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Boa Esporte segue sua gangorra na Série B

Tricolor perdeu para o Paraná Clube na abertura do returno

Prepare o coração, torcedor boveta. Será sufoco até o fim. Como já disse neste espaço, uma vitória na concorrida Série B é subir de elevador. Uma derrota é queda livre… Ao perder para o Paraná Clube, pela 20ª rodada, o Boa Esporte estacionou na 13ª posição, sete pontos atrás do G-4 e apenas três acima da zona do rebaixamento.

O Tricolor não se acanhou, atacou bastante, mas o time paranista foi eficiente nas poucas vezes que subiu ao ataque. Escalado num 4-4-2 que variava para o 4-5-1 (com os recuos de Ramon), o Boa segue desfalcado do lateral-direito Jackson. Marcelinho tem sido escalado improvisasdo no setor. E Waldison, depois de dois pênaltis perdidos, foi parar no banco.

Uma curiosidade, apra quem não viu. Na camisa do time, sem patrocinador master, estava escrita a frase “Venha para Varginha”. Mais um sinal da proximidade da diretoria com a prefeitura da terra do ET. E novamente o prefeito Eduardo Corujinha viajou com a delegação e atuou como médico da equipe. Ah! Teve telão de novo na praça do ET, no palco da concha acústica.

O próximo desafio da Coruja é sábado, em Varginha, contra o São Caetano.

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Boa cumpre obrigação e vence Duque

Recebendo o lanterna em casa, Boa foge do Z-4

Será assim até o fim. Na concorrida Série B, cada três pontos rendem boa subida no elevador da classificação – e derrota é sinônimo de queda livre. O Boa recebeu o lanterna Duque de Caxias no estádio Melão, na última sexta (27/8), e cumpriu sua obrigação: vitória por 2 a 0 e classificação bem no meio da tábua (décimo lugar, 26 pontos, a quatro do G-4 e a cinco do Z-4).

O lindo gol do experiente meia Ramon (ex-Grêmio) abriu a vantagem, selada no finalzinho da partida por Waldo.

O boa encara o Paraná clube, fora de casa, na abertura do segundo turno.

E você que é leitor de Ituiutaba, não perca o Canhota 10 no caderno Mais Esporte do semanário Mais Notícia. Nesta segunda (29/8) nas bancas!

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Análise do GP da Bélgica

Como foi a 12ª etapa do Mundial de F1, vencida por Vettel

Por Renato Diniz

O problema não é largar nas primeiras posições ou no fim do grid. A complicação está em largar no meio do pelotão. Esse ensinamento atribuído a Ayrton Senna (pelo menos segundo Galvão Bueno) não foi passado ao seu sobrinho Bruno Senna. Isso em Spa, onde a “reta” de largada é um curva, seguida de mais outra, é informação valiosa.

Logo em sua primeira corrida na Lotus-Renault, o brasileiro se atrapalhou e acertou em cheio Jaime Alguersuari, que, com toda razão, revoltou-se. Mas é o esporte. Bruno foi punido com uma parada nos boxes para trocar o bico e com uma passagem pelo mesmo local como punição dos comissários, capitaneados por Nigel Mansel.

O erro e o 13º lugar não apagam sua boa participação nos treinos e nem põem em risco seu retorno à principal categoria do automobilismo.

No pelotão da frente, Sebastian Vettel voltou a vencer depois três corridas “apenas” entre os cinco primeiros (Alemanha, Hungria e Inglaterra). A corrida foi marcada pela instabilidade dos pneus, já castigados na longa volta de classificação do sábado. Isso, somado ao recurso da asa móvel e ao fato de vários pilotos de equipes de ponta terem largado atrás, fez com que a corrida da Bélgica fosse intensa, com várias trocas de posição e de liderança: Alonso, Vettel, Webber e até Rosberg estiveram na ponta. Aliás, 40% do desempenho de Nico foi graças à sua largada.

Não foi só Bruno que errou. Hamilton exagerou na dose na briga por posições com Kobayashi e acabou levando a pior. Batida forte com direito a instantes de apreensão, já que Lewis não se mexia. Só um susto.

O domingo também não foi bom para Massa, que fez uma prova apagada. Mesmo que seu pneu não furasse nas últimas voltas, ele não passaria de um quinto lugar, atrás até da Mercedes, em tese mais fraca.

A grande atuação foi de Button e Schumacher (Alonso, talvez, pela agressividade e precisão). Os dois saíram do fim da fila para ficar no Top 5.

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O domínio da Red Bull é claro, mas não é tão grande. Sempre que vence, o carro da equipe dos energéticos crava de 5 a 10 segundos de vantagem para quem vem atrás – méritos de McLaren e Ferrari. Nada mal, mas num esporte como esse, uma saída de pista e um pneu mal trocado mudam tudo.

Renato Diniz é aluno do quarto ano de Jornalismo da Unesp de Bauru e comanda o Vanguardão, da rário Jovem Auri-Verde (760AM).
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Boa Esporte perto do Z-4

Time se complica no final do 1º turno da Série B

Depois de uma ótima sequência invicta, com seu ápice no vareio de bola que deu no Sport Recife (15ª rodada), o Boa desacelerou. Perdeu para o ASA de Arapiraca, fora, empatou com a Ponte em casa e foi derrotado pelo Náutico. Os dois recentes resultados, é verdade, foram contra times do G-4, mas para quem pretende se manter na Segundona nacional, não se distingue adversário.

Para quem sonhou com o acesso à elite, neste momento o retorno à Série C parece uma realidade mais próxima. Apenas três pontos separam o Tricolor da zona da degola. Como a Série B é muito equilibrada, nada que uma nova sequência positiva não resolva, ainda mais que há todo o segundo turno pela frente. Mas é bom abrir o olho…

De positivo, o ótimo aproveitamento de Jheimy, que tem constantemente marcado seu golzinho. Apesar de Carlos César ter atuações regulares, Jackson tem feito falta na lateral-direita. E espera-se, agora, que Marinho se firme como titular na esquerda, pois o time fica mais ofensivo com ele do que com o improvisado Higo.

A próxima partida, que anuciava-se ser uma baba, requer atenção. O antes saco de pancadas Duque de Caxias vem de três jogos sem perder. Mesmo assim, a disputa é em Varginha, o que sugere obrigação de ganhar três pontos.

Quem é de Ituiutaba e região não pode perder a edição (nº 93) do Mais Esporte (caderno do semanário Mais Notícia). O Canhota 10 fala do impacto da nova resolução da CBF sobre mudanças de cidade de clubes de futebol e como isso afeta o Boa. Fala também da “maquiagem” na média de público em Varginha. Confira nas bancas!

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Boa empata com a Ponte: não adianta culpar árbitro

Treinador Nedo Xavier reclamou sem razão

O Boa ia conseguindo uma vitória importantíssima sobre a Ponte Preta, pela 17ª rodada da Série B, mas o gol de falta de Mancuso, aos 39 do segundo tempo, estacionou o time na 13ª posição, com 23 pontos – a vitória o deixaria em sétimo. O árbitro Wagner Reway realmente teve um desempenho ruim, mas quem tem mais razões de reclamar é a Macaca.

O treinador Nedo Xavier, entretanto, creditou o empate à atuação do árbitro. “Foi uma falta absurda que o árbitro viu e acabou saindo o gol deles. Pode passar o lance 300 vezes na televisão que não foi. Ele mesmo falou com o Thiago que ele chutou muito forte a bola, e talvez ele tenha imaginado que pegou no atleta, mas não pegou, e por causa de um erro, não conquistamos uma vitória, infelizmente”, afirmou à Gazeta Press após a partida. Acho que o treinador não precisará ver 300 vezes que o pênalti (desperdiçado) a favor do Tricolor não existiu e que o gol de Jehimy foi irregular – o camisa 9 estava impedido, como você pode conferir na imagem abaixo.

Momento do passe: Jheimy à frente da zaga e da linha da bola

Tampouco o Boa foi superior à Ponte em campo, como Nedo também afirmou. No máximo, é aceitável dizer que foi lá e cá. Boas chances foram criadas por ambos os times e cada um teve um lance capital – o pênalti boveta e uma bola do ataque alvinegro que Pablo tirou em cima da linha.

O poder de fogo do time mineiro vai se definindo jogo a jogo: é capaz de ser um visitante indigesto, mas ainda não se impõe em casa com propriedade – exceção feita ao banho de bola que deu no Sport, na 15ª rodada.

A verdade é que, enquanto sonha com o acesso, o Boa vai fugindo do fantasma do rebaixamento, apenas três pontinhos atrás. A classificação é muito embolada e qualquer cochilo pode ser fatal – como sofrer esse gol da Ponte no final, em que Luis Henrique estava mal posicionado e montou a barreira de maneira equivocada.

Luis Henrique posicionou-se atrás da barreira, deu passo em falso para a direita e, depois, não alcançou a bola no canto esquerdo

Na próxima sexta, às 20h30, o Boa Esporte tem missão duríssima: visita o Náutico, hoje no G-4 e invicto há três jogos.