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Noroeste x São Bernardo: show de imagens

Bom público no Alfredão para apoiar o Norusca

Marcelinho atuando na lateral: desceu pouco e manteve segurança na defesa

Gandula de olho no jogo

Cartão amarelo para Oliveira: jogo pegado

Bernô atacando e Knevitz orientando a zaga

Itabom/Bauru desperdiça primeira chance de chegar em sexto

Gui marca o gringo Trepagnier

Era esperada a dificuldade, contra a empolgada equipe da Liga Sorocabana, empurrada por mais de mil torcedores. Mas um time que quer chegar longe deveria se impor hoje. Não deu. Os sorocabanos venceram por 71 a 64. A chance de chegar na sexta posição, somente vencendo os dois últimos jogos: contra o Minas, domingo, às 11h, e Brasília, terça, às 19h — ambos na Panela de Pressão. Impossível? Não. Mas os candangos vêm embalados, ainda de olho na vice-liderança. Sem contar que o Minas só continua no campeonato se vencer Bauru. Ambos virão com sangue nos olhos.

O momento é de ser mais guerreiro do que nunca. Assitir ao VT da vitória contra o Quimsa ajudaria muito.

(Jeff Agba, com 18 pontos e 8 rebotes, foi o destaque bauruense)

Campeão brasileiro por Bauru em 2002, César foi um dos destaques sorocabanos

Itabom/Bauru encara reta final do NBB para fugir de Franca nas oitavas

A conta é simples. A maioria das classificações de 5° a 12° colocado já estão definidas. O Bauru Basket, que tem três jogos a cumprir (Liga Sorocabana, Minas e Brasília), pode terminar em 6° ou 7°.

Por que não briga mais pela 5ª posição? Porque no máximo alcançaria as mesmas 18 vitórias do Uberlândia, mas perde para os mineiros no confronto direto. Com 15 vitórias, o objetivo dos guerreiros é ultrapassar o Paulistano, que tem 17 — após bela vitória sobre o então líder Pinheiros em seu último jogo na fase de classificação. Se Bauru vencer dois de seus três jogos, confirma a 6ª posição, pois supera o Paulistano no confronto direto, pelo saldo de cestas dos dois confrontos.

Veja o que já está definido:

5° Uberlândia
6° (Bauru ou Paulistano)
7° (Bauru ou Paulistano)
8° Joinville
9° Limeira
10° Franca
11° Liga Sorocabana
12° (Minas ou Tijuca)

Se Bauru vencer o Minas, Tijuca fica com a última vaga, pois supera o time de Belo Horizonte no critério de desempate. Confrontos já definidos nas oitavas:

Uberlândia x (Minas ou Tijuca)
Joinville x Limeira

Quem ficar em 6° pega a Liga Sorocabana. Quem ficar em 7° pega… Franca! Portanto, ninguém quer encarar o atual vice-campeão brasileiro, quem vem num momento ascendente depois do mau início, logo de cara. Então, o Itabom/Bauru tem que iniciar essa “fuga” nesta noite, na difícil tarefa de superar os sorocabanos em casa, depois de uma maratona de jogos fora do país. Tomara que o maior ritmo de jogo e a experiência quem veio na bagagem ajudem.

 

Eu, corredor (2)

Em dezembro último postei aqui no Canhota 10 minha primeira experiência como corredor amador - na verdade a segunda, mas a primeira foi sem preparo, um desastre. Uma prova de 5km, depois de dois meses de condicionamento físico. Corri na boa, sem forçar, num ritmo de “trote constante” e tempo alto, na casa dos 37min. De lá pra cá, as festas de fim de ano e a correria do trabalho teimaram em afastar meu foco – e conseguiram em muitas ocasiões, quebrando minha evolução física.

Mas haverá tantos recomeços quantos forem necessários. E depois de um fevereiro quase parado, recomecei a academia em março. Deixei o condicionamento na clínica e fui para a academia convencional. Para minha alegria, o treino passa longe de apenas puxar ferro. Vinícius, o educador físico, elaborou uma planilha dentro de meus planos (condicionar, correr, secar a barriga, nessa ordem de prioridade) e com muita atividade aeróbica. Mesmo no dia mais puxado de musculação, tenho que fazer o elíptico entre uma série a outra – e o legal é que esse aparelho simula o movimento de corrida. Quatro vezes na semana: dois de musculação, um de circuito aeróbico e um só de corrida na esteira. Tudo isso para chegar melhor preparado na próxima corrida e baixar o tempo alto da estreia.

Há corrida no dia 21 de abril (Tiradentes, organizada pelo Cabo Alcides, ainda sem detalhes divulgados) e no dia 6 de maio tem a primeira das quatro etapas da ECO RUNNER, uma iniciativa bacana que já é cativa no calendário de corridas de Bauru. Abaixo, o cartaz de divulgação (prova organizada pela Life Esporte – basta clicar na imagem para ir ao site).

Coluna da semana: derrota para o União pode custar caro

O Canhota avisou semana passada e agora vem por aí um grupo fortíssimo e a decisão no estádio Primeiro de Mario, onde o Norusca é freguês. Confira o texto publicado na edição de 2 de abril de 2012 no jornal BOM DIA Bauru.

Má escolha, Knevitz

Quando treinador noroestino Amauri Kenvitz decidiu que iria a campo com os reservas contra o União São João, na última rodada da primeira fase da Série A-2, assumiu um risco. O de ficar fora do G-4 e, consequentemente, não decidir em casa, na última rodada da fase decisiva, uma vaga na elite paulista. Focado em poupar jogadores e testar o elenco, o técnico dizia-se pouco preocupado com o chaveamento da segunda fase. Na verdade, ou subestimou o time de Araras ou imaginou ser difícil chegar entre os quatro. O Canhota10.com fez todas as contas durante a última semana e provou que não era uma missão das mais difíceis. Deu no que deu: se tivesse vencido ontem, o Norusca teria terminado em quarto. Mas a derrota para o rebaixado União de pouco serviu para extrair respostas positivas. Apenas revelou um banco de reservas fraco.

Knevitz perdeu a chance de decidir em casa. Em entrevista pós-jogo à TV Preve, disse não ver muita vantagem atuar no Alfredão, pela distância da arquibancada para o gramado. Disse que o adversário não se sente pressionado. Talvez porque nunca viu o estádio noroestino pintado de vermelho, com grande público empurrando o time, como aconteceu nos momentos decisivos dos dois recentes acessos à elite (em 2005 e 2010). E mais: como ignorar o fator gramado, com o qual os jogadores estão habituados?

Enfim, tomara que o Noroeste não precise da última rodada, que suba com uma de antecedência. Que toda a programação do treinador alvirrubro esteja correta e se concretize. Ele que deixou claro que queria a classificação entre os oito, mesmo que no último suspiro, no saldo de gols. No lucro, qualificado de véspera, tirou o pé. Mas vai para a decisão com o ônus de estar com um elenco desacreditado, que vem caindo de produção a cada rodada.

Em queda
Retire o último jogo, com reservas, e divida as outras 18 partidas em três momentos. Tanto no primeiro quando no segudo terço do campeonato, o Noroeste teve 61% de aproveitamento dos pontos. Na reta final, caiu para 50% e diminui seu saldo de gols para somente um positivo c nas partes anteriores, foram dois e quatro, respectivamente. Empatou demais, perdeu muitos gols e viu a condição física de seus atletas minar.

Ataque em crise
Com Boka oscilante, Knevitz esperava obter respostas no teste de ontem para ganhar opções no ataque alvirrubro, afinal, o reserva imediato, Diego, está novamente contundido. O menino guatemalteco Henry Lopez finalmente ganhou sua chance e não agradou. Nena, o centroavante que fez somente 20 gols nas últimas três temporadas, correu, correu e ainda não justificou sua contratação. Enquanto isso, sabe-se lá porque Roberto não ganhou nova oportunidade. Ele que, pelo menos, já fez dois gols no campeonato.

Os adversários
O São Bernardo teve uma arrancada impressionante: depois de começar perdendo os cinco primeiros jogos, venceu 11 dos 14 restantes. Tem em Danielzinho seu homem-gol, além do lateral-artilheiro Renato Peixe – olho nos chutes dele. E o Norusca é freguês em jogos recentes lá no ABC.
O Red Bull fez o caminho oposto do Bernô: começou impossível com sete vitórias consecutivas, depois desceu a ladeira e venceu apenas mais três nas 12 partidas seguintes. Leandro Love, conhecido dos noroestinos de seus tempos de Oeste, Marília e Linense, já marcou oito gols.
O Penapolense é sinônimo de dor de cabeça. Time encardido que complica no Alfredão e dificilmente perde atuando em seu acanhado estádio. Seu destaque é o de sempre: o veloz e ciscador Luciano Gigante.

Papo de basquete
Depois de encerrada sua participação na Liga das Américas, a maratona de jogos do Itabom/Bauru não para… A torcida é pelo breve retorno de Fischer e para que Larry Taylor consiga se recuperar a tempo de disputar os playoffs em boas condições físicas – após seu esforço heroico na partida contra o Pioneros, do México.
Atualizado: Larry jogou normalmente na noite de domingo, na vitória sobre o Bucaneros. Arriscando menos infiltrações, é verdade, mas suportou 35 minutos sem aparentar dor. Boa notícia. 

Itabom/Bauru se despede bem da Liga das Américas

Douglas, Larry e Gui: os nomes do jogo

Quando vi Larry Taylor em quadra, não acreditei. Devem ter sido somente câimbras – ele saiu carregado de quadra após esforço sobre-humano contra o Pioneros, no sábado. Mas o Alienígena estava inteiro, jogou 35 minutos contra o Bucaneros-VEN (vitória por 83 a 80), melhor assim. O camisa 4 bauruense anotou duplo-duplo, com 14 pontos e 10 assistências. Gui também se destacou com 17 pontos e 6 rebotes e Jeff quase chegou ao duplo-duplo também, com 14 pontos e 9 rebotes.

Mas o destaque, disparado, foi Douglas Nunes. Impressionante como ele sai de uma partida abaixo da crítica contra o Pioneros (apenas dois pontinhos) e marca 31 contra os venezuelanos, além de 11 rebotes – outro duplo-duplo do Dragão. O camisa 13 foi muito criticado na véspera por torcedores exatamente por oscilar tanto. O curioso é que ele gosta de jogo decisivo, pegado, e o jogo da vida do Bauru Basket na Liga das Américas era contra o Pioneros. Mas não se encontrou, bola pra frente. Que esteja inspirado na reta final do NBB.

Via assessoria, Guerrinha analisou a participação bauruense. “Tivemos uma primeira partida ruim, mas soubemos crescer muito após o primeiro jogo. Se esse quadrangular tivesse sido no Brasil, teríamos nos classificado. Fizemos um bom jogo contra o Pioneros e perdemos nos detalhes. Contra os venezuelanos, conseguimos melhorar e vencer a partida, mesmo diante de todas as dificuldade que estamos. Acredito que toda essa experiência adquirida por nossos atletas irá se refletir muito na sequência no NBB”. Ele tem razão: na Panela teria sido diferente. Lembrando que Bauru só não jogou em seu ginásio porque o chaveamento não permitiu – caiu no grupo do Pioneros, que já estava confirmado como mandante.

Agora, que venha o quinto lugar, que seria importantíssimo para o projeto, pois possibilitaria uma nova vaga em torneio internacional em 2013 – no mínimo, a Liga Sul-Americana. Abaixo, um belo clique do Alienígena.

Como previsto, Noroeste desperdiça, com reservas, chance de decidir volta à elite em casa

Alguns posts abaixo o Canhota 10 alertou que escalar os reservas não era um boa escolha. Ou Amauri Knevitz realmente deu de ombros para a tabela e vai matar no peito quem vier – no caso, Red Bull, São Bernardo e Penapolense – ou ele estava ruim de contas e não acreditava que a combinação de resultados poderia colocar o Noroeste no G-4. E até o Audax, que eu considerava barbada vencer a Santacruzense em casa, perdeu…

Há pouco o que dizer – o aviso veio antes – e muito a lamentar. Mais detalhes do que eu penso dessa decisão de Knevitz e a análise do que vem pela frente, na coluna de amanhã no jornal BOM DIA Bauru – e também neste espaço, depois que forem vendidos muitos exemplares!

Em tempo: perder no Alfredão para o rebaixado União São João, mesmo com o time reserva, é um baita de um tropeço. Na estreia em casa na segunda fase, contra o São Bernardo, vencer é obrigação. Ou isso ou o sonho do acesso mia.

Itabom/Bauru volta a ser guerreiro, mas está eliminado da Liga das Américas

Jeff vai pra cesta: 12 pontos e 5 rebotes do camisa 42

Depois da desastrosa estreia contra o Obras Sanitarias, quando marcou apenas 38 pontos durante toda a partida, o Itabom/Bauru voltou a mostar seu espírito guerreiro e dificultou bastante a vitória dos donos da casa, o Pioneros de Quintana Roo, por 73 a 68.

Depios de um primeiro tempo brilhante, em que saiu na frente vencendo por 33 a 31, o time sofreu apagões no início dos quartos seguintes. O Pioneros abriu 13 a 0 no terceiro período, mas Larry Taylor, mas Alienígena do que nunca, guardou uma sequência de chutes de longe e Bauru foi para o quarto decisivo empatado em 49 a 49. Nova sequência de erros, 11 pontos seguidos dos mexicanos, mas os guerreiros não se entregaram. Novamente Larry tirou coelhos da cartola.

Mas o corpo do nosso craque cobrou por tanto esforço. Sem condições de continuar em quadra após tanto esforço, viu os companheiros se desdobrarem nos dois minutos finais, mas não foi possível evitar a derrota, pois o Pioneros estava inspirado nos chutes de fora, encaixou bem os contra-ataques e contou com o entusiasmo de sua torcida.

Pesou muito na derrota bauruense a atuação ruim de Douglas Nunes, que anotou apenas dois pontos – ele que foi o destaque do Bauru Basket na primeira fase da Liga das Américas e também no Interligas. Nas mídias sociais, o jogador foi bastante cobrado por torcedores.

Agora, o time cumpre tabela na terceira rodada contra o venezuelano Bucaneros. Hora de poupar quem está baleado para o time chegar mais forte na reta final do NBB.

Valeu pela experiência internacional, mas ficou a sensação de que dava pra chegar longe, pois Bauru foi melhor em muitos momentos do jogo. Mas nunca se pode esquecer que esse time tira leite de pedra – o comentarista do Fox Sports, Alberto Bial, lembrou disso no final, pois é do meio e sabe do apertado orçamento dos guerreiros. Abaixo, mais dois cliques do confronto (divulgação FIBA Américas).

O Pioneros foi mais eficiente nos rebotes

Eliminado no final com 5 faltas, Gui fez 12 pontos e pegou 3 rebotes

Estreia do Itabom/Bauru na semifinal da Liga das Américas: para apagar da memória?

Não! É para ver o VT do jogo, decorar todos os erros e não repeti-los mais. O Bauru Basket esteve irreconhecível em sua estreia na fase semifinal da Liga das Américas. Anotar apenas 38 pontos em uma partida (derrota por 74 a 38 para o Obras Sanitarias, da Argentina) é muito, muito, muito, muiiiiito pouco!

Gaúcho zerou, Gui zerou, nenhum jogador pontuou em dois dígitos! O Obras jogou um arroz com feijão bem-feito, só no passe picado para finalização no garrafão, além de ser mais eficiente no conta-ataque, o que deveria ser a arma bauruense. E os argentinos se deram ao luxo de colocar os reservas em quadra no último quarto.

Hora de sacudir a poeira, resgatar o espírito raçudo do time e voltar a jogar bem, assim como ocorreu recentemente no Interligas, quando a estreia foi muito ruim e depois o time se encontrou. E se reencontrou exatamente contra o Obras, na casa do Obras, sem Larry e Jeff… Isto é, o time pode muito, muito, muito, muiiiito mais!

Registro do técnico Guerrinha, via assessoria de comunicação: “Sentimos muito o jogo físico do time do Obras. Nós estamos lutando contra uma série de dificuldades e hoje ficou claro a falta de ritmo do Larry e Jeff que vinham de contusão. Apesar da derrota, iremos trabalhar muito para a partida de amanhã. Nós ainda temos chances de classificação e iremos buscar isso.”

Vale o intercâmbio, vale aprender com os erros, vale dizer que o time é inexperiente e que está baleado. Mas 38 pontos é muito pouco! Vocês podem mais, guerreiros.

Noroeste vai escalar reservas: não parece a escolha certa

Em entrevista coletiva aos colegas de imprensa na última terça (27/3), o técnico Amauri Knevitz avisou que deverá ir a campo com os reservas na última rodada da primeira fase da Série A-2, contra o rebaixado União São João, no Alfredão. Enfatizou que, mais importante do que se preocupar com a posição do time é recuperar os jogadores da recente maratona de jogos. O treinador noroestino assumiu sua escolha. Depois não poderá reclamar, num eventual insucesso na busta pela volta à elite, que não pôde decidir a vaga em casa na última rodada – ou que pegou adversários fortes no chaveamento.

Porque por mais que os reservas estejam entrosados por atuarem juntos nos coletivos, o ritmo de jogo eles não têm. Então, um tropeço em casa – porque empatar em casa com o União é um tropeço – não está descartado. O que pode resultar na oitava posição na tabela…

Há quem diga que é quase impossível o Norusca chegar entre os quatro. Não é bem assim. Há só uma ‘barbada’ para o G-4 e outra garantida pela matemática, mas duas vagas estão pingando para alguém pegar. Vejamos:

A BARBADA
O Audax bate em casa a desesperada Santacruzense e termina em primeiro, com 36 pontos.

A VAGA MATEMÁTICA NO G-4
Red Bull (33 pontos) e Ferroviária (32), já classificados, sem enfrentam. Se vencer ou empatar, o Red Bull se garante no G-4, pois com 34 pontos (empate) ninguém o supera em número de vitórias e, com 36 (vitória) , decide liderança no saldo de gols com o Audax. Desse jogo sai uma vaga no G-4, pois se a Ferroviária vencer chega a 35.

FALTAM DUAS…
Considerando que a Barbarense, com 29 e já classificada, não chega nem vencendo – e ainda por cima enfrenta como visitante o desesperado Santo André -, brigam por essas duas vagas no G-4:
- o São Bernardo, que recebe o fraco Palmeiras B e pode chegar a 35 – mas o Verdinho estará com sangue nos olhos para evitar o descenso
- o Penapolense, que pode alcançar 34 pontos e 10 vitórias, mas visita o ameaçado São José
- o Atlético Sorocaba, que recebe o São Carlos e pode chegar a 35 – mas os são-carlenses não estão livres do rebaixamento
- o Noroeste, que recebe o rebaixado União São João e pode chegar a 34 – isto é, com um tropeço dos três adversários acima, está dentro do G-4

RESUMINDO:
Se Red Bull ou Ferroviária ficam fora do G-4, basta que São Bernardo OU Penapolense OU Sorocaba EMPATEM, nem precisam perder para que o Alvirrubro (se vencer) fique entre os quatro primeiros e jogue a partida decisiva no Alfredão. Simples assim: o Noroeste é o único deles que pega um time que cumpre tabela.

Por isso, como defendi na coluna da semana no BOM DIA, acho que o Noroeste deveria jogar com força máxima. E nem precisa golear, como equivocadamente coloquei, pois não ganha de ninguém no primeiro critério de desempate, o número de vitórias. Tem que ser pela pontuação mesmo. Se vencer o União tem grandes chances de estar entre os quatro primeiros. Recado dado.