Fantástico o vídeo divulgado hoje pelo Bauru Basket, produzido pela agência MR/Tempo. Tem carisma, o Alienígena!
Quem quiser curtir a página da campanha #cantalarry no Facebook é só clicar aqui.
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Todo mundo já sabia, afinal, a própria Confederação Brasileira de Basquete quem cuidou de sua naturalização. Mas isso não tira a graça do anúncio oficial da convocação de Larry Taylor para a Olimpíada de Londres. Aliás, como os outros, ele ainda está sujeito a um corte, mas é muito difícil.
Estive com Larry ontem e ele não parecia nervoso por causa da lista de Magnano. Curioso, ansioso, um pouco. Escaldado, o Alienígena dizia que só botaria fé com o anúncio feito, jurando que não houve um contato prévio nos últimos dias. A seguir, um resumo do nosso papo, que reconta a história desde que veio a ideia da naturalização.
O processo
“O Guerrinha e o Vanderlei vieram comentar comigo e gostei da ideia. Perguntei o que eu teria que fazer e já providenciei os papéis. Depois foi esperar até a prova na Polícia Federal. Só precisei copiar um texto, foi tranquilo.”
Colegas de Seleção
“Quando estive com eles, ano passado, me surpreendi porque todos me trataram muito bem, fui bem acolhido. Varejão e Splitter brincavam comigo, falando em inglês, muitos eu já conhecia de enfrentar e foi legal conhecê-los como colegas de time.” Até o Marcelinho Machado?, brinco: “Ele é um cara legal. A torcida de Bauru vaia, xinga, porque ele joga muito. Se fosse do lado de cá… Quem não ia querer o Marcelinho no seu time?”
Marcelinho Huertas
“Tive um bom relacionamento com ele no período de treinos para o Pré-Olímpico, mas não tive oportunidade de treinar junto, pois ele estava sendo poupado enquanto estive lá. Mas sei que vou aprender muito com ele, é um grande jogador e que está numa grande fase.”
O corte em 2011
“Na concentração, o Vanderlei [Mazuchinni, diretor de seleções] me chamou para ir ao quarto do Magnano e me avisaram que não ia dar tempo de naturalizar. Aí, o Magnano disse para eu não desanimar e que contava comigo no futuro. E me coloquei à disposição para ficar treinando mais alguns dias. Liguei para o Guerrinha e disse que o que aprenderia ali com grandes jogadores iria acrescentar muito para minhas atuações por Bauru.”
Habituar-se à reserva
“Estou à disposição do Magnano para o que ele precisar. Posição um ou dois, ficar na reserva, quantos minutos for preciso. O que eu quero é ajudar o time, ajudar o Brasil.”
Magnano
“Ele é um treinador vencedor e enquanto estive com ele me empenhei muito nos treinos. Tem um estilo diferente do Guerrinha, aliás, sempre procurei aprender algo diferente com cada treinador com quem trabalhei.”
Parabéns ao Larry, ao basquete de Bauru. Fica a torcida para que tudo dê certo na preparação e ele esteja com a camisa da Seleção em Londres!
Antes de se apresentar, no dia 10 de junho, o Alienígena aterrissa em Chicago nos próximos dias para rever a família.
Ah! Os convocados:
Armadores: Marcelinho Huertas (Barcelona-ESP), Larry Taylor (Bauru) e Raulzinho (Lagun Aro-ESP).
Alas: Alex Garcia (Brasília), Marcelinho Machado (Flamengo), Marquinhos (Pinheiros) e Leandrinho Barbosa (Indiana Pacers-EUA).
Alas-pivôs: Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers-EUA) e Guilherme Giovannoni (Brasília).
Pivôs: Nenê Hilário (Washington Wizards-EUA), Tiago Splitter (San Antonio Spurs-EUA), Rafael Hettsheimer (CAI Zaragoza-ESP) e Caio Torres (Flamengo).
Convidados para treinar: Ricardo Fischer (São José) e Ronald (Brasília)
OUTRA GRANDE NOTÍCIA! Ricardo Fischer, pretendido pelo Paschoalotto/Bauru, irá se desenvolver bastante nesse período como “ouvinte” ao lado das feras da Seleção. Mas… essa visibilidade pode estimular São José a abrir o bolso para segurá-lo ou mesmo chamar a atenção de outros times.

Na verdade, não é nenhuma surpresa, tamanha a evolução de Guilherme Deodato nesta temporada – e sabendo que esse time B da Seleção Brasileira tem um olhar para 2016. E é muito merecido. Não é garantia de que o camisa 9 bauruense estará no Sul-Americano, pois foram convocados 21 jogadores para se chegar a 12. Mas a lembrança já deve ser muito comemorada, tanto pelo jovem guerreiro, quanto pelo projeto Bauru Basket – o que reforça como foi oportuno o lançamento da campanha “Basquete: Paixão de Bauru”, entre a naturalização de Larry e essa convocação.
Outro fato interessante é que a convocação do técnico Gustavo de Conti dá dicas de que Larry Taylor estará mesmo no time principal. Afinal, os grandes nomes como Marcelinho, Marquinhos, Alex e Giovannoni também ficaram fora dessa lista B – como Larry. Já Benite, Nezinho, Rafael Luz e Scott Machado, todos concorrentes do Alienígena a uma vaga de armador ou ala, foram chamados. Uma espécie de vestibular, já que Rubén Magnano estará de olho. Parece que Larry já foi aprovado. E o Gui será um ótimo aluno, com certeza.
Eu vou poder contar para os meus netos – porque a minha filha já viu também – que vi Larry Taylor jogar. Lamentei tanto não estar no ginásio da Luso quando ele deu aquela rebodunk contra Franca, mas estava lá, nessa noite de sexta (20/4), pra ver com meus próprios olhos a cesta fantástica por trás da tabela.
E pra ouvir de Guerrinha que saiu a naturalização de Larry.
Mais detalhes estão lá no Basketeria, inclusive minha crônica do jogo (leia aqui).
Agora eu vou dormir. Quero correr nesta manhã de sábado. Se eu conseguir, conto aqui.

Jeff briga no garrafão com Fiorotto: mal fisicamente, ele foi poupado por Guerrinha de boa parte do jogo
Em fase difícil, num segundo turno ruim depois da ótima primeira metade do NBB4, o Itabom/Bauru teve um choque de realidade ao enfrentar o Pinheiros fora de casa – adversário superado no turno, na Luso. A derrota por 91 a 67 evidenciou o atual abismo entre o líder do campeonato e o combalido time bauruense, ainda sem Pilar e com Douglas Nunes fora de ritmo. Não fossem as surpreendentes atuações do ala Gaúcho (cestinha do jogo com 19 pontos) e do armador Luquinha no fim da partida – compensando o mau dia de Larry, Fischer e Jeff – o resultado poderia ter sido pior.
O momento agora é esquecer momentaneamente o NBB e fazer as pazes com o melhor jogo dos guerreiros na Liga das Américas, em Bauru, nos próximos dias 16, 17 e 18 de março. Curtirem a Panela de Pressão novinha, serem acolhidos pela torcida. É um momento único, histórico para Bauru, para o projeto da Associação Bauru Basketball Team. Que seja vivido plenamente, com a raça habitual, com aprendizado (pelo enfrentamento com argentinos e chilenos) e superação (enfrentar os atuais bicampeões brasileiros nunca é tarefa fácil).
Após a partida, o técnico Guerrinha concedeu entrevista ao repórter Chico José, do Jornada Esportiva. Pode ser uma impressão equivocada de minha parte, mas achei a voz do treinador abatida – ou foi isso ou ele contou até dez para não dar as habituais respostas em tom de irritação.
“Não fizemos uma boa partida tecnicamente em função da formação tática deles. Teríamos que ter marcado bem e feito contra-ataques. Eu não acredito em sorte ou azar. Se estamos passando por esse momento difícil, é por merecimento. Quem está aqui, está brigando. Mas a temporada foi desgastante, tivemos contusões que sobrecarregaram os outros. O bom é que o Gui e o André estão fazendo bom proveito do maior tempo de quadra que estão tendo”, declarou Guerrinha ao JE.
Sobre a Liga das Américas, o treinador do Bauru Basket espera contar com o calor da torcida, que considera a grande família do time. “Queremos contar com o apoio das pessoas que gostam da gente. A gente sabe a luta que foi trazer esse campeonato e o público de Bauru é merecedor de um campeonato desse nível”, disse.
O técnico da Seleção Brasileira, Rubén Magnano, assistiu à partida e também foi entrevistado pelo Jornada (parabéns pelo trabalho, Chico). Avisou que se Larry estiver naturalizado, certamente será convocado para os treinamentos – e a partir do desempenho na prepraração conquistará ou não sua vaga no grupo que vai à Olimpíada de Londres.
Difícil algum aficionado pelo Bauru Basket ainda não ter visto, mas não custa deixar registrado, ainda mais porque o Basketeria está fazendo um trabalho brilhante e vai dar o que falar nesse NBB 4.
É que nos últimos dias, Larry Taylor foi o cara do site, protagonizando vários posts:
• Topou bancar o repórter na festa de lançamento da competição, quando soltou a melhor das frases: “Em português, claro, sou brasileiro”, quando o presidente da Liga, Kouros Monadjemi, questionou em que idioma conversaria com o armador.
• Foi eleito pela equpe do Basketeria o melhor estrangeiro do NBB 4 (uma espécie de “ranking de expectativa”)
• Escolhido também como melhor armador
De quebra, o técnico da Seleção Brasileira, Rubén Magnano, deixou ótima pista em entrevista no dia 11 que conta com o jogador do Itabom/Bauru para a Olimpíada – e Gustavo Longo, do Bom Dia, contou que falta pouco, só a prova técnica, pois já saiu o visto permanente.
Enfim, Larry é o cara!
Noroeste só precisa vencer XV de Jaú em casa para se classificar. Derrota seria um vexame
Texto publicado na edição de 26 setembro de 2011 no jornal Bom Dia Bauru
Nem a boa (e invicta) campanha do Noroeste no segundo turno da primeira fase da Copa Paulista garantiu tranquilidade. Por mais que vencer na última rodada o XV de Jaú, em Bauru, pareça uma certeza, a pressão para evitar uma vexaminosa derrota (e possível desclassificação) para o lanterna é grande. Guardadas as proporções, pegando carona no termo “Maracanazzo”(derrota do Brasil na final da Copa de 1950), isso seria um senhor Alfredaço. Bata na madeira.
E o que era uma desconfiança, a de que Jorge Saran não está garantido no comando em 2012, virou uma certeza, após ouvir o próprio treinador do Noroeste ao microfone de Jota Martins (87FM/Jornada Esportiva), após o empate de ontem contra o Penapolense. Sua meta é entregar à diretoria, ao final da participação na Copinha, resultados consistentes e uma avaliação do elenco. A partir daí, os Betos (Garcia e Souza) decidem.
Exemplo cruzmaltino
Dá uma preguiça essa conversa de que time que já tem vaga garantida na Libertadores desacelera no Campeonato Brasileiro… Jogador profissional tem que dar o máximo pela vitória sempre e, principalmente, gostar de troféu. Como os cruzeirenses, que não se contentaram apenas com a Copa do Brasil, em 2003, e fecharam um ano mágico arrebentando no primeiro Brasileirão de pontos corridos. Em 2007, também vencedor do mata-mata nacional e com vaga assegurada para o torneio continental, o Flu terminou no G-4, o que “inspirou” o treinador Renato Gaúcho, no ano seguinte, a dizer que seu time “brincaria no Brasileirão” caso vencesse a Libertadores — e perdeu. Ninguém pode brincar na maior competição do nosso futebol. E o Vasco está provando isso: que o campeonato não serve somente para dar vaga. Vale para colocar o título de melhor do país na estante, caramba!
Por isso, acho que o Santos tem que insistir em sua arrancada, não pode tirar o pé quando dezembro se aproximar. Irá contribuir ainda mais para essa emocionante reta final. No discurso do treinador Muricy Ramalho, esse é o objetivo, mas muitos desconfiam que logo entrará em cena o famoso “foco” na disputa no Japão. Ora, entre a última rodada do Brasileiro e a estreia no Mundial serão dez dias, tempo suficiente para viajar, descansar e treinar, considerando o calendário atual.
Por conta desse raciocínio de mirar o planeta, o Internacional, campeão da América, terminou o Brasileirão em segundo em 2006. Não é difícil deduzir que, em algum momento, o time relaxou e permitiu que o São Paulo disparasse. Quando acordou (uma sequência de sete vitórias e um empate entre as rodadas 28 e 35), já era tarde. Ok, o Colorado venceu o poderoso Barcelona depois, mas continua na fila de um título brasileiro, que não ganha desde que nasci, em 1979!
Convocações
Com um ou outro nome discutível — normal, em se tratando de Seleção Brasileira —, Mano Menezes fez boa chamada para a decisão do Superclássico das Américas (dia 28, em Belém, lista só de quem atua no país) e os amistosos contra Costa Rica (dia 7 de outubro) e México (11). Celebro a convocação de Borges, mas lamento a ausência de Arouca, o melhor volante brasileiro, aqui ou lá fora.
Já nos relacionados para os jogos das datas Fifa — ignoradas na tabela do Brasileirão, como já foi discutido aqui —, fica difícil saber como seria o time ideal de Mano, pois se limitou (ainda bem!) a chamar apenas um jogador por time local, deixando gente boa de fora. Aos que chiaram que não há corintianos na segunda lista, convenhamos: melhores que Ralf e Paulinho há muitos volantes por aí… Além de Arouca, o são-paulino Wellington, por exemplo.
A volta de Hernanes também chamou atenção, principalmente por Mano Menezes ter a humildade de mudar de ideia. Antes, o convocava como volante, agora o relacionou como meia, da mesma forma que atua na Lazio. Por fim, o treinador foi coerente ao deixar Lúcio de fora — quer apostar mais em David Luiz e não precisa chamar o capitão pra ficar no banco de reservas.
Mais um dia de testes, primeiro dia na quadra e melhor da gripe
[author] [author_image timthumb='on']http://www.canhota10.com/wp-content/uploads/2011/06/LARRY.jpg[/author_image] [author_info]“Hoje [6/7] foi um dia só de fazer muitos testes de corrida, velocidade e salto. A gente foi na quadra pela primeira vez e gostei. Estamos divididos em dois grupos, fazendo os testes separados. Além disso, fiz entrevistas lá na quadra também. Eu estava superbem em comparação com ontem [5/7], quando estava um pouco doente. Hoje estava bem melhor. É tarde agora, tenho que acordar cedo amanhã. Boa noite. Até mais.”[/author_info] [/author]

Realizando teste físico
Fotos de Gaspar Nóbrega/Inovafoto/CBB
A charge foi publicada domingo no diário Lance!, justamente o dia que não o leio. Mas chegou em minhas mãos pelo próprio GUSTAVO DUARTE, esse gênio do traço e bauruense sem limites. Uma linda homenagem ao nosso gringo-brasuca Larry Taylor e, claro, a camisa do Norusca, paixão do Gustavo, também representada. Provavelmente ele homenageou dois bauruenses na charge, mas confesso não conhecê-los. Você sabe quem é?