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Larry enfrenta Estados Unidos em sua cidade, Chicago: “Meu filho vai me ver jogando de verdade”

Larry Taylor falou da expectativa de defender o Brasil diante de seus familiares e de seu filho

O ala-armador Larry Taylor já sentiu a emoção de enfrentar os Estados Unidos, seu país natal, em amistoso de preparação para a Olimpíada de Londres, em 2012 — o presidente Barack Obama, inclusive, estava na plateia. Neste sábado, entretanto, a emoção será maior. A partida contra os norte-americanos (preparatória para o Mundial) será em Chicago, cidade onde nasceu e onde a família Taylor ainda vive — com transmissão do Sportv a partir das 21h30.

“Estou muito ansioso, vai ser um jogo muito especial, a cidade onde eu nasci… Já pensei em tudo o que eu passei na minha carreira”, celebra o Alienígena, contando com a “torcida” brasileira com sotaque. “Muitos familiares e amigos vão estar presentes, vamos ver se todo mundo vai de verde-amarelo!”, diverte-se.

As últimas férias foram colado com o jovem Josh. Foto: Arquivo pessoal
As últimas férias foram colado com Josh. Foto: Arquivo pessoal

PAI HERÓI
Mas há um elemento a mais que está mexendo com o coração de Larry. Por conta dos desencontros que a vida de boleiro mundo afora impôs ao craque bauruense, por muito tempo ele não teve contato com seu filho, Joshua. Nas últimas férias, entretanto, ele não desgrudou do menino e comoveu muitos amigos no Facebook, que torciam pelo reencontro.

Ver o pai jogando contra as feras da NBA será um momento realmente especial. “Meu filho está muito feliz. Até agora ele só me viu jogando brincando com ele e os amiguinhos. Agora, ele vai me ver jogar de verdade”, comemora. E para quem o Alienígena Jr vai torcer? “Perguntei para qual time ia torcer e ele falou Brasil. Fiquei muito feliz. Vai ser muito bom!”.

Vai mesmo, Larry. E você merece viver tudo isso.

 

 

Foto do topo: Alexandre Loureiro/Inovafoto/CBB

Por Fernando Beagá

Mineiro de Ituiutaba, bauruense de coração. Formado em Jornalismo e mestrando em Comunicação Midiática pela Unesp, atuou por 16 anos na Editora Alto Astral, onde foi editor-chefe e responsável pela implantação e edição das revistas esportivas. É produtor de conteúdo freelancer pelo coletivo Estúdio Teca. Resenhou 49 partidas da Copa do Mundo de 2018 para Placar/Veja. Criou o CANHOTA 10 em 2010, a princípio para cobrir o esporte local (ganhador do prêmio Top Blog 2013), e agora lança olhar sobre o futebol nacional e internacional.

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