Contra o Monte Azul, na última quarta, o Noroeste jogou todo de vermelho debaixo uma lua só – partida às 15h. E o adversário estava de azul, poderia ter jogado de branco. Então, aqui no Alfredão, sua casa, às 19h, sem horário de verão, sol indo embora, tem que jogar de rubro. A não ser que… a transmissão pela TV (Rede Vida) influencie a escolha do uniforme, pensando na maior visibilidade das marcas. A conferir.
Outra expectativa para o jogo é a possível entrada de Velicka no meio, empurrando Leandro Oliveira para o ataque – sai Romarinho. Estou curioso para ver o meia canhoto em sua posição de origem. O zagueiro Oliveira poderá estrear na vaga do capitão Marcelinho, suspenso. A leitora Kelly Janiro me perguntou se acho que dá para o Alvirrubro ganhar do líder. Claro! Primeiro porque está em casa, tem camisa e o time tem potencial. Também porque é o momento-chave para mostrar que tem força para lutar pelo acesso – pois serão apenas jogos desse nível na segunda fase, não haverá baba. E o Red Bull vem de duas derrotas em casa, não é bicho-papão.
Muito se fala em bom resultado (uma vitória em um confronto direto, por exemplo) e em mau resultado (perder em casa). O que seria o empate do Noroeste, ontem (29/2), contra o Monte Azul (2 a 2)? Considero ‘médio’. Afinal, o time teve que correr atrás do placar por duas vezes, o que é bom, assim como trazer um empate como visitante. Mas é ruim porque o time vem numa sequência de maus resultados – sete pontos perdidos nos últimos nove disputados. Diante disso, da dificuldade do jogo, da superação, mas dos vacilos recentes, fica o sinal amarelo aceso no Alfredão.
O palco noroestino, aliás, receberá o líder absoluto Red Bull no próximo sábado. O que poderia até render um justo empate, devido ao naipe do adversário, se transformou em vitória obrigatória. E o jogo é chave para o técnico Amauri Knevitz. Não concordo que ele tenha que estar com a cabeça a prêmio, seu trabalho é bom até aqui. Mas seu discurso calmo, do tipo ‘está tudo bem’, já não condiz com o time em campo. Velicka tem que ir para a armação, não há mais o que esperar – na coluna desta semana, no BOM DIA, sugeri que Juninho, que não pode ficar de fora por causa de seu chute perigoso, vá para a lateral-direita, abrindo vaga para o canhotinho que está subaproveitado com a camisa 6.
Enquando o time tenta se encontrar em campo, fora dele vai se arrumando politicamente. Toninho Gimenez, presidente interino e agora homem-forte do Conselho Deliberativo, promete cobrar os demais membros a serem mais atuantes – e espero que estejam de olho na eleição daqui a dois anos, imaginando uma solução para suceder Damião. A não ser que… seu neto João Paulo, provavelmente o novo vice-presidente (eleição será na próxima quarta, dia 7), inicie uma caminhada par se tornar o novo presidente, conforme o Canhota 10 imaginou já para esta eleição, pois basta ser aclamado sócio honorário para ser elegível.
(O Noroeste empatou com o Monte Azul com Nicolas; Bira, Thiago Jr., Marcelinho e Velicka (Alexandre); Everton Garroni, França (Betinho), Juninho e Leandro Oliveira; Rafael Silva (Diego) e Boka)
O fotógrafo tremeu, mas vale o registro: Roberto comemora o primeiro gol
De novo rolou um certo sufoco nos 15 minutos finais de jogo, o Noroeste tomou um gol num dos raros momentos em que o Santo André foi ao ataque, mas não há dúvida: a vitória noroestina foi convincente. Jogou melhor, dominou a posse de bola, criou chances de gol, impôs sua velocidade no ataque. Não foi uma maravailha de exibição, mas certamente o noroestino saiu feliz do estádio.
Aliás, havia muita gente no Alfredão: 1.231 pagantes – e aparentava ter muito, muuuuito mais…
Ficou claro que França é o pulmão do meio-campo, corre pela esquerda, quando você pisca já está na direita – sua atuação foi premiada com o segundo gol, um chute de longe que desviou na zaga. Velicka segue discreto, subaproveitado. Leandro Oliveira também apareceu pouco, mas a enfiada de bola que deu para Bira cruzar para o primeiro gol, de Roberto, valeu o bicho – o centroavante busca mais o jogo do que Boka, trata melhor a bola, mas esteve na área no momento certo debutar nas redes do Alfredo de Castilho. Atualizado: na verdade, o passe foi de Bira e o cruzamento foi de Juninho, como você pode ver no vídeo abaixo. Então Leandro Oliveira foi mesmo discreto…
Agora com 14 pontos, o Alvirrubro dorme na terceira posição, consolidando-se no G-8.
A melhor notícia da noite, entretanto, foi o Norusca jogar com seu uniforme tradicional: camisa vermelha, calção branco e meias vermelhas. Não credito à campanha SEJA RUBRO, NORUSCA! que o Canhota 10 instigou. Era questão de coerência, pois era jogo noturno. Entretanto, sigamos firmes para desafiar o time a jogar de novo com seu manto histórico no próximo sábado.
O Norusca venceu o Santo André com Nicolas; Bira, Thiago Jr, Marcelinho e Velicka; Everton Garroni (Betinho), França, Juninho e Leandro Oliveira. Romarinho (Bruno) e Roberto (Boka).
Marcelinho atento na defesa: andreenses atacaram desesperados no fim, mas com pouco perigo
A seguir alguns cliques meus nesta noite de quarta, feliz por ver o Noroeste vestindo seu uniforme tradicional – coisa linda! Perceba que a variação de cores e qualidade das imagens se deve ao horário da partida – boa parte do primeiro tempo ainda com luz do dia e logo a noite caiu.
Romarinho se prepara para cobrar escanteio, muito bem trajado
Muitas camisas vermelhas juntas: que beleza!
Zaga alinhada atenta a cobrança de falta
Romarinho: o Norusca 2012 também tem raça
O clima do jogo chegou a esquentar, mas nada muito sério
O habilidoso Leandro Oliveira, autor do segundo gol
O Noroeste segue no limite da fase de classificação, em oitavo, mas com a mesma pontuação do terceiro colocado e a apenas dois do vice-líder – o Red Bull é um caso a parte, liderando com aproveitamento máximo. A vitória por 2 a 1 sobre o Rio Preto, fora de casa, foi uma prova de força, inclusive, contra os próprios erros: novamente o time caiu de produção no segundo tempo, mas desta vez conseguiu segurar o resultado.
Vale destacar o bom momento de Juninho nos chutes de fora da área. Característica antiga do jogador, desde que começou a ser aproveitado no profissional, agora a bola tem entrado e ele se tornou importante arma do Norusca por isso. Guardadas as proporções (que são gigantescas, é só uma inocente comparação), é o Marcos Assunção noroestino.
Agora serão dois duelos em casa e a chance de ficar mais folgado no G-8. Vejamos se Amauri Knevitz manterá a escalação do meio-campo, a mesma desde a estreia – o que significaria a manutenção de Velicka na lateral-esquerda. É que a mexida mudaria um pouco o estilo de jogar do time, que ficaria com o centroavante (agora Roberto, que tomou a posição de Boka) sozinho na frente – pois Velicka entraria no lugar de Romarinho, o que adiantaria um pouco Leandro Oliveira, mas não o tornaria necessariamente um atacante.
Mais comentários sobre o momento noroestino – que é de alerta, pois a tabela chega numa hora crucial, na coluna do jornal BOM DIA desta segunda. Abaixo, mais duas fotos de Milena Aurea, da Agência Bom Dia.
O lateral Bira: mais forte na marcação do que no apoio ao ataque
A torcida Sangue Rubro mais uma vez presente apoiando o Norusca
Uma hora isso ia acontecer. Se foi cedo demais ou no momento certo – para corrigir os erros -, saberemos mais à frente. A invencibilidade do Noroeste foi embora na tarde desta quarta (8/2), derrota de 1 a 0 para o Atlético Sorocaba.
Não que o adversário tenha jogado bem, na verdade o Norusca, pelos comentários dos colegas em cobertura presencial, pagou o preço de suas próprias falhas. Tanto defensivas quanto lá na frente, perdendo gols fáceis nos pés de França e Roberto.
O goleiro Nicolas novamente trabalhou bastante, é um dos grandes destaques do time até aqui na Série A-2. Tanto que lutou o quanto pôde para evitar o gol sorocabano, fazendo defesas sucessivas – e goleiro ser o destaque do time não costuma ser bom sinal…
Com o resultado, o Alvirrubro está no limite do G-8, a sete pontos do líder Red Bull (campanha impecável até aqui, só vitórias). O técnico Amauri Kenvitz, em entrevista à 87FM/Jornada Esportiva, manteve a fala calma, mas cobrou melhor postura dos jogadores. A força noroestina na luta pelo acesso será mais uma vez testada fora de casa no domingo, contra o Rio Preto (às 10h).
O lado positivo da partida foi a boa entrada de Alexandre na lateral-esquerda, deslocando Velicka para o meio. Ao contrário do que comentei na coluna da semana, a solução do treinador é tirar Romarinho, o que o desobriga a fazer um quadrado no meio. Mas só vendo em campo para eu entender se ele deslocará Leandro Oliveira para o ataque ou jogará no 4-5-1.
Texto publicado na edição de 6 de fevereiro de 2012 no jornal BOM DIA Bauru fala da vitória do Noroeste e pede que a Semel não cochile de novo
No trilho certo
Quem diria que o Noroeste, que não tinha elenco formado em novembro, mostraria um futebol muito competitivo nesse início de Série A-2? Só posso concluir que, depois de algumas temporadas de compras equivocadas, o clube finalmente soube escolher as peças certas. E que logo se encaixaram, pois o time já mostra bom entrosamento, como provou na vitória sobre a Ferroviária (1 a 0) no sábado.
A empolgação é pelo que se imagina no horizonte. Por enquanto, o Norusca não está jogando o fino, mas o suficiente para acumular pontos importantes. Ainda precisa caprichar mais nas finalizações e condicionar-se para aguentar a correria do fim do jogo. De positivo, o bom toque de bola e o acerto no esquema tático. O losango no meio-campo está funcionando, com Everton Garroni à frente da zaga, França e Juninho apoiando bastante o ataque e Leandro Oliveira muito bem de ponta-de-lança. França e Juninho, aliás, alternam os lados do campo, confundem a marcação e estão tão bem no apoio que os laterais noroestinos nem têm descido.
Em vista desse sucesso tático, a princípio está difícil de promover a volta de Velicka, hoje na lateral-esquerda, ao meio. Isso obrigaria o técnico Amauri Knevitz a montar o meio em quadrado (dois volantes e dois meias) e sacar um dos volantes – mas qual, se todos estão jogando bem? Se o treinador queria uma boa dor de cabeça, aí está uma… O certo é que Velicka está subutilizado na lateral e mal apareceu na última partida.
No ataque, Romarinho segue uma correria só, nem sempre objetiva, mas incomodando bastante os zagueiros. E o centroavante Boka, como esperado, só será notado em campo se a bola chegar nele. Contra o time de Araraquara, só não foi nulo porque ajudou a defesa afastando o perigo nos escanteios do adversário.
Enfim, entre acertos e pontos a melhorar, o Noroeste segue no caminho certo. O prognóstico é animador. Para tirá-lo dos trilhos, só se os reservas não corresponderem quando forem solicitados, diante de expulsões (como a de Marcelinho, desfalque para quarta) e contusões.
De novo
Houve relatos de que, novamente, a bilheteria do estádio Alfredo de Castilho não atendeu a torcida a contento. A fila se formou até a esquina da rua Benedito Eleutério. O torcedor está voltando (foram 1.790 pagantes) ao Alfredão, mas precisa ser bem atendido, senão desiste. Em campo, pelo menos, o time está fazendo sua parte. E bem que o Noroeste poderia divulgar o público total e não apenas o pagante. Quantos são os sócios-torcedores? Quantos têm cadeira cativa? Quantos compraram o carnê? Porque isso não está informado no borderô… Atualizado: houve um engano no dia do jogo sobre o público pagante. O número correto de pagantes, segundo o borderô publicado no site da Federação, é 1.290.
Seja rubro, Norusca!
No mural virtual da torcida Sangue Rubro, torcedores questionaram o uniforme branco. Ok, a camisa é bonita, com aquela faixa vermelha no peito, mas quando é que o Noroeste voltará a fardar manto vermelho, calção branco e meia vermelha? Segundo um dos noroestinos que se manifestaram, estamos “rebaixando nossa tradição dentro da nossa própria casa”. O assessor de marketing do clube, Evaldo Armani, alegou certa vez que essa camisa da faixa no peito é o terceiro uniforme e que precisa ir a campo para estimular as vendas. Era terceiro em 2011. Agora, vá ao site oficial da Nakal, fornecedora de material esportivo, e confira que é o uniforme dois – dois no papel, e um na prática…
Panela de Pressão
Conforme a coluna alertou há duas semanas, a partir de comentários de servidores municipais, o ginásio não ficou pronto a tempo de receber o Flamengo, dia 9. Ficou mesmo para março. Que a Semel não durma no ponto mais uma vez: termine a reforma e resolva logo as burocracias de alvarás e vistorias de segurança.
Não pude ir ao segundo (e último) jogo treino do Noroeste, preparando-se para a Série A-2, contra Osvaldo Cruz (vitória por 4 a 0, gols de Leandro Oliveira, boka, Velicka e Everton Garroni). Ouvi, porém, os cronistas – ouvidos por Jota Martins, no Giro Esportivo da 87FM. O repórter bom de bola é fera nisso, busca a palavra dos colegas, mesmo da concorrência, afinal estamos todos no mesmo barco. E pela escalação e a coletiva com Amauri Kenvitz, e por ter visto o time jogar semana passada, consigo rabiscar algumas impressões.
Até a coletiva de Knevitz, havia achado estranha a escalação do meia Velicka na lateral-esquerda. Mas, afinal, jogo-treino é para testar e o treinador afirmou que pensa, sim, nessa opção para a saída de bola ganhar qualidade. Particularmente, prefiro Velicka lá na armação, tem tudo para ser o maestro alvirrubro – e Leandro Oliveira desponta para ser seu parceiro, alterando o losango para o quadrado no meio-campo, ficando com apenas dois volantes. Antes, porém, o meia que veio do Paraná tem que ganhar a concorrência de Juninho, que dizer ter ido muito bem ao explorar seu maior potencial, o chute de longe.
Interessante a escalação de Romário no ataque, o garoto está com moral. Não mais do que Boka, que já se configura como candidato a goleador do time. E a atuação de Rafael Silva, que já havia chamado a atenção em um coletivo, foi elogiada. Com isso, o técnico tem dúvidas para formar o time titular, o que é muito bom, pois sinaliza que o elenco tem opções. Vejamos:
• Yuri ou Nicolas no gol? Nicolas começou os dois amistosos. De qualquer forma o Norusca estará bem servido.
• Bira parece ter ganhado a posição na lateral-direita, mas se contundiu e vira dúvida para a estreia – voltando Mizael a ganhar terreno.
• Quando o experiente beque-central De Lazzari se recuperar, terá trabalho para tirar Thiago Jr. do time, que vem ganhando confiança ao lado de Marcelinho.
• Alexandre está na frente de Pedro na disputa pela esquerda, a não ser que Kenvitz insista com Velicka na lateral – tomara que não…
• Everton Garroni é absoluto como primeiro volante e fez até gol no jogo-treino, apesar de não avançar muito. Desponta como um dos líderes da equipe.
• França e Juninho também têm a confiança do treinador e deverão começar o campeonato como titulares – ainda mais em uma estreia fora, contra o badalado América.
• Se Velicka for confirmado na meia, Leandro Oliveira se transforma no décimo segundo jogador do time.
• Daniel Grando parece já ter perdido espaço, resta saber quem assumirá a dupla com Boka: Romário ou Rafael Silva?
O Noroeste iniciou o amistoso contra Osvaldo Cruz com Nicolas; Bira, Thiago Jr., Marcelinho e Velicka; Everton Garroni, França, Juninho e Leandro Oliveira; Romário e Boka. Depois de algumas alterações, Velicka foi para o meio e o time rendeu mais, deslanchando o placar.
O Alvirrubro terminou a atividade com Yuri; Mizael, Thiago Jr., Neto e Alexandre; Everton Garroni, Kasado e Betinho; Daniel Grando, Rafael Silva e Roberto.
Explicação do desenho tático de Amauri Knevitz é o destaque do texto publicado na edição de 16 de janeiro de 2012 do jornal BOM DIA Bauru
Noroeste versão 2012
Foi apenas um jogo-treino, mas o suficiente para projetar como o Noroeste irá se comportar em campo na Série A-2. Na vitória sobre o XV de Jaú (2 a 1), o desenho tático montado por Amauri Knevitz era bem nítido e simples. Sem invencionices, o Norusca vai com um 4-4-2 com o meio-campo em losango, com um trio de volantes atrás do meia de criação. Confira abaixo a interpretação do esquema, decifrado pela coluna, que esteve em Pederneiras.
Como em todo esquema com dois zagueiros de área, os laterais alternam o avanço ao ataque. Pelo que se viu no amistoso da última terça, Mizael, pela direita, e Alexandre, pela esquerda, ainda não convenceram como titulares. Bira e Pedro, respectivamente, entraram motivados no segundo tempo e brigam pelas vagas. A dupla de zaga supostamente titular não pôde ser testada, pois o experiente De Lazzari foi poupado. Mas é ele quem deve atuar ao lado de Marcelinho.
No meio, Everton Garroni é literalmente o cabeça de área: praticamente não ultrapassa a linha central e sua função é proteger a defesa, combater os avanços adversários e ficar na cobertura. Ao seu lado, Knevitz apostou em dois volantes que, se não são dos mais habilidosos, sabem subir ao ataque com outros atributos: Juninho (pela esquerda), como arma no chute de fora da área, e França (direita), que se impõe fisicamente em arrancadas com a bola dominada. Eles ainda têm que cobrir os laterais.
Velicka é o talento solo: o meia-armador é o responsável pelo toque cadenciado, pelos lançamentos e é a ponta ofensiva do losango de Knevitz. Mas, por ser canhoto, acaba caindo bastante para a esquerda, até porque o atacante Daniel Grando, que tem a função de cair pelas pontas, fica mais pela direita – e isso acaba por equilibrar o esquema. Para finalizar, Boka, fixo na área, faz o pivô, servindo de opção para quem se aproxima, e sempre se posiciona para receber a bola na cara do gol. Começou bem o novo camisa 9 noroestino.
Calma com Grando O atacante Daniel Grando foi bastante vaiado na partida contra o XV. Ao saber disso, um dos torcedores mais conhecidos do Noroeste, Marcos Cunha (o Marcão do shopping), apressou-se em pedir paciência à galera. “Precisamos fazer uma campanha junto ao apaixonado noroestino para deixar de pegar no pé do Daniel Grando. É um ser humano como nós e já entra em campo sabendo que tem que jogar mais que o Pelé. O nervosismo aumenta e ele erra mais ainda. Não rendeu bem no ano de 2011 pelo grupo ser muito limitado. Tem que dar tranquilidade para que o jogador saiba que não é no primeiro ou segundo jogo que a torcida já vai pegar no pé”, argumentou. O riquíssimo depoimento do Marcão, sobre sua relação com o clube e o que espera da temporada, pode ser conferido na íntegra no blog Canhota10.com.
Rafael Silva O atacante recém-chegado da Portuguesa é a sombra de Grando. Há relatos de que agradou no primeiro coletivo. Que bom. Quanto mais opções para o treinador, melhor. Fui procurar vídeos do jovem atuando pela Lusa, mas só se acha no Google conteúdo sobre a morte suspeita de sua namorada, ano passado. Que ele possa recomeçar a vida em Bauru, com muitos gols.
• Jornalista formado pela Unesp
• Editor de esportes na Editora Alto Astral
• Colunista do jornal Bom Dia Bauru
• Correspondente do site Basketeria
• Atuou nas rádios bauruenses 94FM e Bandeirantes, como comentarista, e assinou conteúdo no jornal Mais Notícia, de Ituiutaba-MG