota 10 há algum tempo há de se lembrar do Diário do Larry na Seleção, quando treinou pela primeira vez com o grupo de Rúben Magnano, em 2011.

Desta vez, o Alienígena manda notícias direto de Tunja, na Colômbia, onde o Paschoalotto Bauru já está para se adaptar à altitude de 2,8 mil metros. A estreia na Liga das Américas será na sexta-feira (6/fev), contra os porto-riquenhos do Capitanes de Arecibo, às 21h.

Por enquanto, treinos leves e descanso por conta da viagem no domingo. Larry conta como foi essa segunda-feira, que já deu o recado da altitude, mas também deu tempo de passear. Fala, Alienígena!

“Passamos praticamente todo o domingo viajando, estamos acostumados a essa viagens, mas o corpo sente. Hoje consegui descansar bem antes do primeiro treino, mas senti algumas diferenças do fuso-horário. Na hora do almoço, por exemplo, dá a sensação de que é mais tarde.

Joguei na altitude do México por dois anos, quando se vive na altitude não se sente ela. Mas hoje eu senti. Me faltou o ar em alguns momentos, na academia e na quadra. Na quadra eu não arrisquei na corrida forte para não passar mal. Amanhã já dá para soltar mais e, no terceiro dia, ninguém deve sentir mais.

Hoje de manhã dei uma volta com o Gui e notei que as lojas, a arquitetura da cidade é muito antiga, quero passear mais para ver o que essa cidade tem a oferecer, já que é a minha primeira vez na Colômbia. Já gostei do clima daqui, não é tão quente quanto em Bauru que está na casa dos 30 graus, e nem tão frio quanto Chicago, que agora está 15 graus abaixo de zero. Aqui é o meio termo.”

Treino na academia: faltou um pouco de ar. Foto: Henrique Costa/Bauru Basket
Treino na academia: faltou um pouco de ar. Foto: Henrique Costa/Bauru Basket

Por Fernando Beagá

Mineiro de Ituiutaba, bauruense de coração. Formado em Jornalismo e mestrando em Comunicação Midiática pela Unesp, atuou por 16 anos na Editora Alto Astral, onde foi editor-chefe e responsável pela implantação e edição das revistas esportivas. É produtor de conteúdo freelancer pelo coletivo Estúdio Teca. Resenhou 49 partidas da Copa do Mundo de 2018 para Placar/Veja. Criou o CANHOTA 10 em 2010, a princípio para cobrir o esporte local (ganhador do prêmio Top Blog 2013), e agora lança olhar sobre o futebol nacional e internacional.

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