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Itabom/Bauru segue invicto no Paulista

Basquete bauruense passou susto em São José do Rio Preto, mas venceu

Basquete bauruense passou susto em São José do Rio Preto, mas venceu

Na noite dessa quarta-feira (17/8), o Itabom/Bauru venceu o empolgado time do América de Rio Preto (de volta à elite paulista) por 83 a 75. E por pouco não volta para casa com uma derrota que não estava nos planos. O time só se impôs em quadra no último quarto, mas mantém a invencibilidade (três jogos, três vitórias).

Na cabeça de Guerrinha, já está desenhada a tabela: os jogos que o time tem que ganhar, os que pode perder e aqueles decisivos, que darão ao vencedor uma melhor classificação – e consequente vantagem nos playoffs.

Sem contar com o pivô Jeff Agba, contundido, os guerreiros mesmo assim foram bastante atuantes no garrafão. Entretanto, perderam muitas bolas no ataque, como relatou o colega Rafael Antônio, na transmissão do Jornada Esportiva. Ao microfone dele, Guerrinha fez a habitual análise do jogo:

Dificuldades
“O Paulista tem suas particularidades. Fator quadra, piso… O adversário jogou muito bem, não tem nenhum tipo de responsabilidade…. Temos que entender que conquistamos um espaço e todos vão querer jogar bem contra a gente. Ganhar de Bauru, hoje, é um feito comemorado por essas equipes, como nós comemoramos quando ganhamos do Flamengo. Esse respeito dos adversários nós conquistamos.”

Golpe final
“Com a entrada do Douglas no fim do jogo, mudamos a defesa para marcação em zona, apostando no erro deles, que realmente sentiram a falta de experiência em definir e acabaram errando mesmo.”

Exclusão de Pilar (duas faltas técnicas)
“O Pilar teve uma atitude irresponsável. Pediu desculpas para todos, mas o time dependia muito dele. E a atitude do Douglas foi bacana, o sacrifício que fez pelo time, entrando mancando em quadra.”

Currículo não ganha jogo
“Os jogadores têm que se preparar mentalmente. Currículo não ganha jogo.”

Perguntado pelo Rafa sobre o comportamento do time para o próximo jogo, contra o Rio Claro (sábado, 20/8, às 18h30), o treinador, espirituoso que é, saiu-se com essa: “No DDD 14 vamos jogar melhor”. Ainda ao Jornada, os jogadores se manifestaram. Larry reconheceu que o time não foi bem e que aprenderam com a dificuldade. Terá puxão de orelhas?, perguntou Rafael. “Ah, sim, vocês sabem como é…”, reconheceu o Alienígena. Perguntado se o Bauru Basket entrou de salto alto, Fischer foi enfático: “Nosso time é jovem e não ganhou nada ainda”.

Nas estatísticas, Pilar chamou a atenção com duplo-duplo (14 pontos, dez rebotes). Larry anotou 15 e pegou sete rebotes. E Fischer segue com a mão calibrada: 22 pontos no jogo. Gaúcho, com 15, finalmente soltou o braço.

Por Fernando Beagá

Mineiro de Ituiutaba, bauruense de coração. Formado em Jornalismo e mestrando em Comunicação Midiática pela Unesp, atuou por 16 anos na Editora Alto Astral, onde foi editor-chefe e responsável pela implantação e edição das revistas esportivas. É produtor de conteúdo freelancer pelo coletivo Estúdio Teca. Resenhou 49 partidas da Copa do Mundo de 2018 para Placar/Veja. Criou o CANHOTA 10 em 2010, a princípio para cobrir o esporte local (ganhador do prêmio Top Blog 2013), e agora lança olhar sobre o futebol nacional e internacional.

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