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Os cinco jogos-chave de Bauru na fase regular do NBB 6

Confira as vitórias que marcaram a campanha do Paschoalotto Bauru na fase de classificação do NBB 6

Na quarta-feira começam os playoffs do NBB 6, o Paschoalotto Bauru encara o Basquete Cearense. Para chegar a esse momento, uma caminhada de 32 jogos, de altos e baixos, determinou a colocação do Dragão. O Canhota 10 elegeu, entre os 18 triunfos, as cinco vitórias mais marcantes da fase de classificação. Que sirva de inspiração para os guerreiros!

Foto: Caio Casagrande/Bauru Basket
Foto: Caio Casagrande/Bauru Basket

Paschoalotto Bauru 88 x 78 São José
(7/dez, em São José dos Campos)
A dois dias de decidir (e ganhar) o Campeonato Paulista, Guerrinha poupou Larry, Ricardo, Murilo, Fischer e Barrios — Lucas Tischer (21 pontos, 11 rebotes) só jogou porque estava suspenso no estadual. Com toda sua saúde, Gui Deodato jogou os 40 minutos e marcou 15 pontos. Contra a Águia completa — Fúlvio já era ausência para todo o NBB –, coube ao reserva Josimar Ayarza anotar impressionantes 28 pontos, em sua melhor atuação com a camisa bauruense. A vitória balançou ainda mais o técnico joseense Edvar Simões, que cairia dias depois. E mostrou a força do elenco bauruense.

Foto: Sergio Domingues/HDR Photo
Foto: Sergio Domingues/HDR Photo

Paschoalotto Bauru 87 x 72 Franca
(13/jan, em Bauru)
O time, em sua fase mais complicada, vinha de quatro derrotas seguidas e na zona de rebaixamento. Em partida tensa, como tem sido contra os francanos, o Dragão teve uma atuação categória no último período, jogando seu basquete de campeão paulista. Larry Taylor desequilibrou, com 28 pontos, e Ricardo Fischer também apareceu bem, com 17 pontos e 11 assistências. Murilo, vindo de noites maldormidas, pelo início complicado da gravidez de quadrigêmeos da esposa, desdobrou-se e contribuiu com duplo-duplo (dez pontos, dez rebotes). “O time vai melhorar muito ainda para chegar bem no playoff”, profetizou o técnico Guerrinha.

Foto: JB Anthero/Limeira
Foto: JB Anthero/Limeira

Paschoalotto Bauru 86 x 79 Limeira
(25/fev, em Limeira)
Foi uma partida para reorganizar as forças do NBB. No primeiro turno, então líder e embalado, Limeira venceu na Panela por 19 pontos! No segundo, mesmo no ginásio Vô Lucato, ficou claro quem tinha o time mais forte. Triunco construído com uma atuação maiúscula do trio Murilo (25 pontos, sete rebotes), Ricardo Fischer (19 pontos, seis assistências) e Larry Taylor (16 pontos, oito rebotes). Não foi fácil, a defesa teve que se garantir nos minutos finais, num momento fundamental de simulação de frieza para fechar jogos decisivos.

Foto: Caio Casagrande/Bauru Basket
Foto: Caio Casagrande/Bauru Basket

Paschoalotto Bauru 85 x 70 Uberlândia
(20/mar, em Uberlândia)
Oito jogos sem vencer os mineiros. Era um tabu e tanto. Abrindo vantagem desde o início, os guerreiros conseguiram conter a reação do adversário no último quarto, já com a vitória construída. “O time foi maduro hoje e mostrou nossa força para chegar nos playoffs“, comentou Ricardo Fischer, que jogou 29min, poupando-se, por conta de dores no joelho — mesmo assim, fez 18 pontos! Murilo, mais uma vez decisivo, anotou 25 e pegou sete rebotes.

Foto: Caio Casagrande/BauruBasket
Foto: Caio Casagrande/BauruBasket

Paschoalotto Bauru 93 x 85 Brasília
(27/mar, em Bauru)
Além de garantir o oitavo posto — e o mando de quadra nas oitavas de final –, é sempre bom ganhar de Alex, Nezinho e Giovannoni… E de forma impositiva, sem atropelo. Os candangos chegaram a virar no último quarto, mas Bauru teve a tranquilidade suficiente para fazer valer o mando de quadra, mesmo depois de Murilo ser excluído a 3min do fim da partida. com Larry mais uma vez inspirado (25 pontos, dez rebotes) e Ricardo (20 pontos) infiltrando em momentos decisivos. “Estou treinando para decidir os jogos. O grupo e o Guerrinha me dão confiança“, disse o Ligeirinho. A torcida saiu confiante de que, nos playoffs, o Dragão será encardido, venha quem vier.

Por Fernando Beagá

Mineiro de Ituiutaba, bauruense de coração. Formado em Jornalismo e mestrando em Comunicação Midiática pela Unesp, atuou por 16 anos na Editora Alto Astral, onde foi editor-chefe e responsável pela implantação e edição das revistas esportivas. É produtor de conteúdo freelancer pelo coletivo Estúdio Teca. Resenhou 49 partidas da Copa do Mundo de 2018 para Placar/Veja. Criou o CANHOTA 10 em 2010, a princípio para cobrir o esporte local (ganhador do prêmio Top Blog 2013), e agora lança olhar sobre o futebol nacional e internacional.

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