CANHOTA 10

Bauru Basket: notas

Durante o evento do Sesc, papos informais aqui e ali renderam algumas notas para os torcedores:

– Ao contrário do que aconteceu na partida contra o Paulistano, quando sentiu muitas dores, Fischer não sentiu incômodo no tornozelo nem durante nem no dia seguinte da vitória sobre Pinheiros, quando anotou 25 pontos. Segundo o ala, o ideal é que ficasse mais tempo parado, mas terá mesmo que continuar o tratamento com a temporada em andamento – ainda mais nesse momento crucial do NBB, valendo vaga para o Interligas.

– O pivô Andrezão não tem preferência sobre como prefere ser chamado. Em sua camisa de jogo está Andrezão mesmo. Em Assis – e por muita gente imprensa afora – era chamado de André Silva. Em Franca, seu apelido era Mamute.

– Guerrinha projeta duas vitórias nas três últimas partidas do primeiro turno. “Contra Sorocaba, que está evoluindo, temos que ganhar em casa. Em casa, nesta temporada, só perdemos dois jogos, e na última bola! Fora de casa, a equipe já vem desenvolvendo bons jogos. Contra o Minas, quinta, é um jogo decisivo. Brasília é mais complicado, mas temos condições de vencer. Se vencermos dois de três, estamos no Interligas!”, crava o treinador.

– O ala Weliton poderá ter condições de jogo já contra o Minas. A papelada está pronta. Há relatos de que tem personalidade e vem treinando bem.

– Como sempre, o jogador mais assediado para fotos foi Larry Taylor. Seu compatriota Jeff Agba não ficou atrás, o pivozão também esbanja carisma.

Durante a semana, postarei entrevista com o ala Weliton, mais recente reforço do Bauru Basket, e também Hudson Previdello e Guerrinha falando dos planos para o time sub-21.