Conteúdo da seção NORUSCA Ô!

Noroeste vence o Rio Preto e segue no G-8 da Série A-2

O habilidoso Leandro Oliveira, autor do segundo gol

O Noroeste segue no limite da fase de classificação, em oitavo, mas com a mesma pontuação do terceiro colocado e a apenas dois do vice-líder – o Red Bull é um caso a parte, liderando com aproveitamento máximo. A vitória por 2 a 1 sobre o Rio Preto, fora de casa, foi uma prova de força, inclusive, contra os próprios erros: novamente o time caiu de produção no segundo tempo, mas desta vez conseguiu segurar o resultado.

Vale destacar o bom momento de Juninho nos chutes de fora da área. Característica antiga do jogador, desde que começou a ser aproveitado no profissional, agora a bola tem entrado e ele se tornou importante arma do Norusca por isso. Guardadas as proporções (que são gigantescas, é só uma inocente comparação), é o Marcos Assunção noroestino.

Agora serão dois duelos em casa e a chance de ficar mais folgado no G-8. Vejamos se Amauri Knevitz manterá a escalação do meio-campo, a mesma desde a estreia – o que significaria a manutenção de Velicka na lateral-esquerda. É que a mexida mudaria um pouco o estilo de jogar do time, que ficaria com o centroavante (agora Roberto, que tomou a posição de Boka) sozinho na frente – pois Velicka entraria no lugar de Romarinho, o que adiantaria um pouco Leandro Oliveira, mas não o tornaria necessariamente um atacante.

Mais comentários sobre o momento noroestino – que é de alerta, pois a tabela chega numa hora crucial, na coluna do jornal BOM DIA desta segunda. Abaixo, mais duas fotos de Milena Aurea, da Agência Bom Dia.

O lateral Bira: mais forte na marcação do que no apoio ao ataque

A torcida Sangue Rubro mais uma vez presente apoiando o Norusca

Noroeste perde a invencibilidade em Sorocaba

Uma hora isso ia acontecer. Se foi cedo demais ou no momento certo – para corrigir os erros -, saberemos mais à frente. A invencibilidade do Noroeste foi embora na tarde desta quarta (8/2), derrota de 1 a 0 para o Atlético Sorocaba.

Não que o adversário tenha jogado bem, na verdade o Norusca, pelos comentários dos colegas em cobertura presencial, pagou o preço de suas próprias falhas. Tanto defensivas quanto lá na frente, perdendo gols fáceis nos pés de França e Roberto.

O goleiro Nicolas novamente trabalhou bastante, é um dos grandes destaques do time até aqui na Série A-2. Tanto que lutou o quanto pôde para evitar o gol sorocabano, fazendo defesas sucessivas – e goleiro ser o destaque do time não costuma ser bom sinal…

Com o resultado, o Alvirrubro está no limite do G-8, a sete pontos do líder Red Bull (campanha impecável até aqui, só vitórias). O técnico Amauri Kenvitz, em entrevista à 87FM/Jornada Esportiva, manteve a fala calma, mas cobrou melhor postura dos jogadores. A força noroestina na luta pelo acesso será mais uma vez testada fora de casa no domingo, contra o Rio Preto (às 10h).

O lado positivo da partida foi a boa entrada de Alexandre na lateral-esquerda, deslocando Velicka para o meio. Ao contrário do que comentei na coluna da semana, a solução do treinador é tirar Romarinho, o que o desobriga a fazer um quadrado no meio. Mas só vendo em campo para eu entender se ele deslocará Leandro Oliveira para o ataque ou jogará no 4-5-1.

Foto de Assis Cavalcante/Agência Bom Dia

Conta confusa no Noroeste

No sábado, durante a partida contra a Ferroviária, o Noroeste anunciou público de 1.790 pagantes e renda de R$ 14.655.

Entretando, consta no borderô publicado no site oficial da Federação Paulista de Futebol (este aqui) público de 1.290 e renda de R$ 9.855.

Sinceramente não sei se o Estatuto do Torcedor exige retração, errata. Mas tudo isso parece muito confuso. Sem contar que não constam sócios-torcedores e cadeiras cativas nessa conta. No borderô, constam 16 cadeiras vendidas e outros 15 torcedores que compraram arquibancada especial – e havia dezenas de torcedores nesses espaços.

O Canhota 10 entrou em contato com o clube e assim que tiver um retorno publicará neste espaço.

Atualizado, com a resposta do Noroeste: 

“Houve um erro interno, por isso aconteceu a divulgação de um dado no dia do jogo e outro no borderô da FPF, na segunda-feira (07/08). Valem os números do borderô que está no site da FPF, ok!

Em relação aos setores VIP do estádio (cadeiras, arquibancada central), os dados estão no borderô, que incluem tanto a venda avulsa no dia do jogo como a venda antecipada (cessionários dos espaços, ou seja, aqueles que pagam mensalmente ao clube), o mesmo valendo para a Arquibancada (os carnês vendidos antes do campeonato são computados juntamente com a venda avulsa).”

(Ok, esclarecida a primeira parte. Mas a resposta sobre espaços VIP ainda não condiz com o que se observa no espaço)

Coluna da semana: Norusca com horizonte animador

Texto publicado na edição de 6 de fevereiro de 2012 no jornal BOM DIA Bauru fala da vitória do Noroeste e pede que a Semel não cochile de novo

No trilho certo

Quem diria que o Noroeste, que não tinha elenco formado em novembro, mostraria um futebol muito competitivo nesse início de Série A-2? Só posso concluir que, depois de algumas temporadas de compras equivocadas, o clube finalmente soube escolher as peças certas. E que logo se encaixaram, pois o time já mostra bom entrosamento, como provou na vitória sobre a Ferroviária (1 a 0) no sábado.

A empolgação é pelo que se imagina no horizonte. Por enquanto, o Norusca não está jogando o fino, mas o suficiente para acumular pontos importantes. Ainda precisa caprichar mais nas finalizações e condicionar-se para aguentar a correria do fim do jogo. De positivo, o bom toque de bola e o acerto no esquema tático. O losango no meio-campo está funcionando, com Everton Garroni à frente da zaga, França e Juninho apoiando bastante o ataque e Leandro Oliveira muito bem de ponta-de-lança. França e Juninho, aliás, alternam os lados do campo, confundem a marcação e estão tão bem no apoio que os laterais noroestinos nem têm descido.

Em vista desse sucesso tático, a princípio está difícil de promover a volta de Velicka, hoje na lateral-esquerda, ao meio. Isso obrigaria o técnico Amauri Knevitz a montar o meio em quadrado (dois volantes e dois meias) e sacar um dos volantes – mas qual, se todos estão jogando bem? Se o treinador queria uma boa dor de cabeça, aí está uma… O certo é que Velicka está subutilizado na lateral e mal apareceu na última partida.

No ataque, Romarinho segue uma correria só, nem sempre objetiva, mas incomodando bastante os zagueiros. E o centroavante Boka, como esperado, só será notado em campo se a bola chegar nele. Contra o time de Araraquara, só não foi nulo porque ajudou a defesa afastando o perigo nos escanteios do adversário.

Enfim, entre acertos e pontos a melhorar, o Noroeste segue no caminho certo. O prognóstico é animador. Para tirá-lo dos trilhos, só se os reservas não corresponderem quando forem solicitados, diante de expulsões (como a de Marcelinho, desfalque para quarta) e contusões.

De novo
Houve relatos de que, novamente, a bilheteria do estádio Alfredo de Castilho não atendeu a torcida a contento. A fila se formou até a esquina da rua Benedito Eleutério. O torcedor está voltando (foram 1.790 pagantes) ao Alfredão, mas precisa ser bem atendido, senão desiste. Em campo, pelo menos, o time está fazendo sua parte. E bem que o Noroeste poderia divulgar o público total e não apenas o pagante. Quantos são os sócios-torcedores? Quantos têm cadeira cativa? Quantos compraram o carnê? Porque isso não está informado no borderô…
Atualizado: houve um engano no dia do jogo sobre o público pagante. O número correto de pagantes, segundo o borderô publicado no site da Federação, é 1.290.

Seja rubro, Norusca!
No mural virtual da torcida Sangue Rubro, torcedores questionaram o uniforme branco. Ok, a camisa é bonita, com aquela faixa vermelha no peito, mas quando é que o Noroeste voltará a fardar manto vermelho, calção branco e meia vermelha? Segundo um dos noroestinos que se manifestaram, estamos “rebaixando nossa tradição dentro da nossa própria casa”. O assessor de marketing do clube, Evaldo Armani, alegou certa vez que essa camisa da faixa no peito é o terceiro uniforme e que precisa ir a campo para estimular as vendas. Era terceiro em 2011. Agora, vá ao site oficial da Nakal, fornecedora de material esportivo, e confira que é o uniforme dois – dois no papel, e um na prática…

Panela de Pressão
Conforme a coluna alertou há duas semanas, a partir de comentários de servidores municipais, o ginásio não ficou pronto a tempo de receber o Flamengo, dia 9. Ficou mesmo para março. Que a Semel não durma no ponto mais uma vez: termine a reforma e resolva logo as burocracias de alvarás e vistorias de segurança.

Com sufoco no fim, Noroeste tem vitória merecida sobre a Ferroviária

Leandro Oliveira e Boka comemoram o gol noroestino

O placar foi magro (1 a 0), mas a vitória  foi incontestável. Durante quase todo o tempo, o Noroeste ditou o ritmo do jogo. Novamente, entretanto, levou certo sufoco no final. O Alvirrubro (novamente de uniforme branco…) não fez uma grande partida, pois poderia ser mais agressivo no ataque para garantir logo a vitória e não passar susto no fim, quando ficou com um jogador a menos (Marcelinho expulso a cinco minutos do fim, com dois amarelos). Algumas impressões da partida:

- Velicka pouco apareceu no jogo, não teve oportunidade de apoiar, assim como Bira, pela direita. França e Juninho têm sido muito mais efetivos pelas pontas do que os laterais.

- Romarinho, depois de muitos elogios nas rodadas anteriores, também foi discreto. Correu bastante, mas pouco produziu. Pelo menos participou do lance do gol, quando aproveitou falha da defesa e só escorou para encontrar Leandro Oliveira em velocidade – o camisa 10 esperou o goleiro sair e tocou rasteiro, com estilo (aos 31 do primeiro tempo).

- Está funcionando o meio-campo em losango, com Everton Garroni na contensão, Juninho e França, como já disse, apoiando bastante (e alternando os lados, confundindo a marcação) e Leandro como ponta de lança.

- Bira saiu machucado e deu lugar a Betinho, que voltou a atuar como lateral. Mas pouco apoiou, ocupado que esteve marcando o experiente Wellington Amorim.

- Novamente o time abriu o bico no finalzinho, passando certo sufoco. Ainda bem que a Ferroviária, apesar da experiente dupla de ataque (Amorim e Fabrício Carvalho), não foi tão perigosa. Quando aconteceu, Nicolas estava lá para garantir a vitória.

O Noroeste venceu a Ferroviária com Nicolas; Bira (Betinho), Thiago Jr, Marcelinho e Velicka; Everton Garroni, França, Juninho e Leandro Oliveira (Neto); Romário (Rafael Silva) e Boka.

O próximo confronto noroestino é fora de casa, contra o Atlético Sorocaba. Dia 8, às 17h, com transmissão da TV Votorantim (será que a rubraiada consegue assistir?).

Noroeste x Ferroviária: show de imagens

Torcida, de camiseta nova (e bonita) fazendo sua parte

Romarinho foi mais discreto dessa vez

Nicolas orienta a defesa: atuação segura

Marcelinho conduz a bola: a braçadeira de capitão é dele

Amauri Kenvitz orienta Leandro Oliveira: quarto jogo seguido com a mesma escalação

Cão de guarda: Everton Garroni restringiu-se à marcação

As fotos são minhas mesmo

 

Noroeste traz bom empate de Penápolis

É o beabá dos pontos corridos (neste caso específico, da fase de classificação): vencer em casa e trazer o máximo de pontos jogando fora. Assim caminha o Noroeste neste início de Série A-2. Dois jogos e dois empates como visitante, vitória no Alfredão. O 1 a 1 com o Penapolense foi importantísssimo, principalmente levando-se em conta a pressão do time mandante no primeiro tempo. Gols na etapa inicial: Fio (velho de guerra em Itápolis, ao lado de Luciano Gigante e do técnico Ito Roque) abriu o placar aos 26; Boka empatou, cobrando pênalti sofrido por Romário aos 37.

Segundo a transmissão dos colegas da dobradinha 87FM/Jornada Esportiva, o time de Penápolis foi superior tecnicamente, mas o Norusca soube se comportar na contensão – e Nicolas se recuperou do erro no gol sofrido salvando em lances difíceis. Foi a mesma visão do professor Marco Antônio, ao microfone da Auri-Verde, que também comentou que o centroavante Boka mal tocou na bola – ela não chegou ao camisa 9. Mas, creio que está bem no lucro, o importante agora é somar pontos – deixemos o futebol consistente e vistoso para sábado.

Para seguir a cartilha, a torcida espera uma vitória convincente no sábado (16h), contra a Ferroviária. Espero que  a diretoria se prepare para não ser surpreendida pela falta de ingressos. O borderô do jogo contra o Velo Clube veio sem os ingressos improvisados na conta – algo que deve estar justificado no boletim de ocorrência. Mais uma dica para o clube: divulgar, além do público pagante, o público total (inclui cadeiras cativas, sócios-torcedores, carnês, credenciados, não-pagantes, etc).

O Alvirrubro empatou jogando com Nicolas; Bira, Thiago Jr, Marcelinho e Velicka (Alexandre); Everton Garroni, França (Betinho), Juninho e Leandro Oliveira (Léo Nascimento); Romário e Boka.

(Foto de Thiago Navarro/Noroeste)

Perguntas intrigantes sobre o esporte de Bauru

• O ginásio Panela de Pressão estará mesmo pronto para a partida entre Itabom/Bauru e Flamengo, no dia 9?
(Temo que o discurso emocionando do presidente Joaquim Figueiredo tenha sido mais um dos muitos micos que a novela da Panela proporcionou nos últimos anos, graças à lentidão do poder público. Torço muito para que a correria final da reforma contemple essa data)

• O que falta o Bauru Basket fazer para convencer o empresariado a apostar mais dinheiro nesse time que só não faz chover com um orçamento tão modesto?
(Já nem me refiro ao empresariado local, pois a diretoria já fez milagre com o que arrecadou. Será preciso chamar a atenção de grana forte de fora e a boa campanha no NBB4 e a participação em dois torneios internacionais podem dar essa visibilidade)

• A moderna pista de atletismo para os Jogos Abertos do Interior vai ficar só no papel?
(Aliás, ninguém viu inclusive no papel… E por mais válida que seja a cautela de evitar alagamentos no Edmundo Coube, mudando para o Milagrão, o certo é que o atletismo, grande atração de eventos poliesportivos, ficará em um cenário secundário…)

• Haverá eleição para a presidência do Noroeste agora em fevereiro? Quando é que a diretoria vai se pronunciar? E o Conselho Deliberativo, abandonará a inércia?
(Tudo indica que segue Damião, ou melhor, seus filhos, neto e Beto Souza em nome dele… Mas que isso fique claro desde já! E o Conselho segue hibernando, sem força política, sem pulsação)

Coluna da semana: a volta do Trem-bala

Texto publicado na edição de 30 de janeiro de 2012 do jornal BOM DIA Bauru fala do bom começo noroestino na Série A-2, do controverso uniforme branco e do momento do Bauru Basket

Trem-bala

Em 2007, no microfone da 94FM, apelidei o Noroeste de trem-bala. Rendeu reclamação do então vereador Paulo Eduardo Martins, fiel ao termo Maquininha Vermelha. Ora, a história centenária do Vasco da Gama não impediu que se tornasse o Trem-bala da Colina, sensação do futebol brasileiro em 2011.

O apelido não pegou em Bauru, pelo apego ao tradicional e muito também pela trajetória descendente do time desde então. Não dá mesmo para chamar  de trem-bala uma equipe sem raça e vibração. O Norusquinha, nos últimos anos, vinha tão decadente como nossas ferrovias.

Agora, o Noroeste reacende o entusiasmo do torcedor. Fez boa estreia fora de casa, trazendo empate, e venceu sua primeira no Alfredão – mesmo o Velo Clube dando susto no final. Tem realmente um jogador diferenciado (Velicka) e uma grata surpresa (Leandro Oliveira), solucionando um problema antigo, a carência do meia criativo. E finalmente se vê raça em campo. Se continuar desse jeito, posso até voltar a chamar o glorioso Esporte Clube Noroeste de trem-bala.

Bom público
A melhor notícia de ontem foi o público divulgado: 1.211 pagantes, número maior do que a média de público alvirrubra no Paulistão do ano passado (1.177, já descontadas as partidas contra os grandes). Nem a diretoria esperava tanta gente, já que os ingressos se esgotaram na bilheteria, o que causou certo transtorno. O clube emitiu nota lamentando o ocorrido e informando que registrou boletim de ocorrência, pois a empresa BWA, responsável pelo sistema automatizado de ingressos, não deu o suporte necessário para agilizar a confecção de novos bilhetes. Prosseguindo nessa pegada, com vontade de vencer, pode mandar imprimir mais ingressos!

Uniforme branco
Primeiro jogo como mandante na temporada e nenhuma surpresa: o Noroeste jogou de branco. A coluna já publicou em 2011 o trecho do estatuto do clube que fala que o uniforme principal é branco, mas ainda desconfia que tenha sido mal redigido. De qualquer forma, vem sendo seguido à risca – não pelo documento, mas por motivos ainda não solucionados.

A hipótese mais propagada, confirmada pelo marketing do clube, é a de que a camisa branca é mais apropriada para jogos diurnos, deixando para o adversário enfrentar o calor de camisa escura. Um fonte, entretanto, afirma haver orientação para utilizar o branco por dar mais visibilidade às marcas dos patrocinadores. No meio disso tudo, o Norusca se contradiz, pois no site oficial consta camisa vermelha, calção branco e meia vermelha como primeiro uniforme – combinação usada raramente desde 2006.

É no ano mágico do quarto lugar do Paulistão que pode morar o segredo. Desde que assinou com a Dell’erba, com o campeonato em andamento, que o Alvirrubro é mais alvi do que rubro. Nesse mesmo ano consta a última atualização do texto do estatuto. O presidente do Conselho Deliberativo, Abel Abreu, é enfático em dizer que, em seu mandato, ninguém mudou a letra a respeito do uniforme noroestino. Não fosse a burocracia desse país, eu já estaria com todas as versões do estatuto em mãos, desde 1910, mas o cartório não conhece a palavra pesquisa, somente a palavra dinheiro.

Papo de basquete
O Novo Basquete Brasil 4 está emocionante, equilibrado e não há nenhum time despontando como favoritíssimo. Por isso a vice-liderança do Itabom/Bauru não surpreende, graças à excelente campanha no primeiro turno (11 vitórias e três derrotas, meta traçada por Guerrinha cumprida à risca). O returno será mais difícil, com apenas seis jogos em casa, sendo dois deles contra vistantes indigestos (Flamengo e Brasília). Por isso, a meta dos guerreios é de perder até seis jogos nessa etapa.

Noroeste deverá emprestar atacante Vitor Hugo

Na minha coluna Papo de Futebol (no BOM DIA Bauru) da última segunda (23/1), relatei a insatisfação de familiares do atacante Vitor Hugo por causa de seu retorno ao time sub-20 do Noroeste – após participar da pré-temporada com o elenco principal. Pois ele terá chance no profissional, em outro lugar.

De contrato renovado até o fim de 2012, o atacante (que, segundo os parentes, ganha um salário mínimo) buscará experência longe de Bauru, pelo menos até o fim dos Estaduais.

Vitor Hugo deverá ser emprestado ao Assu, da primeira divisão do Rio Grande do Norte. A negociação deve ter se iniciado, provavelmente, pelo interesse do treinador do time potiguar, Ademílson Venâncio, que recentemente comandava a base noroestina e conhece bem o jogador.

Em contato com o clube, o BOM DIA ouviu que o negócio ainda não foi fechado. Questão de tempo.

Atualizado: conforme a dupla BOM DIA/Canhota 10 adiantaram com exclusividade, a negociação de empréstimo de Vitor Hugo ao Assu foi concretizada.