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Coluna da semana: Norusca com horizonte animador

Texto publicado na edição de 6 de fevereiro de 2012 no jornal BOM DIA Bauru fala da vitória do Noroeste e pede que a Semel não cochile de novo

No trilho certo

Quem diria que o Noroeste, que não tinha elenco formado em novembro, mostraria um futebol muito competitivo nesse início de Série A-2? Só posso concluir que, depois de algumas temporadas de compras equivocadas, o clube finalmente soube escolher as peças certas. E que logo se encaixaram, pois o time já mostra bom entrosamento, como provou na vitória sobre a Ferroviária (1 a 0) no sábado.

A empolgação é pelo que se imagina no horizonte. Por enquanto, o Norusca não está jogando o fino, mas o suficiente para acumular pontos importantes. Ainda precisa caprichar mais nas finalizações e condicionar-se para aguentar a correria do fim do jogo. De positivo, o bom toque de bola e o acerto no esquema tático. O losango no meio-campo está funcionando, com Everton Garroni à frente da zaga, França e Juninho apoiando bastante o ataque e Leandro Oliveira muito bem de ponta-de-lança. França e Juninho, aliás, alternam os lados do campo, confundem a marcação e estão tão bem no apoio que os laterais noroestinos nem têm descido.

Em vista desse sucesso tático, a princípio está difícil de promover a volta de Velicka, hoje na lateral-esquerda, ao meio. Isso obrigaria o técnico Amauri Knevitz a montar o meio em quadrado (dois volantes e dois meias) e sacar um dos volantes – mas qual, se todos estão jogando bem? Se o treinador queria uma boa dor de cabeça, aí está uma… O certo é que Velicka está subutilizado na lateral e mal apareceu na última partida.

No ataque, Romarinho segue uma correria só, nem sempre objetiva, mas incomodando bastante os zagueiros. E o centroavante Boka, como esperado, só será notado em campo se a bola chegar nele. Contra o time de Araraquara, só não foi nulo porque ajudou a defesa afastando o perigo nos escanteios do adversário.

Enfim, entre acertos e pontos a melhorar, o Noroeste segue no caminho certo. O prognóstico é animador. Para tirá-lo dos trilhos, só se os reservas não corresponderem quando forem solicitados, diante de expulsões (como a de Marcelinho, desfalque para quarta) e contusões.

De novo
Houve relatos de que, novamente, a bilheteria do estádio Alfredo de Castilho não atendeu a torcida a contento. A fila se formou até a esquina da rua Benedito Eleutério. O torcedor está voltando (foram 1.790 pagantes) ao Alfredão, mas precisa ser bem atendido, senão desiste. Em campo, pelo menos, o time está fazendo sua parte. E bem que o Noroeste poderia divulgar o público total e não apenas o pagante. Quantos são os sócios-torcedores? Quantos têm cadeira cativa? Quantos compraram o carnê? Porque isso não está informado no borderô…
Atualizado: houve um engano no dia do jogo sobre o público pagante. O número correto de pagantes, segundo o borderô publicado no site da Federação, é 1.290.

Seja rubro, Norusca!
No mural virtual da torcida Sangue Rubro, torcedores questionaram o uniforme branco. Ok, a camisa é bonita, com aquela faixa vermelha no peito, mas quando é que o Noroeste voltará a fardar manto vermelho, calção branco e meia vermelha? Segundo um dos noroestinos que se manifestaram, estamos “rebaixando nossa tradição dentro da nossa própria casa”. O assessor de marketing do clube, Evaldo Armani, alegou certa vez que essa camisa da faixa no peito é o terceiro uniforme e que precisa ir a campo para estimular as vendas. Era terceiro em 2011. Agora, vá ao site oficial da Nakal, fornecedora de material esportivo, e confira que é o uniforme dois – dois no papel, e um na prática…

Panela de Pressão
Conforme a coluna alertou há duas semanas, a partir de comentários de servidores municipais, o ginásio não ficou pronto a tempo de receber o Flamengo, dia 9. Ficou mesmo para março. Que a Semel não durma no ponto mais uma vez: termine a reforma e resolva logo as burocracias de alvarás e vistorias de segurança.

Bauru Basket vive momento mais complicado na temporada

Dedé (em lance contra Douglas) foi um dos destaques dos joseenses

Em menos de três dias, o Itabom/Bauru deixou a condição de potencial líder para quinto colocado. Perdeu um jogo que não estava nas contas (para Joinville) e outro – este sim, previsto – para São José. Pilar está novamente lesionado, Jeff Agba pode pegar um gancho pela exclusão na quinta-feira e jogadores importantes do revezamento, como Gaúcho e Gui, não têm mantido a regularidade. Entre os titulares, Douglas e Fischer também alternam partidas brilhantes com outras discretas. Só Larry e Jeff têm sido regularmente decisivos.

Ainda bem que de vez em quando há surpresas: na derrota e ontem (4/2) para São José, o pivô Mosso anotou 16 pontos. Ele que estava praticamente encostado, que fora preterido (com Alex Passilongo) nas viagens para conter despesas de hotel e alimentação, que andava bronqueado. Tomara que essa reação não seja um lampejo.

Ao repórter Chico José, do Jornada Esportiva, Guerrinha comentou a atuação de Mosso: “Lógico que passo a olhar o Mosso com outros olhos. Não tenho nada pessoal contra nenhum jogador, o relacionamento é bom. Ele não vinha jogando bem, não estava treinando bem. Teve várias chances e não aproveitou. Hoje aproveitou. Se continuar mantendo o nível, vai ganhando a credibilidade com o treinador, que sempre está pensando o melhor para o time.”

O treinador também comentou o momento difícil dos guerreiros: “Agora é o momento de administrar os problemas, voltar para casa e ver se o time se comporta melhor. Se a gente quiser se manter no grupo da frente, entre os seis primeiros, temos que vencer em casa”, decretou, sobre os confrontos contra Flamengo e Tijuca, no ginásio da Luso.

Nota-se que Guerrinha está com um discurso mais calmo, conciliador. Em outros tempos, já estaria esbravejando sobre a falta de grana do time e a lentidão da Semel. Mas ele reconhece o enorme esforço da diretoria para manter a casa em ordem, assim como sabe que, agora, depende de um bom relacionamento com o poder público para usar a Panela de Pressão. Mesmo assim, lembrou na entrevista ao Jornada que não foi por falta de aviso que a Panela atrasou a reforma – ele, vigilante, esteve lá várias vezes.

O certo é que o Bauru Basket vive o momento mais complicado da temporada, com uma tabela difícil pela frente na reta final do returno do NBB, além do desafio da Liga das Américas, mais à frente o Interligas… O time vai depender muito da parte física e sobretudo da emocional. E mais uma vez lutar contra o estigma de que ainda não tem bagagem para momentos decisivos.

Com sufoco no fim, Noroeste tem vitória merecida sobre a Ferroviária

Leandro Oliveira e Boka comemoram o gol noroestino

O placar foi magro (1 a 0), mas a vitória  foi incontestável. Durante quase todo o tempo, o Noroeste ditou o ritmo do jogo. Novamente, entretanto, levou certo sufoco no final. O Alvirrubro (novamente de uniforme branco…) não fez uma grande partida, pois poderia ser mais agressivo no ataque para garantir logo a vitória e não passar susto no fim, quando ficou com um jogador a menos (Marcelinho expulso a cinco minutos do fim, com dois amarelos). Algumas impressões da partida:

- Velicka pouco apareceu no jogo, não teve oportunidade de apoiar, assim como Bira, pela direita. França e Juninho têm sido muito mais efetivos pelas pontas do que os laterais.

- Romarinho, depois de muitos elogios nas rodadas anteriores, também foi discreto. Correu bastante, mas pouco produziu. Pelo menos participou do lance do gol, quando aproveitou falha da defesa e só escorou para encontrar Leandro Oliveira em velocidade – o camisa 10 esperou o goleiro sair e tocou rasteiro, com estilo (aos 31 do primeiro tempo).

- Está funcionando o meio-campo em losango, com Everton Garroni na contensão, Juninho e França, como já disse, apoiando bastante (e alternando os lados, confundindo a marcação) e Leandro como ponta de lança.

- Bira saiu machucado e deu lugar a Betinho, que voltou a atuar como lateral. Mas pouco apoiou, ocupado que esteve marcando o experiente Wellington Amorim.

- Novamente o time abriu o bico no finalzinho, passando certo sufoco. Ainda bem que a Ferroviária, apesar da experiente dupla de ataque (Amorim e Fabrício Carvalho), não foi tão perigosa. Quando aconteceu, Nicolas estava lá para garantir a vitória.

O Noroeste venceu a Ferroviária com Nicolas; Bira (Betinho), Thiago Jr, Marcelinho e Velicka; Everton Garroni, França, Juninho e Leandro Oliveira (Neto); Romário (Rafael Silva) e Boka.

O próximo confronto noroestino é fora de casa, contra o Atlético Sorocaba. Dia 8, às 17h, com transmissão da TV Votorantim (será que a rubraiada consegue assistir?).

Noroeste x Ferroviária: show de imagens

Torcida, de camiseta nova (e bonita) fazendo sua parte

Romarinho foi mais discreto dessa vez

Nicolas orienta a defesa: atuação segura

Marcelinho conduz a bola: a braçadeira de capitão é dele

Amauri Kenvitz orienta Leandro Oliveira: quarto jogo seguido com a mesma escalação

Cão de guarda: Everton Garroni restringiu-se à marcação

As fotos são minhas mesmo

 

Itabom/Bauru perde jogo-chave em Joinville

É como diz meu amigo Tanaka: vai fazer falta. A derrota do Bauru Basket para o Joinville, mesmo fora de casa (79 a 75), não estava nos planos. Agora, para reorganizar a balança, os guerreiros têm que buscar uma vitória fora contra um adversário mais forte – que tal já contra São José, no sábado?

Pior do que comprometer a busca pelo G-4 ao fim da fase de classificação, o time perdeu a oportunidade de dormir na liderança do NBB 4.  Pior ainda foi a exclusão de Jeff Agba, que se desentendeu com Shilton e está fora do próximo confronto – e corre risco de levar gancho maior, quando for julgado. O desfalque obriga Guerrinha a convocar os pivôs Alex Passilongo e Mosso, que estavam ausentes das partidas longe de Bauru para o time poder conter despesas.

Eu já havia comentado isso no post sobre a viagem a Joinville, que o corte de gastos inclui diárias de hotel. A situação financeira do Bauru Basket está bem complicada e Guerrinha confirmou isso ao microfone do Jornada Esportiva, após a derrota. Disse que tem assumido despesas com cartão de crédito pessoal, que alguns repasses financeiros de patrocínio – não citou qual(is) parceiro(s) – não estão chegando. Coincidência ou não, o perrengue aumentou depois que Pedro Poli (dono da Itabom) se afastou da presidência da Associação Bauru Basketball Team. Guerrinha fez questão de salientar o esforço e a dedicação de Joaquim Figueiredo (atual presidente) e Vitinho Jacob (diretor) para manter o time nos trilhos.

Sobre o jogo, o treinador, mais uma vez, reafirmou a tese de que o time ainda não alcançou o nível de potência, de favorito, de equipe de ponta do NBB. Reclamou da atitude de Jeff, da má partida de Pilar, das falhas de marcação, da falta de energia em quadra. Pelo discurso repetitivo, a  impressão é a de que os guerreiros não irão amadurecer nunca, segundo o treinador – porque elesempre salienta que ensina, conversa, mostra o caminho e eles não mantêm o foco, relaxam em momentos-chave.

Que a Liga das Américas e o Interligas sirvam para calejar os jogadores, porque os playoffs do NBB serão o bicho. Mas dragão não pode ter medo de nada.

Jeff marca André Goes, destaque do jogo: exclusão do norte-americano complica sequência do time

Panela de Pressão só em março

Houve reunião nesta quinta-feira, entre representantes da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Bauru e diretoria do Itabom/Bauru, quando ficou decidido que a Panela de Pressão, reformada, só estará apta para o Bauru Basket na Liga das Américas (em 16 de março). Foi em comum acordo, o presidente Joaquim Figueiredo falou em bom senso (leia a posição da diretoria logo abaixo).

Isso confirma a desconfiança do Canhota 10, que publicou alerta sobre a dificuldade de ficar pronto a tempo do jogo contra o Flamengo (dia 9 de fevereiro) em coluna do jornal BOM DIA na semana passada. E, nesta semana, lançou pergunta intrigante a respeito.

De qualquer forma, é lamentável que uma data tão esperada não tenha sido concretizada – houve até discurso de agradecimento no ginásio da Luso, que ficou lotado para o adeus em jogo contra a Liga Sorocabana, que normalmente teria menos público. E não deixa de ser um desfecho justo para os equívocos da Semel, que gosta de um oba-oba, de aparições públicas, mas ignora avisos da imprensa, dos esportistas, dos torcedores. Tudo aparenta estar bem – da mesma forma que o secretário Batata prega tranquilidade no assunto pista de atletismo dos Jogos Abertos, enquanto os dias galopam.

A seguir, a posição oficial do Bauru Basket, bastante lúcida e conciliadora, pois o momento é esse mesmo. O texto foi enviado pelo presidente Joaquim Figueiredo ao Rafael Antônio, do Jornada Esportiva, que o leu durante a transmissão da partida contra Joinville. Gentilmente, enviou também para o Canhota 10:

Hoje, nos reunimos com o Batata e Roger, definindo a data da ida para a Panela de Pressão somente para a Liga das Américas. Alguns motivos nos motivaram para essa decisão.

1)  Dentro daquilo que foi possível para a Semel, confesso que usaram e estão usando do maior empenho possível para entregarem o ginásio para o jogo contra o Flamengo, jogo este de grande importância para nós na tabela de classificação, bem como, com status de reinauguração. Nossa preocupação é que receberíamos o ginásio em cima da hora, por volta do dia 7, 8 e isso nos traria problemas com treinamento e adaptação ao ginásio (ponto negativo para nós).

2) Outro problema seriam os testes necessários em todos os equipamentos. Elétrica, placar, etc, etc.

3) Não sendo legal recebermos o ginásio nessas condições, mesmo pensamento por parte da prefeitura, que passou a ter enorme carinho pelo espaço, decidimos por esperar a Liga das Américas, evento que está aí e tem todo o glamour para comemorar a entrega do ginásio para Bauru e para  nós, é lógico.

4) Inaugurar contra Araraquara e Limeira, respeitando essas equipes e o trabalho que seus diretores fazem a sua frente, não é a mesma coisa…

Demonstro aqui a minha frustração, mas fica o sentimento que as coisas mais difíceis realmente são mais valorizadas. Teremos um ginásio à altura do campeonato que estamos realizando e continuar na Luso, para nós, ainda é motivo de muita satisfação.

Para a torcida, deixo aqui o meu recado e pedido de apoio. Vamos nos unir ainda mais para o esporte da cidade, vamos apoiar e colaborar com os Jogos Abertos, que com muita coragem será realizado por aqui. Sou testemunha que o esforço que está sendo feito para o sucesso deste evento é o mesmo que temos dedicado a nossa equipe.

Joaquim Pedro de Figueiredo Neto

Noroeste traz bom empate de Penápolis

É o beabá dos pontos corridos (neste caso específico, da fase de classificação): vencer em casa e trazer o máximo de pontos jogando fora. Assim caminha o Noroeste neste início de Série A-2. Dois jogos e dois empates como visitante, vitória no Alfredão. O 1 a 1 com o Penapolense foi importantísssimo, principalmente levando-se em conta a pressão do time mandante no primeiro tempo. Gols na etapa inicial: Fio (velho de guerra em Itápolis, ao lado de Luciano Gigante e do técnico Ito Roque) abriu o placar aos 26; Boka empatou, cobrando pênalti sofrido por Romário aos 37.

Segundo a transmissão dos colegas da dobradinha 87FM/Jornada Esportiva, o time de Penápolis foi superior tecnicamente, mas o Norusca soube se comportar na contensão – e Nicolas se recuperou do erro no gol sofrido salvando em lances difíceis. Foi a mesma visão do professor Marco Antônio, ao microfone da Auri-Verde, que também comentou que o centroavante Boka mal tocou na bola – ela não chegou ao camisa 9. Mas, creio que está bem no lucro, o importante agora é somar pontos – deixemos o futebol consistente e vistoso para sábado.

Para seguir a cartilha, a torcida espera uma vitória convincente no sábado (16h), contra a Ferroviária. Espero que  a diretoria se prepare para não ser surpreendida pela falta de ingressos. O borderô do jogo contra o Velo Clube veio sem os ingressos improvisados na conta – algo que deve estar justificado no boletim de ocorrência. Mais uma dica para o clube: divulgar, além do público pagante, o público total (inclui cadeiras cativas, sócios-torcedores, carnês, credenciados, não-pagantes, etc).

O Alvirrubro empatou jogando com Nicolas; Bira, Thiago Jr, Marcelinho e Velicka (Alexandre); Everton Garroni, França (Betinho), Juninho e Leandro Oliveira (Léo Nascimento); Romário e Boka.

(Foto de Thiago Navarro/Noroeste)

Bauru Basket, descontraído, de olho na liderança

Segue mais um post republicando resultado de uma recente – e bacana – iniciativa da assessoria de comunicação do Itabom/Bauru: disponibilizar vídeos mostrando bastidores do time. No primeiro (dois posts abaixo), o técnico Guerrinha avalia a agenda do semestre, sobretudo do segundo turno do NBB4. Agora, é a vez do armador Thyago Aleo entrevistar o colega Pilar de forma bem descontraída:

Os guerreiros encaram Joinville nesta quinta, fora de casa, em busca da liderança da competição. No primeiro turno, em Bauru, venceu com folga: 85 a 70.

“Estamos preocupados com este jogo. É uma equipe que conta com um trabalho muito sério liderado pelo Neto e melhorou muito após este primeiro turno. Eles têm dois estrangeiros com qualidade e o Tiagão que não jogaram no primeiro turno em Bauru, então temos que tomar muito cuidado. Porém, nossa grande virtude  é conhecermos nossas limitações e nossas qualidades, por isso esperamos fazer um bom jogo e sair com a vitória que será muito importante para a seqüência do campeonato”, avisou Guerrinha, via assessoria.

O interessante é que o material de imprensa, até para escancarar a difícil situação financeira do Bauru Basket, fala com todas as letras que Mosso e Alex Passilongo não viajaram com o time para economizar dinheiro – o que já havia acontecido na viagem para o Espírito Santo (viagem de avião). Neste caso, a economia é com hotel, pois os guerreiros enfrentaram a estrada mesmo.

Perguntas intrigantes sobre o esporte de Bauru

• O ginásio Panela de Pressão estará mesmo pronto para a partida entre Itabom/Bauru e Flamengo, no dia 9?
(Temo que o discurso emocionando do presidente Joaquim Figueiredo tenha sido mais um dos muitos micos que a novela da Panela proporcionou nos últimos anos, graças à lentidão do poder público. Torço muito para que a correria final da reforma contemple essa data)

• O que falta o Bauru Basket fazer para convencer o empresariado a apostar mais dinheiro nesse time que só não faz chover com um orçamento tão modesto?
(Já nem me refiro ao empresariado local, pois a diretoria já fez milagre com o que arrecadou. Será preciso chamar a atenção de grana forte de fora e a boa campanha no NBB4 e a participação em dois torneios internacionais podem dar essa visibilidade)

• A moderna pista de atletismo para os Jogos Abertos do Interior vai ficar só no papel?
(Aliás, ninguém viu inclusive no papel… E por mais válida que seja a cautela de evitar alagamentos no Edmundo Coube, mudando para o Milagrão, o certo é que o atletismo, grande atração de eventos poliesportivos, ficará em um cenário secundário…)

• Haverá eleição para a presidência do Noroeste agora em fevereiro? Quando é que a diretoria vai se pronunciar? E o Conselho Deliberativo, abandonará a inércia?
(Tudo indica que segue Damião, ou melhor, seus filhos, neto e Beto Souza em nome dele… Mas que isso fique claro desde já! E o Conselho segue hibernando, sem força política, sem pulsação)

Bauru Basket: Guerrinha analisa calendário do semestre

No último final de semana, a assessoria de comunicação do Itabom/Bauru divulgou vídeo em que o treinador Guerrinha comenta a tabela de compromissos do time nesse semestre. Iniciativa bem bacana. No fim de 2011, fui a um treino e Guerrinha me mostrou esse quadro, a meta de 11-3 para o primeiro turno (alcançada!) e a dificuldade que será a segunda metade do NBB4 – o técnico conta com até seis derrotas no returno. Vale a pena conferir: