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Parabéns, Peixe!

O Santos Futebol Clube comemora 100 anos e o futuro jornalista Marcio Martinele comemora a data, na seção FALA, UNIVERSITÁRIO!, homenageando seu time de coração. Vale a pena ler.

Tributo ao Centenário

Por Márcio Martinele

Tentar entender alguém que nasce nos anos 80 e escolhe um time como o Santos para torcer não é tarefa fácil, por mais influência que o pai exerça sobre ele. Por que vou seguir aquele que a minoria segue, que pouco conquistava desde então? Questões complexas quando falamos de futebol, esporte que envolve muito o fator títulos. Talvez ser santista é fruto de uma vontade natural em ser subversivo à sociedade; o diferente, o “do contra”, juntamente com um pouco daquilo de desejar a vitória do lado mais fraco, para que a alegria venha redobrada ao final da partida e a gozação mais prazerosa nas mesas de bares.

Para exemplificar esta situação, citarei um domingo nublado de clássico no Paulistão 2006, dia 12 de mês carnavalesco; a alegria comia solta entre corintianos que acabavam de comemorar o Brasileirão do ano anterior, além de terem um timaço com jogadores em seus melhores momentos: Marcelo Mattos, Ricardinho, Roger, Nilmar, Tevez e MSI… Já o Santos tinha Júlio Manzur e Domingos na zaga, Neto na esquerda, Tabata vestindo a 10 e Reinaldo como “homem gol”. A expectativa era de um novo 7 a 1 para o Timão, por mais que a imprensa escrevesse que “clássico é clássico…”. Eis que o arquiteto Luxa “superlota” o meio de campo com volantes, coloca três zagueiros e não deixa o Corinthians evoluir. Vanderlei faz propositalmente o jogo ficar tão feio quanto o time que tinha em mãos. O melhor do “nó tático” surge quando Reinaldo sente dores e é substituído por aquele que ninguém sabe que fim levou: Geílson, que aos 33 minutos do segundo tempo recebe lá do campo de defesa um grande tijolo de Fabinho, ganha no corpo de Betão, deixa Marinho pra trás e com uma categoria além de sua pessoa “toca” no canto esquerdo de Marcelo. Santos 1 x 0 Corinthians. Só o bíblico Davi sabe o que sentiram os santistas naquele dia; a partir daquele jogo nada poderia tirar o título do Peixe.

Com o perdão do pulo cronológico, voltemos ao passado mais distante. Iniciei minha paixão pelo Santos de uma maneira estranha: perdendo… Foi no Brasileirão de 1995, quando vi aquele time “bem arrumado” chegar às finais. Eu era pequeno demais pra lembrar de detalhes dos jogos, mas impossível não guardar em mente “o cara” que reunía velocidade, habilidade, técnica e classicismo em uma mesma jogada; o legítimo “camisa 10”, o G10, cujo apelido serviria perfeitamente para o momento alvinegro: Giovanni, o Messias. Sem dúvida, era ele o homem que traria de volta a fé praiana. Infelizmente, na final, contra o Botafogo, Márcio Rezende de Freitas era fariseu, romano e Pôncio Pilatos em um só juiz, condenando o nosso salvador e todo time a mais sete anos de jejum de títulos importantes. Um ano depois, Giovanni foi vendido ao velho continente e a vida de um santista continuava…

Há quem diga que esse fracasso foi o mais triste na vida de um peixeiro. Aliás, com certeza foi, mas somente para aqueles que já tinham certa idade na época, o que não era o meu caso. Para mim, não foi pior do que o Paulistão de 2001. Depois de empatar o jogo de ida contra o Corinthians na semifinal, o Peixe dependia de outro empate para jogar a decisão contra o Botafogo de Ribeirão Preto. Isso até Gil receber na esquerda, deixar André Luiz no chão e cruzar. Na sequência do lance, Marcelinho Carioca fez uma finta de corpo e deixou Ricardinho livre para definir o marcador, aos 48 minutos do segundo tempo! Corinthians 2 x 1 Santos. Inexplicável para um garoto que dessa vez tinha 12 anos e já sabia raciocinar a ligação entre tragédia e a angústia dos dias seguintes.

E por falar em angústias, só delas vivemos de 1985 a 2001. Neste período, o Peixe ganhou um Torneio Rio-São Paulo em 1997 e uma Commebol em 1998… Quase nada para um time como o Santos. Eis que surge uma nova era: 2002. O ápice na minha vida como admirador do futebol. Como explicar um time montado pra brigar, no máximo, por uma vaga na Mercosul (hoje Sul-Americana) ser campeão brasileiro atropelando todos na fase mata-mata? Mais uma vez, o Santos estava vestido de Davi, de onze Davis. Um santista jamais esquecerá da tarde de 15 de dezembro de 2002, com Fábio Costa; Maurinho, André Luiz, Alex e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego; Robinho e Alberto e o Rei da Selva no comando. A nação alvinegra perde a virgindade com estilo; Léo, Elano e Robinho estavam dopados de Viagra e, como disse no começo do texto, a glória aparece de maneira redobrada. Os Meninos da Vila estavam de volta.

Hoje, 14 de abril de 2012, a praia de Santos está imprópria para outro escudo. São 100 anos de história que ultrapassa a área futebolística. Temos um himeneu perfeito: técnico vencedor, equipe aprazível e, de lambuja, como diria LAOR, um champanhe borbulhante e explosivo (Neymar) com um vinho Bordeaux quieto e introspectivo (Ganso). Irônico que há 10 anos formava-se este embrião que iria esmerilhar somando arte e eficiência em véspera de centenário. Tem algo no DNA deste time que, vira e mexe, eles ficam bons. Irônico também esta equipe ainda manter sua tradição de eterna inovadora, resistindo ao conservadorismo, com seus moleques inquietos e infantis, tratando a bola como um simples brinquedo. Como escreveu Alberto Helena, o Santos vive “na contraposição das duas ideias básicas do futebol, quiçá da vida: a rebeldia contra o estabelecido; o ataque contra a defesa; o novo e o velho, ambos sempre eternos”. Parabéns, Nação Alvinegra.

Márcio Martinele é estudante de Jornalismo da Universidade do Sagrado Coração e atua na rádio Auri-Verde 760AM

O Teorema do Barcelona

Por Deivide Sartori

Nos últimos três anos, o Barcelona não terminou um jogo sequer com menos posse de bola que seus adversários. Tal fato já demonstra a superioridade do futebol praticado pelo time da Catalunha. Posse de bola, porém, não implica vitória certa. O que se faz durante essa posse, sim. E aí está um aspecto que revela a unicidade do Barça atual. Com o domínio da bola, Messi e companhia jogam em triângulos e deixam as parábolas como as opções únicas para o jogo dos adversários. Mas o que esse papo geométrico tem a ver com futebol?

Resposta: amigos(as), os triângulos são inabaláveis. No caso do Barcelona, são onze vértices em movimento e revezamento contínuo na criação de jogadas triangulares. Para os comandados de Pep Guardiola, a distância mais curta entre as duas áreas não é o chutão parabólico e a esmo da zaga em direção ao ataque. Evita-se isso a todo custo. Basta ver como a equipe cobra suas faltas e tiros de meta – nada de parábolas. Sua aula de futebol é sobre triângulos: equiláteros, isósceles, escalenos, com ângulos agudos, retos, obtusos, enfim, versatilidade absoluta sob a regência dos mestres Xavi, Iniesta e Messi. Este, aliás, é aquele que possui autonomia e, sobretudo, qualidade para traçar linhas que fogem de qualquer lógica.

Na final do Mundial de Clubes, o Santos teve sua aula particular. Com todo o rigor euclidiano, a demonstração azul-grená fez com que os jogadores santistas parecessem pontos dispersos no retângulo verde da sala de aula. Mais uma vez, o teorema que afirma que, para se chegar aos gols, os pequenos triângulos são mais eficientes do que as grandes parábolas foi demonstrado. Mas nada de lamentação, torcedor(a) santista. O Santos, logicamente, tem bom futebol e não vive somente de parábolas. O fato é que, nos últimos três anos letivos, a lição do Barça acontece invariavelmente e seja qual for o oponente. E foi bonito o reconhecimento da derrota pelo melhor aluno alvinegro: Neymar disse “tomamos uma aula de futebol”.

Finalmente, eis o óbvio: é necessário algo de outro mundo para vencer a melhor equipe do mundo. Nesse caso, Pelé e Coutinho, os pais da matéria triangulação, seriam ideais.

Deivide Sartori é estudante de Jornalismo da Unesp/Bauru

Se você estuda Jornalismo é quer publicar textos nesta seção ‘Fala, universitário!’, entre em contato: fernandobh@canhota10.com

Coluna da semana: o passeio do Barcelona sobre o Santos

Texto publicado na edição de 19 de dezembro de 2011 no jornal BOM DIA fala sobre como o Santos assistiu à final de dentro do campo

Geração videogame

De tudo o que vi e ouvi durante a transmissão da final do Mundial de Clubes, a informação que não saiu da minha cabeça foi a de que Neymar é fã do zagueiro Puyol. Não por sua qualidade como zagueiro no gramado, mas no videogame! E a partida entre Santos e Barcelona pareceu mesmo uma disputa virtual, no modo “hard” (difícil), quando você joga contra a máquina e não consegue tocar na bola… Pareceu também que os jogadores do Peixe estavam admirando, dentro de campo, aqueles que protagonizam sua diversão no quarto do hotel, os heróis do joystick. A verdade é que todos nós admiramos – e o menino Neymar mostrou maturidade ao reconhecer a aula de futebol que recebeu.

Assim que o Brasil perde uma partida de Copa do Mundo, começa o esforço coletivo para explicar a derrota. Para entender o vice santista, não é preciso tanto. O Barcelona é de outro planeta, de uma perfeição no trato com a bola jamais vista nas últimas décadas. Não vi a seleção holandesa de 1974, mas imagino que era algo próximo disso: uma dinâmica troca de posições e entrega em campo até o apito final. O Barça vence por 4 a 0 e continua marcando pressão, incomodando a saída do adversário. Messi é tão operário quanto o cascudo Mascherano, não para nunca.

Se faltou mais atitude ao Santos, foi nas poucas vezes em que esteve com a posse de bola. Porque roubá-la do Barcelona é mesmo missão quase impossível. A impressão é de que se fica zonzo com tamanha movimentação. Nada é previsível, não se sabe para onde correr, quem marcar. Os próprios jogadores alvinegros reconheceram em entrevistas pós-jogo o quanto se desdobraram em vão.

Há o que criticar? Claro que há. E não é na base da corneta, como muitos cronistas fizeram nas redes sociais. O Santos Futebol Clube, tricampeão da América, merece todo o respeito.

O equívoco do Muricy
O Santos entrou em campo com um esquema tático equivocado, com três zagueiros em linha. O segredo estava em pressionar lá na frente e não aguardar que o Barcelona chegasse, com toda sua qualidade, na cara do gol santista. Com isso, ficou com um meia a menos para tentar criar com a migalha de tempo de posse de bola que teve (29%). Quando Elano entro no lugar de Danilo, o esquema ficou torto e os zagueiros continuaram lá…

Vacilão
Durval foi de uma apatia irritante. Eu sempre defendi o zagueiro santista em conversas, pelo ótimo histórico no Sport Recife e pela temporada 2010 irretocável ao lado de Edu Dracena. Este ano, mesmo com alguns vacilos, fez uma honesta Libertadores. Ontem, entretanto, o camisa 6 santista parecia um poste. No primeiro gol, a bola desviou nele antes de chegar a Messi. Não houve reação, ele parou para admirar a conclusão do argentino. No segundo, o cruzamento de Daniel Alves passou por ele, que ficou caminhando enquanto Xavi concluía. Preferiu pedir impedimento (duas vezes!) no terceiro gol a tentar roubar a bola. O último golpe catalão também contou com a caminhada durvalina enquanto Messi arrancava sobre Rafael. Não que seja o vilão da derrota – há sim heróis grenás –, mas certamente foi o maior destaque negativo.

3-7-0
Sempre me irritaram as definições táticas fatiando o gramado em quatro setores, como o famoso 4-2-3-1 que a Espanha consagrou na última Copa do Mundo. Temos defesa, meio-campo e ataque, certo? Enquanto não inventarem um nomo para esse “quarto setor”, para mim a Fúria ganhou o Mundial no 4-5-1. Mas até na tática o Barcelona dá um nó nos analistas. Muricy falou em 3-7-0, mas como dizer que um time que faz quatro gols não tem atacantes? Na verdade, é uma espécie de 3-4-3, mas sem peças fixas. A cada ataque, são três jogadores diferentes na frente. E como botar no papel? Tem que escolher… Os que mais ficaram avançados foram Daniel Alves, Messi e Fàbregas.

Itabom/Bauru vence na estreia. Estreia?

Guerrinha avisa que primeiro jogo no Paulista não serve de parâmetro

Jeff teve atuação discreta: oito pontos. Foto de Sérgio Domingues/HDR Photo/Bauru Basket (inclusive home)

Direto da Luso

Não serve de parâmetro para o bem, mesmo com a vitória folgada, muito menos para o mal. Segundo o técnico Guerrinha, a partida de estreia  no Campeonato Paulista tem valor nulo como avaliação do Itabom/Bauru. Ele não gostou do que viu e quer deixar para trás essa partida. O time bauruense venceu Santos por 83 a 69, depois de um primeiro tempo folgado (40 a 19) e uma segunda metade vacilante (derrota por 43 a 50).

“Se todo mundo mantivesse a concentração, independente do adversário, do frio… A equipe não empolgou e o jogo não serve de referência para nada. A gente deu moral para Santos. No nível que a equipe está, tem que ter um objetivo maior. Não tem que pensar em vencer uma partida, vencer o Santos é uma coisa natural. Individualmente, a equipe não aproveitou. Coletivamente, menos ainda. O revezamento foi péssimo, o rendimento foi péssimo”, concluiu o treinador.

Douglas Nunes chegou anteontem da Seleção – foi cortado por Magnano – com vontade, mas um pouco perdido em alguns momentos. Entretanto, protagonizou enterrada e bons arremessos e fechou a partida com 17 pontos – Fischer foi o cestinha, com 19.

Thyago Aleo ficou bom tempo em quadra (17min39), Gui também (10min52) e Mosso confirmou que será bastante útil, com chute seguro e presença defensiva. Gaúcho, ao contrário de sua atuação no jogo-treino contra Araraquara, ficou devendo (apenas dois pontos), mas parece que jogou sem totais condições físicas – não perderia a reestreia em sua verdadeira casa por nada…

Larry Taylor quase fez um triplo-duplo: dez pontos, nove rebotes, nove assitências.

Uniforme
O Itabom/Bauru atuou com o uniforme da temporada passada, ainda com os patrocinadores antigos, mas vale uma ressalva: a culpa não é da nova fornecedora de material esportivo, a Cambs. O contrato com a Claro foi fechado na última quarta-feira, seria impossível confeccionar uniforme em tão pouco tempo – os patrocinadores foram surgindo a conta-gotas e a diretoria sempre pedia para esperarem. A previsão de estreia da roupa nova, segundo o diretor Vitinho Jacob, é para a terceira rodada, em em 17/8, contra o América de Rio Preto, fora de casa. Certamente, em casa, no dia 20, contra Rio Claro. Ah! As placas de publicidade dos novos apoiadores estavam devidamente colocadas na quadra.

O próximo compromisso do Itabom/Bauru é no dia 10, contra o São Caetano, às 20h, no ginásio do adversário.

De volta ao BD na Arquibancada!

Passada a correria, Fernando BH reencontra Júlio Penariol e… Alexandre ‘Mira’ Moreno

Eu sempre digo que o mês de abril me esfola vivo. Editar guias e tabelas do Brasileirão é prazeroso, mas leva tempo. Assim, não pude estar nas três últimas edições do Bom Dia na Arquibancada. De volta nessa terça (26/4), tenho o prazer de reencontrar o colega Alexandre Moreno, agora comandando a rede em São Paulo, de passagem por Bauru. Assista!

Programa faz balanço das semifinais do Paulistão e da reta final da A-2

Elite tem apenas os quatro grandes na disputa pelo título

Agência BOM DIA

Com a visita do jornalista Alexandre Moreno, coordenador da CEC (Central de Edição Compartilhada) do BOM DIA, e a volta do jornalista Fernando BH, do site Canhota10.com e colunista do BOM DIA, o BOM DIA na Arquibancada desta terça-feira, 26 de abril, faz um balanço das semifinais do Paulistão.

Como já era de se esperar, apenas os quatro times considerados grandes continuam na disputa pelo título de 2011. Palmeiras e Corinthians se enfrentam em uma semifinal – será que Valdívia vai se arriscar a dar seus chutes no ar diante do rival? Veja o que os integrantes da mesa acham -, enquanto São Paulo e Santos brigam por outra vaga – quem vai desequilibrar? Neymar? Dagoberto? Ilsinho? Ganso? Confira nossa opinião.

Na Série A-2, fim da linha para Rio Preto e São José, que perderam no fim de semana e deram adeus à chance de voltarem à elite. Dos times das cidades onde o BOM DIA atua, Catanduvense e Atlético Sorocaba continuam na luta pelo acesso. O programa mostra o que cada equipe precisa fazer para avançar.

Deixe seu comentário na página do BOM DIA e concorra ao prêmio. E todos que comentarem concorrem ainda à camisa do seu time no fim do Paulistão, que começará a ser sorteada no dia 29 de abril.

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1º bloco

2º bloco

Bom Dia na Arquibancada fala da chegada de Muricy ao Santos

Programa mostra que vela noroestina está acesa e repercute rodada da A-2

Time de Bauru mantém esperanças de não rebaixar; na elite, tudo sobre Muricy Ramalho no Santos

Agência BOM DIA

O BOM DIA na Arquibancada desta terça-feira, 5 de abril, mostra que, pós vencer a Portuguesa no fim de semana, o Noroeste mantém a esperança de não rebaixar no Paulistão e, por isso, acendemos uma vela para iluminar os caminhos do time nas próximas rodadas.

Ainda na elite do futebol estadual, repercutimos a vitória do Palmeiras sobre o Santos, a atuação apagada da dupla Neymar/Ganso, a contratação do técnico Muricy Ramalho pelo Peixe e a inconstância do Corinthians.

Tem também Copa do Brasil e Libertadores, com São Paulo e Santos em campo nesta quarta-feira em busca da vitória. Será que dá para os dois clubes? Veja a opinião dos jornalistas.

Na Série A-2, a segunda fase não começou nada boa para as equipes da rede BOM DIA – nenhuma venceu. Confira o que Rio Preto, Catanduvense, São José e Atlético Sorocaba precisam fazer para garantir o acesso.

E não se esqueça: deixe seu comentário na págna do BOM DIA e concorra a réplica da camisa histórica da seleção brasileira, que será sorteada na próxima sexta-feira. Todos que comentarem concorrem ainda à camisa do seu time no fim do Paulistão. Participe!

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1º bloco:

2º bloco:

Bom Dia na Arquibancada comenta alívio noroestino…

Mesa-redonda veste a camisa do Atlético Sorocaba e exalta Noroeste

Tem ainda a queda de Mirassol, Paulista e Santos, e a irritante troca de técnicos no futebol brasileiro

Agência BOM DIA

Como prometido no último programa, o BOM DIA na Arquibancada desta terça-feira veste a camisa do Atlético Sorocaba, vice-líder do grupo 2 da Série A-2 e já classificado para a próxima fase da competição, assim como o Rio Preto, outro que venceu na rodada com mais um gol do artilheiro “selecionável” Bruno Nunes.

A fundamental vitória do Noroeste sobre a Ponte Preta também é destaque, além das quedas de Mirassol e Paulista, que já fazem as contas para ver quantos pontos faltam para os times se classificarem.

Tem ainda, no quadro “Só bebendo”, a troca-troca irritante de técnicos que assola o futebol neste começo de ano e a falta de novos nomes no Brasil.

E não se esqueça: deixe seu comentário no site do BOM DIA e concorra a réplica da camisa histórica da seleção brasileira, que será sorteada na próxima sexta-feira. Todos que comentarem concorrem ainda a camisa do seu time do Interior. Participe!

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Noroeste perde para o Santos, mas com postura

Marcelinho disputa com Felipe Anderson, autor do segundo gol. Foto de Ricardo Saibun/Santos FC (inclusive home)

3-6-1 funcionou na Vila; time ainda perdeu pênalti, com Zé Carlos

Foi como se esperava: dificilmente o Santos perderia para o Noroeste na reabertura da Vila Belmiro. Confirmou seu favoritismo e assumiu provisoriamente a liderança do Paulistão ao vencer por 2 a 0 nesta sexta (11/2). A partida, entretanto, não foi fácil. Mesmo escalado de forma cautelosa, o Norusca criou boas chances e mostrou que tem, sim, condições de se manter na Série A1.

O Alvirrubro obrigou o goleiro Rafael a se esticar em duas difíceis defesas e ainda desperdiçou um pênalti, com Zé Carlos. Minutos depois, foi a vez de Elano desperdiçar penalidade máxima pelo Peixe. Ao final da oitava rodada, o Noroeste poderá voltar à zona de rebaixamento. O time volta a jogar no domingo (20), às 18h30, contra o São Bernardo, fora de casa. O lateral-esquerdo Gleidson, que recebeu o terceiro cartão amarelo, não joga.

Ao jogo, pois:

Primeiro tempo
Os minutos iniciais sãode tentativas do Santos de furar o bloqueio noroestino. Até que, aos oito minutos, Marcelinho serve Zé Carlos, que faz pivô e ajeita de peito para Ricardinho chutar no canto – Rafael defende. No minuto seguinte, o contra-ataque implacável: Diogo lança Zé Eduardo em velocidade, ela ganha de Matheus e escolhe o canto. 1 a 0.
Atualizado: quem perdeu na corrida foi o Júlio César, que estava marcando o Zé. O Matheus deu um pique impressionante para tentar consertar.
Ao contrário do que muitos poderiam pensar, o Norusca não deixa a porteira abrir. Chega ao ataque com Ricardinho, aos 16 (dividindo bola com o goleiro) e Marcelinho, aos 18 (chute fraco de longe). Mais Trem-Bala: aos 22, Gleidson faz boa jogada pela esquerda da área e cruza – Zé Carlos quase alcança.
Em jogada semelhante, aos 24, Diogo cruza e ninguém completa. Dois minutos depois, o Alvirrubro quase empata em linda jogada: Júlio César cruza da direita e encontra Zé na entrada da área; o camisa 9 domina no peito, solta a bomba no canto e Rafael pega com a ponta dos dedos.
O último lance relevante ocorre aos 29, quando Diogo dá elástico no zagueiro e cruza com perigo – a bola passa à frente da meta de André Luis, pedindo para ser chutada. No primeiro tempo, o camisa 1 noroestino não suja o uniforme.
Segundo tempo
A partida recomeça quente. E boa para o Noroeste. Aos 3, Giovanni invade a área e é atropelado por Edu Dracena. Zé Carlso, dois gols de pênalti no campeonato, encara o catimbeiro Rafael e perde, chutando rasteiro no canto esquerdo para fora.
Aos 7, é a vez de o Santos desperdiçar. Marcelinho derruba Diogo e Elano, artilheiro do Paulistão, chuta ao melhor estilo Roberto Baggio. A partida segue 1 a o.
E não poderia faltar o susto de Matheus… Aos 16, ele completa cruzamento na área, em belo cabeceio contra o próprio gol! A bola sai por cima.
Aleílson entra disposto e, aos 17, tabela com Ricardinho, mas é travado por Rafael. O Peixe responde aos 21, com Zé Eduardo chutando pra fora, com perigo. Cinco minutos depois, a única grande defesa de André Luis: ele espalma, à queima-roupa, chute de Zé Love.
O golpe final vem aos 24, em chute do jovem Felipe Anderson. Ele acerta o ângulo esquerdo. A partir daí, o Norusca perde força, mas também não passa sustos. Como foi dito no Canhota 10, importava saber como o Noroeste iria perder. E perdeu jogando bem, contra um time que estreará na Libertadores.
Série D? Está virando sonho. Rebaixamento? Um pesadelo possível, apesar de o time estar engrenando – devagar, mas engrenando. Provavelmente, o Noroeste estará na Série A1 em 2012.

Confira os melhores momentos da partida:

Bom Dia na Arquibancada de 11 de fevereiro

Programa está cheio de polêmicas

Júlio Penariol, Alexandre Moreno e Fernando BH. Foto de Cristiano Zanardi/Agência Bom Dia

Situação de Roberto Carlos e crise no São Bento são alguns dos assuntos abordados nesta sexta-feira

Agência BOM DIA

O BOM DIA na Arquibancada desta sexta-feira está a fim de causar polêmica. Falamos de Roberto Carlos, Liedson, Ronaldo, crise no São Bento, seleção brasileira e, é claro, a rodada deste fim de semana do Campeonato Paulista, séries A-1 e A-2.

Deixe seu recado na página do BOM DIA e concorra na próxima sexta-feira (18) a uma camisa histórica da seleção brasileira. Clique aqui e assista todos os programas de 2011.

1º bloco:

2º bloco:

Noroeste: cauteloso 3-6-1 pode dar certo contra o Santos

Lori Sandri pensa primeiro em não perder e fecha os espaços, mas desenho tático pode surpreender

Chame como quiser: 3-2-4-1 ou 3-4-2-1. A verdade é que 4 + 2 = 6. O Noroeste vai congestionar o meio-campo na Vila Belmiro para evitar perder para o Santos nesta sexta-feira (11/2), às 21h.

Giovanni será titular. Foto de Cristiano Zanardi/Agência Bom Dia (inclusive home)

Ao sacar o atacante Aleílson do time, o técnico Lori Sandri reforça o meio, com a entrada de Giovanni – pela primeira vez relacionado para um partida, a joia agenciada por Fernando Garcia já começa como titular, contra um grande clube, em sua cidade natal, e com transmissão do Sportv. O que aparentemente é uma retranca, pode se revelar um bom esquema para surpreender o Peixe. Afinal, já ficou provado nas duas partidas anteriores que o trio de zagueiros permite que os laterais (ou alas, como quiser) apoiem sem medo.

Com a entrada de Giovanni, desenha-se um quadrado no meio: Júlio César (pela direita) e Marcelinho (esquerda) formam a dupla de volantes, responsável pela saída de bola; e Ricardinho (direita) e Giovanni (esquerda) estarão mais próximos de Márcio Gabriel e Gleidson para triangularem e criarem jogadas para a bola chegar em Zé Carlos, isolado lá na frente.

Se não der certo, Lori pode voltar com Aleílson ou mesmo apostar em Diego novamente. Hernani está mais uma vez relacionado e poderá ser bastante útil. Aliás, o banco noroestino terá Yuri, França (em cima da hora, substitui Da Silva, que cortou a cabeça no treino de quinta), Gustavo Henrique, Hernani, Thiago Marin, Aleílson e Diego.

Lembrando os titulares do Alvirrubro: André Luis; Cris, Halisson e Matheus; Márcio Gabriel, Júlio César, Marcelinho, Ricardinho, Giovanni e Gleidson; Zé Carlos.

Pode dar certo, mas, como escrevi no Bom Dia Bauru na última segunda, o normal será o Santos vencer, até mesmo por goleada. O que deverá ser analisado nesta é o comportamento do Noroeste em campo, para mensurar se, definitivamente, brigará acima ou abaixo na tabela de classificação.