Eu, corredor

No último domingo (11/12), tive uma importante conquista. Completei uma prova de 5km (quarta etapa da Eco Runner, em Bauru). Foi o resultado de dois meses de academia depois de looongo – bota longo nisso – período de sedentarismo. Nesse tempo (com algumas faltas por causa da correria, confesso), meu objetivo era o condicionamento físico. Fôlego, saúde, nada de vaidade, busca de corpo marombado. Por isso mesmo escolhi uma clínica de fisioterapia, não uma academia convencional. Em meu horário, apenas eu, então meu professor Plínio se tornou um personal e me preparou para correr, com treinamento bastante específico.

A semana que antecedeu a prova foi meu teste de fogo: finalmente fiz 30 minutos de corrida na esteira. Numa velocidade baixa, é verdade, mas compatível com minha condição de “iniciante”. Assim, meu objetivo na corrida era completar, mantendo um ritmo e sem caminhar. Caminhar jamais! Fui no que considero “trote constante”, lá no fundão, e completei a prova em tempo alto: 37min44s. O ideal para um amador bem preparado é correr abaixo dos 30min – minha irmã, que corre há mais de dois anos, completa na casa dos 27min. Ainda vamos correr juntos! Ela e meu irmão que caminha diariamente me inspiraram a sair do sedentarismo.

Detalhe: foi a primeira vez que corri na rua! Havia treinado apenas na esteira. Portanto, tudo era novidade: o asfalto, o sol, o vento contra, a paisagem… Como era de se esperar, a perna pesou no início, senti o trecho de subida, mas conduzi bem a respiração. Quando completei 4km, estava inteiro e pintou a tentação de apertar o ritmo, alargar a passada, mas não era meu propósito. Uma coisa de cada vez. Por ora, está muito bom. Em 2012, vou encher o calendário de provas (em Bauru, há pelo menos uma dezena). De carona, espero emagrecer um pouquinho (secar a “pochete” e diminuir o percentual de gordura). Para os que gostam de correr, eventualmente usarei esse espaço para compartilhar minha experiência – na verdade, minhas descobertas nesse novo hábito.

Na corrida, não é clichê: todos são vencedores

Bauru Basket: importantíssima vitória em Limeira

Depois de perder para Uberlândia em casa – apesar da força do adversário, uma derrota que não estava na conta -, o Itabom/Bauru conquistou importante vitória como visitante: bateu Limeira por 75 a 69. Apesar do time de Benite e companhia estar em má fase (quarta derrota seguida), tem elenco encorpado e liderou boa parte do placar, exigindo todo o espírito guerreiro dos bauruenses. Com a vitória (a sexta em oito jogos), os comandados por Guerrinha estão firmes na quarta posição – Pinheiros e Flamengo lideram.

Três jogadores se destacaram: duplo-duplo de Jeff Agba (14 pontos e 13 rebotes) e Douglas Nunes (18 e 12) e Larry Taylor como cestinha do jogo (19 pontos, além de cinco rebotes e nove assistências). Fischer (16 pontos) fez bola de três decisiva nos minutos finais – seguida de um chute de fora ainda mais providencial de Douglas. O menino Gui também foi importante no último quarto, com cinco pontos em duas jogadas seguidas.

“Conseguimos encostar no terceiro quarto. Foi um jogo estranho, todo mundo apagado,mas conseguimos restagar a derrota em casa, para Uberlândia. Valeu pela mudança de postura no segundo tempo”, comentou o ala Fischer ao microfone do repórter João Paulo Benini, da webrádio Jornada Esportiva.

Guerrinha concorda que o time mudou de atitude durante a partida. “Foi um jogo muito forte fisicamente. A bola do Douglas foi fundamental, depois administramos bem. O time teve outra postura. Recuperamos a derrota de Uberlândia. Se tivéssemos ganho, estaríamos na liderança. Mas o se não existe…”, comentou ao Jornada.

Barrigada
O scout em tempo real da Liga parou com placar de 69 a 64 para Limeira e muita gente da imprensa comeu barriga – inclusive o twitter oficial do NBB chegou a noticiar a vitória de Limeira. Só mais de uma hora depois de encerrado o jogo é que a informação foi corrigida.

Weliton
Conforme o Canhota 10 antecipou há mais de um mês, o ala Weliton, do Regatas (equipe que foi dissolvida recentemente) virá reforçar o Bauru Basket a partir de janeiro. Ele precisava concluir os estudos em Campinas, conforme escrevi em minha coluna do BOM DIA de 7 de novembro. Antes de se juntar ao grupo, ele disputa o hexagonal final da LDO (o NBB sub-21) pelos jovens guerreiros comandados por Hudson Previdello. Nesse mesmo dia que a notícia da chegada de Weliton se concretizou, o ala Ferrugem publicou lamento em seu Facebook (“Prato de casa não tem valor…”), mas já apagou. Entendo a chateação, mas se Ferrugem se lembrar da longa caminhada de Gui, ele sabe que a hora dele vai chegar, pois é bom menino, disciplinado e sabe onde quer chegar.

Bauru Basket: quem é Janis Porzingis

Já é sabido que o Itabom/Bauru cogita trazer o ala Janis Porzingis, nascido na Letônia, para o segundo turno do NBB4. Isso se Nathan Thomas não ficar – o que é bem provável – e entrar mais dinheiro no orçamento do time. Ele tem 2,02m de altura e 29 anos.

Pesquisando aqui e ali, encontrei o scout do letão na segunda divisão da liga italiana na temporada 2010/2011 (que publiquei na minha coluna de hoje no BOM DIA): 33 jogos, médias de 29 minutos em quadra, 10,3 pontos, 4 rebotes, 1,1 roubada de bola – é fraco nas assistências (0,7). Aproveitamento: 56,9% nos arremessos para dois pontos, 33,9% nos chutes de três e 71,7% nos lances livres.

Resumindo, tem presença defensiva, força física (encara marcações nas infiltrações, inclusive cravando) e pontua razoavelmente, tanto na bandeja, quanto nos chutes de fora. Segundo Guerrinha, é para chegar e jogar, se vier.

Atualizado: até segunda ordem, não vem. Segundo Guerrinha declarou aos jornais de Bauru, não há aporte financeiro e há também o receio de a burocracia diplomática inviabilizar o reforço. Na dúvida, o vínculo de Nathan Thomas foi prorrogado até o fim de janeiro, até porque Pilar ainda não voltou e Fischer fará tratamento no recesso do NBB.

Abaixo, um vídeo que dá uma ideia de sua capacidade:

Coluna da semana: ao trabalho, Norusca!

Texto (publicado na edição de 12 de dezembro de 2011 no BOM DIA Bauru) também fala do Santos, do Bauru Basket e do meu novo desafio: a corrida

Agora é trabalhar

Pronto, acabaram as incertezas imediatas. O Noroeste não deve mais salários, há gerente de futebol, comissão técnica formada e até elenco! Remanescentes deste ano ruim aliados a garotos da base, é verdade, mas é possível fazer coletivo. Há promessa de pelo menos uma dúzia de reforços – dois já chegaram – que terão que correr contra o tempo para entrarem em forma e se entrosarem.

A partir do atual cenário noroestino, vamos devagar. O primeiro objetivo é não cair para a Série A-3. Claro que somente observando todos os clubes nas rodadas iniciais é que será possível projetar a caminhada do clube bauruense. Se chegar à fase final, aí a conversa muda. Entra zerado. Mas, um passo de cada vez.

Pronto nada! Segue a incerteza de fevereiro (eleições). Há pistas, entretanto, de que a família Garcia pode continuar: Beto Souza, agora consultor, segue como interlocutor Bauru-São Paulo; e João Paulo Garcia, neto de Damião, é o jovem gerente financeiro. Mas é preciso encontrar outro nome para presidir o Norusca.

É forçar muito a barra reeleger uma pessoa que encontra-se sem condições físicas de dirigir o clube – mesmo que ele tenha gente de confiança para agir por ele. Entretanto, sempre há uma saída. Se li direito o estatuto do clube, bastam dois terços do Conselho Deliberativo aprovarem alguém como sócio honorário e ele se torna automaticamente elegível para a presidência. Portanto, outra geração dos Garcia pode surgir. Se é algo diferente disso, ajude-me, leitor.

Vai, Peixe!
Quando todos esperavam o mexicano Monterrey como adversário do Santos na semifinal do Mundial de Clubes, chega o Kashiwa Reysol, de Nelsinho Batista, Jorge Wagner e Leandro Domingues. Depois do africano Mazembe, ano passado, é bom o Peixe descer do salto, pois a correria japonesa pode surpreender. Com paciência e sabedoria, Ganso e Neymar podem cadenciar o jogo e construir um placar folgado. Já o Barcelona deve passear sobre o Al-Sadd, do Catar. Tomara que a partida mais esperada do ano, o duelo Messi-Neymar, aconteça.

Papo de basquete
As primeiras partidas do Bauru Basket no Novo Basquete Brasil deixaram bem claro: o time precisa de um grande reforço na posição três se quiser sair do pelotão intermediário. E não é somente pela contusão de Pilar, pois o ideal é que ele seja sexto-homem. Gaúcho também pode contribuir com uns 15 minutos em quadra, Gui é importante na defesa, mas nenhum deles ainda convenceu como titular. Muito menos o empolgado e esforçado Nathan Thomas – será uma pena sua saída, é um cara do bem, caiu no gosto da torcida, mas não há tempo hábil para ele se adaptar, o campeonato está em andamento!

O ala Janis Porzingis, da Letônia, é o nome da vez. Se houver grana para trazê-lo, há chance de ser o homem que Guerrinha precisa: forte na defesa e atuante no ataque. Segundo o treinador relatou à coluna, é para chegar e jogar, pela experiência que tem no basquete italiano. Até porque não é nenhum garoto: tem 29 anos do alto de seus 2,02m.

Os números do ala letão na segunda divisão da Liga Italiana 2010/2011, pelo Tuscany Pistoia: médias de 10,3 pontos e quatro rebotes em 33 partidas. Aproveitamentos: 56,9% nos arremessos para dois pontos, 33,9% nos chutes de três e 71,7% nos lances livres.

Papo de corredor
O BOM DIA ganhou mais um representante nas corridas de rua – alô, Thiago Roque! Ontem completei minha primeira prova de 5km, em humildes (e honestos) 37 minutos… Foi na base do “trote constante”, não caminhei em nenhum momento e o importante foi inaugurar a estante de medalhas. Muitas corridas virão, em nome da boa saúde!

Bauru Basket perde a primeira em casa no NBB4

(Hoje não fiz cobertura presencial para o Basketeria e optei por acompanhar o jogo na TV)

O jogo foi emocionante, controverso e resultou na primeira derrota do Itabom/Bauru em casa neste NBB. Uberlândia venceu por 86 a 84.

Falando resumidamente da partida – fora da quadra rendeu mais assuntos -, os guerreiros foram só guerreiros, tecnicamente ficaram devendo. E a preocupação de Guerrinha com a baixa pontuação do time além do quarteto (Larry, Fischer, Douglas, Jeff) se justificou hoje. Gui, Luquinha, Thiago Aleo e Andrezão não pontuaram. Na bola decisiva, o time poderia ter batido para bola de dois e buscar a prorrogação… Na defesa, o treinador revezou como pode a marcação (especialmente em Valtinho) no perímetro, mas os visitantes converteram 11 bolas de três.

Está muito claro que o Bauru Basket precisa de um jogador ponta-firme na posição 3 (forte marcador e pontuador). O ideal é que Pilar seja sexto homem, não titular. Nathan é esforçado, vibrante, dá enterradas maravilhosas, mas não consegue se encaixar taticamente. Gui tem defendido bem, mas pontua pouco. E Gaúcho é ótima opção para atuar de 15 a 20 minutos e contribuir para o placar.

Essa derrota não estava na conta de Guerrinha, visando a classificação para o Interligas (G-4 ao final do primeiro turno), então, será preciso arrancar uma vitória fora de casa sobre um dos adversários da ponta.

Fora da quadra, a partida também foi movimentada. A começar pelo microfone usado pelo árbitro Cristiano Maranho. A Liga e o Sportv têm tentado trazer elementos da NBA, a iniciativa é interessante, mas os homens de preto no Brasil ainda não aprenderam a controlar a vaidade. Maranho até que foi discreto, mas imagino Renatinho numa transmissão dessas… Sobre o desempenho do trio hoje, aliás, não tenho muita competência para opinar, apenas é preciso deixar claro que quem errou no lance final (o pedido de tempo de Guerrinha não atendido) foi a mesa e Maranho corrigiu o equívoco.

Depois da transmissão da partida contra Joinville, quando a torcida mandou tomate cru para o Sportv, foi possível ver na transmissão de hoje um membro da diretoria do Bauru Basket entre membros da Fúria. Imagino (eu disse imagino) que tenha sido para solicitar que tal manifestação não se repetisse. Do  outro lado da quadra, porém, um torcedor ficou gesticulando com uma nota de R$ 50 em frente à lente da câmera principal da partida – provavelmente fazendo alusão de que é campeonato da Globo, que está tudo vendido para o Flamengo, etc, etc, aquela teoria da conspiração de sempre.

Acho manifestações legítimas, todos devem ter o direito de expressar suas opiniões. Só acho perigoso esse caminho, que pode gerar antipatia dos gestores da competição por Bauru.

Ah! Obrigatório ressaltar a atuação de Jeff Agba, com 32 pontos e 12 rebores.

Bauru, na cola dos líderes no NBB, vence Franca

A correria tem sido grande nos últimos dias – dezembro é um mês insano… – e não consegui postar com o devido carinho opiniões sobre o duelo Bauru x Franca. Pelo menos, posso indicar os links do material que produzi para o Basketeria:

matéria pré-jogo

relato da partida, com entrevistas e fotos exclusivas

Boa leitura e até sábado (hora de encarar Uberlândia!).

Bauru Basket: Gaúcho de volta

Conforme já foi anunciado pelo Itabom/Bauru, o ala Daniel Zilmer, o Gaúcho, está de volta ao time. A contusão de Pilar, que só volta em janeiro, foi decisiva para o acerto.

O jogador, que chegou a negociar com São José, estava de malas prontas para a Liga Sorocabana quando recebeu o telefonema da diretoria bauruense.

Com a pontuação muito dependente do quarteto Larry, Fishcer, Douglas e Jeff, o técnico Guerrinha julgou importante contar com Gaúcho, que costuma guardar seus pontinhos – pois Gui e Nathan têm médias baixas. O acerto com Gaúcho, aliás, coloca a permanência de Nathan Thomas em xeque – lembrando que se o norte-americano sair, outro jogador da posição 3 poderá chegar para o segundo turno.

Gaúcho já reestreia na quinta, contra Franca, no ginásio da Luso (20h).

Coluna da semana: Noroeste voltando aos trilhos?

Texto (publicado na edição de 5 de dezembro de 2011 no jornal BOM DIA BAURU) fala sobre o reinício dos trabalhos no Noroeste, mas questiona sobre a incerteza nas eleições que se aproximam. Também comenta o título corintiano e o momento do Bauru Basket. Boa leitura!

Fevereiro de 2012

Já não era sem tempo! O Noroeste, com bastante atraso, vai começar sua preparação para a Séria A-2 do ano que vem. E concretizou-se a desconfiança de que o diretor Beto Souza, que há pouco pediu para sair, retornaria. Entre aspas consultor, ele continuará dando as cartas no Alfredão, apenas baseado em São Paulo, enquanto João Gonçalves, novo gerente de futebol, encara o dia a dia por aqui, no melhor estilo vidraça. Se foi uma estratégia de Beto para melhorar sua imagem com a torcida, não funcionou ― mesmo tendo realmente melhorado a estrutura noroestina em alguns pontos, sobretudo as categorias de base, ele não agrada a galera alvirrubra.

A grande interrogação no Norusca, entretanto, segue viva. O que ocorrerá em fevereiro de 2012, quando haverá eleição? Damião se colocará à disposição para mais um mandato? Se isso acontecer, o Conselho Deliberativo elegerá apenas um nome e o que está por trás dele (seus filhos e seu dinheiro), pois é sabido que o mecenas alvirrubro não tem condições físicas de cumprir seu papel de presidente.

Nenhum filho de Damião cumpre os requisitos do estatudo do clube para se candidatar. Mas, se for desejo da família Garcia continuar apoiando o Norusca, pode fazer isso via Kalunga, a patrocinadora master. Afinal, é de lá quem vem toda a grana ― inclusive a recente remessa que acertou os salários atrasados dos funcionários. E assim abrem caminho para um novo nove no comando.

Está na hora de o Conselho Deliberativo sair da inércia e movimentar a política do clube, afinal, Damião não é eterno. A partir do que os interlocutores do presidente anunciarem a respeito de fevereiro, que os conselheiros se mexam.

Novo velho técnico
Nada como um dia após o outro, deve estar pensando Amauri Knevitz. Quando perdeu jogos seguidos na Série A-2 de 2010, foi malhado, como é todo treinador sem resultados consistentes pela torcida e pela crônica. Quando Luciano Dias caiu no desgosto de todos, colocaram na conta de Amauri a montagem do elenco do acesso para tirar os méritos daquele que terminou o trabalho ― na verdade, ambos foram importantes. De volta ao Alfredão, vejamos até quando vai a paciência com Knevitz, que tem o desafio de montar um time competitivo em menos de 50 dias.

Valeu, Bira
Nos últimos anos, os goleiros noroestinos sempre foram muito elogiados. Fabiano Paredão, Fernando Vizzoto, André Luis, Yuri e principalmente Nicolas, terceiro goleiro no Paulistão que foi muito bem na Copa Paulista: a lista de sucesso do preparador de goleiros Bira é grande. Demitido, ele não faz mais parte da comissão noroestina. “Só tenho a agradecer as demonstrações de carinho de todos e a solidariedade. Meu trabalho não foi levado em consideração, realmente não sei qual foi o motivo que levaram o Honda [supervisor de futebol] a me dispensar. Os números são incontestáveis nesses quase seis anos de clube, todos os goleiros com quem trabalhei se destacaram”, disse à coluna.

Timão campeão
O penta corintiano começou a ser desenhado na derrota para o Tolima, na pré-Libertadores. O Paulistão foi um treino de luxo e o time entrou tinindo no Brasileirão, acumulando pontos naquela sequência de vitórias incrível no início da competição. A gordura foi tanta que, mesmo jogando abaixo da crítica em boa parte do segundo turno, o Corinthians soube administrar sua caminhada para o título. Festeje, corintiano!

Papo de basquete
O Itabom/Bauru cumpriu seu objetivo no Rio de Janeiro ― trazer uma vitória (sobre o Tijuca) dos dois jogos lá. A meta só não foi contemplada com total êxito porque a diferença de pontos na derrota para o Flamengo (15) é grande para ser tirada no jogo do segundo turno, caso os dois empatem no fim da fase de classificação e seja preciso decidir no confronto direto. O ala Nathan Thomas teve fraco desempenho lá e tem apenas mais quatro jogos para convencer Guerrinha a continuar no time.

Bauru Basket: missão quase cumprida no Rio

Nathan marca Arnaldinho: ainda devendo

O Itabom/Bauru foi ao Rio de Janeiro como líder invicto do NBB4, mas ciente de que essa invencibilidade era questão de tempo – tanto que o objetivo era voltar dos dois jogos no Rio de Janeiro com uma vitória. E o QUASE do título acima é que, para a missão ficar completa, os guerreiros deveriam ter perdido por diferença menor para o Flamengo (foram 15, 81 a 66).

O time bauruense volta de Bauru com vitória sobre o Tijuca por 72 a 66. Douglas Nunes, depois de um jogo ruim contra o Flamengo, foi o cestinha do jogo com 17 pontos. Larry Taylor, que reconheceu não ter ido bem na partida anterior, voltou a ser Alinenígena, com 13 pontos, oito assistências e cinco rebotes. Jeff fez duplo-duplo com 14 pontos e 14 rebotes e Fischer manteve-se calibrado, com 16 pontos. Nota negativa novamente para Nathan Thomas (seis minutos em quadra, apenas dois pontos e nehum rebote ou roubada…).

Agora, o Bauru Basket volta a jogar em casa na próxima semana com dois grandes desafios – e estarei lá cobrindo para o Basketeria. Na quinta (dia 8, às 20h) recebe Franca e no sábado (dia 19h, às 17h) o líder Uberlândia (com transmissão do Sportv).

Guerrinha segue insatisfeito com o time, conforme disse à assessoria da Liga: “Não fizemos uma boa partida, tivemos que usar do revezamento, mas no sacrifício conseguimos sair com a vitória e isso é o que realmente importa”.

Noroeste: reapresentação adiada de novo!

Pela terceira vez o Noroeste adia a reapresentação do elenco, o que aumenta ainda mais a apreensão de torcedores – e também da imprensa, por que não?!

A única pista do comunicado oficial do clube é que ele começa com “O Departamento de Futebol do Noroeste informa…”, isto é, já deve ter um diretor destacado para gerir o futebol alvirrubro.

Será que Beto Souza volta? Será que Marcos Honda assume? Ou os irmãos Garcia assumirão pessoalmente o desafio?

Está parecendo novela, das mais dramáticas…

Eita, Norusca…

Atualizado: como os torcedores já sabem, Beto Souza voltou mesmo e vai continuar mandando, com as aspas de consultor. E Kinevitz é o novo treinador. Assim que puder comento as novidades (finalmente!) do Norusca, que estarão detalhadas na minha coluna do BOM DIA da próxima segunda-feira.