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Pode um time só de laterais-direitos?

Sim! Na seção Times Imaginários, tudo é possível. Confira!

Mais um da série Times Imaginários, agora com os laterais-direitos que se espalharam pelo campo – exceção feita ao atacante que quebrou galho na ala e ao hoje lateral que é ex-volante.

Rogério Ceni: é sempre o coringa nessas ocasiões e, talvez, até se desse bem de lateral-direito mestre na bola parada, como Paulo Roberto, Anderson Lima, Arce, Edson Boaro, Nelinho, etc…

Carlinhos Bala: se o time é dos laterais que mudaram de posição, eis um que virou lateral, quando Nelsinho Batista precisou que ele corresse muito pela beirada da Ilha do Retiro, jogando pelo Sport.

Leandro: o eterno camisa 2 da Gávea, ao ver o jovem Jorginho arrepiando na base, olhou para seu joelho cansado e pediu para jogar na zaga. E deu conta do recado – campeão estadual (1986) e nacional (1987).

Panucci: encarou na boa o miolo de zaga para compensar o fôlego melhor – e virou zagueiro-artilheiro com gols de cabeça.

Júnior: o maestro, como sabem, começou no Mengo na direita, até trocar de lado e virar lenda.

Jorginho: quando voltou ao Brasil no fim da década de 90, tornou-se volante no São Paulo e continuou assim no Vasco. O antes disciplinando lateral virou uma máquina de bater… (e mais tarde o auxiliar de Dunga)

Belletti: campeão do mundo em 2002 como lateral, aqui neste campo volta a sua posição de origem, como foi revelado no Cruzeiro, brilhou no Galo e agora joga no Flu.

Alessandro: não à toa deram a camisa 5 do Corinthians para ele na época de numeração fixa, pois Mano Menezes o utilizou muito no meio-campo. Acabou voltando para sua posição de origem.

Mazinho: surgiu como lateral-esquerdo no Vasco, mas fez fama na direita e, por fim, foi campeão do mundo em 1994 tomando a posição de Raí na armação das jogadas.

Mancini: o mais notório lateral que arrebentou em outra posição. Virou praticamente ponta-esquerda na Roma, driblando e fazendo gols – depois sumiu na Internazionale.

Paulo Baier: goleador tem que jogar na frente, certo? Ele é simplesmente o artilheiro da era dos pontos corridos do Brasileirão.

Técnico: Nelsinho Batista, afinal, quando jogador era lateral-direito.

Por Fernando Beagá

Mineiro de Ituiutaba, bauruense de coração. Formado em Jornalismo e mestrando em Comunicação Midiática pela Unesp, atuou por 16 anos na Editora Alto Astral, onde foi editor-chefe e responsável pela implantação e edição das revistas esportivas. É produtor de conteúdo freelancer pelo coletivo Estúdio Teca. Resenhou 49 partidas da Copa do Mundo de 2018 para Placar/Veja. Criou o CANHOTA 10 em 2010, a princípio para cobrir o esporte local (ganhador do prêmio Top Blog 2013), e agora lança olhar sobre o futebol nacional e internacional.

2 respostas em “Pode um time só de laterais-direitos?”

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